quarta-feira, 27 de novembro de 2013

S.O.S. Saúde apontará o que precisa melhorar no SUS

A equipe do “S.O.S. Saúde” já atuou no Rio, Belford Roxo e Miguel Pereira com bons resultados e priorizou Nova Friburgo 
no trabalho iniciado ontem. Os agentes percorrerão as unidades durante os dias, noites e madrugadas

Visita ao Hospital Raul Sertã e postos de saúde já começou

Desde ontem 64 agentes do programa S.O.S. Saúde, subordinado à Secretaria Estadual de Governo, estão em Nova Friburgo visitando todos os setores do Hospital Municipal Raul Sertã, postos ambulatoriais e demais unidades básicas de saúde para conhecer a fundo como funcionam. Os agentes percorrem as unidades não só durante o dia, mas também à noite e madrugadas. O objetivo é ouvir pacientes e saber deles quais as maiores dificuldades enfrentadas, como o tempo de demora por atendimento, marcação de exames e consultas e realização de cirurgias. Os profissionais de saúde também serão alvo do trabalho de campo dos agentes, que querem saber o que mais emperra a rotina de um dos setores mais visados da administração pública e que reconhecidamente pelas autoridades deixa a desejar: a saúde. 

Facilmente identificados por jalecos azuis e com dez veículos adesivados com o símbolo do programa, os agentes do S.O.S. Saúde também pretendem visitar pacientes em domicílio e identificar regiões com maiores demandas por algum tipo de atendimento específico. Tudo o que for observado e identificado no trabalho de campo dos agentes nos próximos dois meses gerará um relatório, que será entregue ao prefeito Rogério Cabral e ao secretário municipal de Saúde, Dagoberto José da Silva. No documento serão apontados os setores que mais precisam de intervenções urgentes para a melhoria da qualidade do atendimento. 

A coordenadora do S.O.S. Saúde, Eliana Guerra, explicou , durante solenidade de lançamento do programa na Prefeitura, que a iniciativa integra uma das três grandes frentes de trabalho da Secretaria de Governo do estado, junto com as operações para cumprimento da Lei Seca e Barreira Fiscal. "Com o S.O.S. Saúde ambicionamos a mudança de uma só vez de todas as unidades de saúde que precisam falar a mesma língua, melhorar a comunicação entre elas e funcionar em sintonia com os demais setores da saúde. Em experiências anteriores constatamos que, em alguns casos, a máquina não anda, gerando frustrações e queda na qualidade do atendimento aos pacientes por falta de comunicação interna”, observou ela, citando o êxito de atuações recentes do S.O.S. na capital, Belford Roxo e Miguel Pereira.

Eliana Guerra também destacou que já conhece um pouco das mazelas da saúde friburguense por ter atuado em frentes de emergência no socorro às vítimas da tragédia das chuvas de 2011, notando a necessidade de maior integração entre os setores que compõem a saúde no município. "O S.O.S. Saúde é um serviço gratuito do Estado e funciona como os olhos do governador em cada setor. Muitas vezes chegam ao gabinete do governador denúncias originadas por falta de informações e isso gera um impacto na gestão”, complementa ela, que logo após a solenidade iniciou o trabalho de campo com uma visita ao Hospital Raul Sertã. 


A busca constante por um atendimento de qualidade 

 O prefeito Rogério Cabral enfatizou estar esperançoso com a atuação do S.O.S. manifestando seu desejo de dar uma resposta rápida ao clamor popular por melhorias na Saúde. "Enquanto muitos pacientes perdem noites de sono aguardando nas filas das madrugadas para marcar uma consulta médica nos postos, eu também fico angustiado buscando uma alternativa e soluções para esses grandes problemas da saúde. Espero que o trabalho do S.O.S. informe e sensibilize até mesmo o governador gerando assim a liberação de mais recursos para aplicação na saúde de Nova Friburgo”, disse ele, admitindo estar ansioso por receber a avaliação do S.O.S. Saúde apontando quais as melhorias precisam ser implementadas. 

Eliana Guerra admitiu ainda que o diagnóstico deverá apontar quais unidades necessitam de mais infraestrutura, mais equipamentos ou pessoal, insumos ou medicamentos. A intenção do programa é orientar a Prefeitura a canalizar investimentos com maior gestão nas unidades de atendimento primário, pois melhorando a saúde preventiva — com garantia de bom atendimento nos ambulatórios e pequenas emergências — o Hospital Raul Sertã poderá priorizar o atendimento de urgências. Hoje, no entanto, o hospital funciona como "porta de entrada” para tudo, desde a consulta eletiva até a grande emergência. O resultado não poderia ser outro: filas, demora e qualidade no atendimento muitas vezes comprometida. 


 

SOLIDARIEDADE REALIZA EM BRASÍLIA ENCONTROS DE MULHERES, APOSENTADOS E MOVIMENTO SINDICAL


O Solidariedade realizará, nos dias 26 e 27 de novembro, em Brasília-DF, três grandes plenárias sobre os seguintes temas: Movimento Sindical, Movimento das Mulheres e Movimento dos Aposentados. Os Encontros acontecerão no Hotel San Marco – Setor Hoteleiro Sul, Quadra 5, Bloco C, Asa Sul. Cada encontro servirá para a criação de uma Comissão que deverá escolher os representantes que vão compor a Secretaria Nacional do Partido no segmento.
Os Encontros das Mulheres e dos Aposentados do Solidariedade acorreu simultaneamente no dia 26, das 15 às 19h. O do Movimento Sindical será no dia 27, das 9 às 12 horas. Eunice Cabral, vice-presidenta da Força Sindical e coordenadora do Encontro das Mulheres, entende que “eventos desse porte fortalecem a presença das mulheres na vida política do País”. Durante o evento acontecerá ainda a eleição das presidentas estaduais do Solidariedade.
Para Carlos Andreu Ortiz, vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados da Força Sindical (Sindnapi) e coordenador do Encontro em Brasília, “os aposentados estão abandonados à própria sorte. A presidenta Dilma assumiu uma porção de compromissos conosco e não cumpriu nada. Por isto temos de nos aliar a pessoas e instituições comprometidas com a nossa luta e dispostas a caminhar ao nosso lado”.                                
Para Geraldino dos Santos Silva, secretário de Relações Sindicais da Força Sindical e coordenador do Encontro do Movimento Sindical, “o governo está alheio aos anseios da classe trabalhadora, e só tem olhos para os grandes investidores e instituições financeiras. Por isto acreditamos que o movimento sindical e um partido que efetivamente represente os trabalhadores, como é o caso do Solidariedade, têm de andar de mãos dadas e atuar lado a lado na busca do Brasil que almejamos, com emprego para todos, uma melhor distribuição de renda, justiça social e dignidade.

Desrespeito a direitos expõe idosos ao risco em ônibus urbanos

Andar de ônibus é um desafio para aquelas pessoas que possuem algum tipo de dificuldade de mobilidade. Sejam elas idosos, gestantes, portadores de necessidades especiais ou mães com crianças no colo. É cada dia mais raro encontrar passageiros dispostos a ceder seus assentos a estas pessoas.
Uma das cenas mais comuns nos ônibus urbanos de Petrópolis é se deparar com todos os bancos destinados aos passageiros especiais ocupados indevidamente. Idosos são obrigados a embarcar pela porta traseira do coletivo e contar com a boa vontade dos demais passageiros.
Recentemente, uma repórter da Tribuna embarcou em um coletivo da viação Expresso Brasileiro que faz a linha 103. Na parte dianteira do coletivo, cinco bancos reservados às gratuidades estavam ocupados – dois deles por crianças e um por uma adolescente. Uma mãe, que embarcou com uma criança no colo precisou passar pela roleta e contar com o apelo do cobrador para que algum passageiro cedesse o seu lugar. 
Muito mais que uma simples gentileza, ceder o lugar no ônibus é uma questão de segurança, tanto para o passageiro, que tem a sua mobilidade reduzida, quanto para o motorista. Em caso de uma freada brusca, o passageiro pode sofrer ferimentos e o motorista pode acabar sendo responsabilizado.
De acordo com a Setranspetro, os bancos destinados à gratuidade podem ser utilizados por qualquer passageiro, no caso de não haver prioridades no coletivo. Os motoristas são orientados a abrir a porta traseira no ônibus caso todos os bancos na parte da frente estejam ocupados. Isto porquê, também na parte de trás do veículo, há assentos marcados para portadores de necessidades especiais.
Ainda segundo a Setranspetro, para garantir a segurança desses passageiros, muitas vezes os motoristas e cobradores acabam fazendo o apelo para quem alguém ceda seu lugar. No entanto, esclarece a entidade, os profissionais não têm o poder para obrigar os passageiros a desocuparem os bancos marcados. O sindicato explica que já foram, inclusive, registrados casos de processos de pessoas que se sentiram intimidadas por precisarem sair das suas poltronas para que idosos, ou portadores de deficiência pudessem se sentar.
Como não há ainda uma lei que regulamente a situação, a Setranspetro iniciou uma campanha de cidadania. O objetivo é mostrar a população como pequenos gestos de gentileza podem facilitar o convívio das pessoas e melhorar a utilização dos coletivos. Além disso, a entidade também tenta conscientizar idosos e portadores de necessidades especiais para que eles tentem utilizar os ônibus fora dos horários de pico. 

Leticia Muniz/Tribuna online

Mais uma construção invade o Paquequer

 

Grandes totens de cimento já estão de pé e impressionam quem passa pelo trecho
Grandes totens de cimento já estão
 de pé e impressionam quem passa pelo trecho
A denúncia de um morador do bairro da Beira-Linha chama a atenção para um possível crime ambiental: Na Rua Armando Farjado, esquina com a Avenida Feliciano Sodré, entrada da Cascata Guarani, mais uma construção é levantada. Não seria nada demais não fosse o fato de que a edificação está sendo construída praticamente dentro do Paquequer – indo inclusive na contramão do trabalho realizado pelo INEA (Instituto do Estadual do Ambiente) em bairros com Posse e Campo Grande, onde casas nas margens de rios estão sendo demolidas. A situação chama a atenção pelo simples fato da liberação da obra neste contexto, visto que a legislação pede que haja um espaço mínimo de recuo das margens do curso d’água e que, como citado, em outros bairros tal prática vem sendo fortemente combatida.
De acordo com a denúncia de um morador, que vivia na localidade de Campo Grande e teve sua casa demolida justamente por estar perto do rio, atenta para falta de coerência do fato de uma construção estar sendo erguida em pleno Centro nas mesmas circunstâncias daquelas que são combatidas pelo INEA desde a tragédia de janeiro de 2011.
Diferente do que pode ser visto nos prédios do entorno, a construção está sendo feita sem nenhum tipo de recuo, literalmente dentro do rio. Em cima de um muro de pedras que já existia no trecho, foi feita uma extensão com blocos de concreto para cercar o terreno.


Código Florestal


Grandes totens de cimento já estão de pé e aparentam ser as colunas da construção. O fato chama atenção para dois fatos: O primeiro é que este tamanho de colunas deverá sustentar uma construção grande. Segundo, como realizar um projeto de grandes proporções em um terreno pequeno para este fim. Em fotos panorâmicas é possível ver que parte do telhado ou laje do empreendimento já está pronto.
Outro fato “interessante”, é que a obra está sendo feita muito próximo da ponte e da passarela construída há pouco tempo para facilitar o acesso dos pedestres.
De acordo com o Código Florestal, em nenhum momento as construções às margens do Paquequer no centro poderiam ter sido realizadas. Com a legislação criada em 1965 rios com a calha (largura) entre 10 e 50 metros, deve ser respeitado um recuo de 50 metros. O novo texto, divulgado e debatido amplamente no último ano, mantém a determinação.
Já o INEA tem políticas próprias para desocupação baseado em quesitos específicos para cada região que é analisada por topografia e risco de alagamentos. E determina os recuos necessários com base nesses critérios. 



Fonte:Joanna Medeiros/ O diario
SOS - O INTERIOR DO MUNICÍPIO PEDE SOCORRO
Ponte da Serrinha,no interior do Município quase caindo.Descaso total dos nossos Governantes (PMT) para com a população. Os buracos só aumentando cada dia que passa, a situação só se agrava .

Foto: Paulo Vicente/Tv Cidade canal 9


Ocorrências de trânsito mobilizam autoridades


Idosa ficou ferida após ser atingida por uma moto na Avenida Lúcio Meira e foi atendida pelos bombeiros
Idosa ficou ferida após ser atingida por uma moto na Avenida Lúcio Meira e foi atendida pelos bombeiros

- Acidentes e moto abandonada dão trabalho aos agentes da polícia e dos bombeiros


As equipes de segurança e emergência que atendem o município de Teresópolis tiveram muito trabalho com ocorrências de trânsito. Além das colisões registradas desde o final de semana, houve ainda um atropelamento e uma recuperação de moto abandonada na Estrada Rio-Bahia, BR 116.
Por volta das 6 horas da manhã do domingo, o condutor do Focus branco de placa MQF 2348 estava transitando no Bairro de São Pedro, pela Rua Fileuterpe para acessar a Rua Tenente Luis Meirelles, em direção ao Centro, quando um motoqueiro com uma mulher na garupa bateu em seu carro. Segundo o motorista do carro relatou para os policiais militares, o motoqueiro estava transitando do Meudon em direção ao Centro e teria avançado o sinal vermelho, por que o sinal para o carro estava aberto. Os bombeiros socorreram as vítimas, encaminhando para o Hospital das Clínicas. Os bombeiros pediram ajuda à PM por que, segundo o motorista do carro, amigos do motoqueiro estavam no local querendo briga com o condutor do carro, mas rapidamente os policiais chegaram ao local para conter o tumulto. De acordo com os policiais, a moto foi apreendida por não ter a documentação correta, após ter sido adquirida em leilão e ainda estava com um cano esportivo, sem painel e sem placa. A PM levou o caso para registro na DP e as vítimas foram levadas com ferimentos leves para o pronto socorro.


Mulher atropelada foi levada pelos resgatistas para o pronto-socorro com escoriações pelo corpo
Mulher atropelada foi levada pelos resgatistas para o pronto-socorro com escoriações pelo corpo

Idosa atropelada


Na manhã de domingo, uma mulher ficou ferida após ser atropelada quanto tentava atravessa a Avenida Lúcio Meira e foi atingida por uma moto conduzida por uma mulher. Ela foi levada para o HCT com escoriações leves, mas consciente. O acidente aconteceu na Reta por volta de 11 horas da manhã de domingo, quando a motociclista que transitava na Avenida Lúcio Meira sentido Vale Paraíso acabou atropelando uma idosa quando passava próximo à Casa de Portugal.
A senhora, que teria saído da Rua Doutor Aleixo, ficou caída do lado de um carro que estava estacionado no canteiro central. Os ocupantes de um carro que estava estacionando ajudaram mulher, chamando os bombeiros e a mantendo consciente. A jovem que estava na moto Titan de placa KUP 9893 também ficou ferida com escoriações nas pernas. As duas vítimas foram atendidas pela ambulância do Samu porque as viaturas dos bombeiros estavam em outro acidente como relatou para a reportagem da Diário TV o tenente Felisberto. Os policiais militares assumiram a ocorrência, levando o caso para DP.


Carro foi atingido por uma moto que vinha do Meudon com dois ocupantes que ficaram feridos
Carro foi atingido por uma moto que vinha do Meudon com dois ocupantes que ficaram feridos

Queda de moto


No último sábado, por volta de 13 horas, um motociclista se acidentou quando estava vindo do Rio de Janeiro e trafegava na altura do km 91 da Estrada Rio-Teresópolis, no trecho da Serra. O condutor perdeu o controle do veículo na curva da santa, subindo a via e acabou caindo com a Titan prata de placa KZG 6559. A pista estava molhada e ainda teria óleo, o que pode ter sido a causa do acidente. A moto estava transportando uma carga de espigas de milho, que ficou espalhada na curva em que o acidente aconteceu.O homem que é morador do Bairro de São Pedro em sofreu lesões nas mãos e pernas, mas estava consciente e foi atendido por uma ambulância da CRT que fica em Guapimirim e outra que fica em Três Córregos. Segundo o motociclista, na queda ele também teria sido atingido um carro que estava seguindo no sentido Rio e parou para ajudá-lo, mas quando viu que ele estava bem, saiu do local. A moto ficou com o tanque de combustível amassado a outras peças danificadas e foi levada pela CRT até o posto de combustível no Bairro do Alto. O motociclista relatou para Diário TV como tudo aconteceu.
Tanque da moto ficou amassado em queda ocorrida no trecho do Km 91 da Serra
Tanque da moto ficou amassado em queda ocorrida no trecho do Km 91 da Serra

Moto recuperada


Depois de denúncias passadas para o Disque-Denúncia através do telefone 2742-7755, informando que uma moto estava sendo depenada às margens da BR 116, na altura do Km 83, no Vale da revolta, policiais militares foram ao local e confirmaram o fato. Eles encontraram uma moto Yamaha YBR 125 cilindradas vermelha com a numeração de chassi raspada e sem a placa, por isso não foi possível identificar a origem do veículo e somente uma perícia detalhada poderá apontar o proprietário. A moto já estava sem painel, bateria e outras peças, mas foi apreendida e levada para delegacia. Quem teve uma moto furtada com essa descrição, pode comparecer na 110ª DP para fazer uma verificação. A moto foi recuperada por volta das 13 horas do domingo, em local próximo de uma servidão que dá acesso ao bairro do Jardim Meudon.

Fonte:Jose Carlos Cacau/ O Diario

Ambulância que pegou fogo em Teresópolis, RJ, não era do SAMU

Incêndio em veículo aconteceu por volta das 5h30 desta terça-feira.Secretaria de Saúde afirmou que ambulância é da prefeitura.

A Secretaria Municipal de Saúde de Teresópolis, Região Serrana do Rio, informou na tarde desta terça-feira (26) que o veículo que pegou fogo na Vila Muqui por volta das 5h30 desta terça-feira era uma ambulância própria da Secretaria e não pertencente ao programa do SAMU, como divulgado pelos Bombeiros. Ninguém ficou ferido.
O Corpo de Bombeiros foi acionado para combater o incêndio, mas não foi possível evitar a perda total do veículo. A Secretaria informa ainda que vai investigar as causas do incêndio. O laudo deve ficar pronto dentro de 30 dias. A reposição da ambulância deverá ser feita o mais breve possível para que não haja prejuízo nos serviços prestados.
Fonte:G1

Lei obriga escolas da Região Serrana a dar informações sobre os alimentos

Objetivo é reduzir a obesidade que afeta 300 mil pessoas no Estado.Instituições particulares têm três meses para se adequar à nova lei.


Estabelecimentos de ensino particular terão que se adequar à Lei 6.590 informando os dados nutricionais dos alimentos que comercializam. A intenção é incentivar uma alimentação mais saudável nas escolas e creches do Estado do Rio, o que inclui as cidades da Região Serrana, como Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo. Os colégios terão um prazo de 90 dias, a partir da data da publicação no Diário Oficial, que aconteceu no dia  (19) desse mes, para se adequar.
Cantinas têm três meses para fixar as informações sobre os alimentos vendidos. (Foto: Divulgação/Estela Siqueira)
Cantinas terão que fixar informações sobre os
alimentos. (Foto: Divulgação/Estela Siqueira)
Calorias, presença de glúten, concentração de carboidratos e outros índices como sódio e lactose terão que constar no cardápio de bares, lanchonetes, cantinas, restaurantes e quiosques que funcionem em estabelecimentos de ensino particular no estado.
A medida é apoiada pela nutricionista Ana Paula dos Santos. "Sabendo a composição, o consumidor pode abrir mão do alimento. A decisão é importante para que ele preserve sua saúde ou ainda consiga seguir uma recomendação médica", defendeu a especialista, ressaltando que a nutrição é hoje um braço da medicina preventiva.
O objetivo, segundo o autor da lei, o deputado petropolitano Bernardo Rossi (PMDB), é frear a epidemia de obesidade que afeta todo o Brasil. “O problema começa ainda na infância e adolescência. A apresentação dos alimentos aliada a uma orientação da família e dos alunos vai ajudar a reduzir os casos", afirmou Rossi, apontando que a obesidade atinge 10% de uma população de cerca de 3 milhões de pessoas de 0 a 12 anos no Estado do Rio.
Índices de triglicérides, colesterol, fibras, sais minerais, cálcio, potássio e vitaminas contidos em cada alimento comercializado deverão ser informados. A lei determina que os cardápios sejam adaptados e já tragam as informações previstas. No caso de locais onde não exista menus, a lei deverá ser cumprida por meio de cartazes indicativos. "Ele deverá ser fixado em local visível", acrescentou Bernardo Rossi. Os estabelecimentos que não cumprirem a determinação ficarão sujeitos às penalidades previstas no Código de Defesa do Consumidor.
Fonte:G1

Câmara de Teresópolis deverá ter noite movimentada nesta quarta

A reunião da Câmara Municipal de Teresópolis na noite desta quarta-feira promete ser movimentada. Do lado de fora está prevista uma manifestação do Fórum Popular Teresópolis, grupo formado nas redes sociais, e que questiona a aprovação do projeto de lei que reduz o ISS para empresas de ônibus. Na sessão ordinária da Câmara, os membros do Fórum Popular de Habitação esperam pela aprovação de proposta entregue aos vereadores na última segunda-feira.

Manifestação - O Fórum Popular Teresópolis é um movimento que surgiu através das redes sociais, na época das manifestações de junho e julho. Desde então, o grupo vem se reunindo mensalmente e cobrando dos vereadores a realização de uma audiência pública sobre os transportes na cidade. Foi o movimento quem levou a público pela primeira vez o projeto de redução do ISS para as empresas, o que contribuiu para que o mesmo fosse retirado de pauta na época.
Porém, como o projeto acabou voltando à votação sem nenhum debate e aprovado com apenas um voto contrário, o grupo agora programou uma manifestação, nesta quarta-feira, a partir das 18h30m, na frente da Câmara. Segundo os integrantes, alguns dos motivos do protesto são:  a irresponsável e inconstitucional desoneração do ISS para as empresas concessionárias de transporte público municipal; pela audiência pública dos transportes democrática no início de 2014, após o recesso parlamentar; apoio as pautas de reivindicações e ao Movimento dos Professores pela Educação em Teresópolis - MPET.

Os manifestantes dizem ainda que o ato será em repúdio a membros da Comissão de Transportes do Poder Legislativo: 
"a) pela falta de interesse em conduzir o processo de consulta pública sobre o transporte pelo qual se mobiliza o Fórum Popular;
b) por todos os seus membros terem votaram à favor do Projeto de Lei Complementar proposto pelo Governo que reduziu o ISS das Viações a 0,01%".

Fórum de Habitação - Na última segunda-feira representantes do Fórum Municipal de Habitação Popular entregaram as vereadores a sua proposta de alteração do artigo 193-A da lei Orgânica destinando pelo menos 3% (três por cento) dos recursos próprios do Município para o Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social, objeto de coleta de milhares de assinaturas de eleitores de Teresópolis. Na verdade, a aprovação da alteração seria a possibilidade de fazer com o que o Fundo passe a existir na prática, já que ele é previsto no papel, mas não tem recursos.

Em recente reunião do Fórum de Habitação, que se encontra semanalmente, foi colocado que a aprovação deste percentual de recursos para o Fundo é primordial para o início de um projeto habitacional em Teresópolis. 

Fonte: A Gazeta Fluminense

Estudantes do CESO e curso de Direito do UNIFESO realizam Júri Simulado

Durante o mês de novembro os estudantes do 2º e 3º anos do Ensino Médio do Centro Educacional Serra dos Órgãos (CESO) realizaram em parceria com o curso de Direito do Centro Universitário Serra dos Órgãos (UNIFESO) o Júri Simulado, trabalho que faz parte do programa de integração entre o colégio e o Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCHS).
Antecedendo a atividade, os estudantes fizeram a leitura dos livros “Dom Casmurro”, de Machado de Assis, e “Capitães da Areia”, de Jorge Amado. “Envolvidos com o desafio de adaptar personagens e delitos às leis e trâmites judiciais, eles deram um show de comprometimento, oratória e fizeram do desafio um delicioso teatro, onde desfilaram personagens caracterizados, juízes, promotores e testemunhas com muita argumentação”, contou a professora Regina Carmela, orientadora da atividade. Os estudantes contaram ainda com a consultoria de Sandro Leôncio, acadêmico do curso de Direito e a participação ativa da professora Tania Barone, coordenadora do curso.Na avaliação da professora Maria Angélica Duarte Sampaio, coordenadora de eventos do CESO, “todo o processo revelou-se um excelente recurso para o incentivo à leitura, para o desenvolvimento dos processos de argumentação, articulação oral, cooperação, uso de novo vocabulário e tantas outras competências que efetivamente vimos realizar durante as apresentações”.

 Informações e fotos: Geccom UNIFESO

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Grupo Petrópolis Inauguração da fábrica de Alagoinhas na Bahia

Com público estimado de 5 mil pessoas - entre colaboradores, revendas, clientes, autoridades, políticos e imprensa - o Grupo Petrópolis inaugurou sua primeira fábrica no Nordeste, em Alagoinhas, na Bahia. O evento aconteceu no dia 22 de novembro e contou com a participação especial do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se juntou ao presidente do Grupo, Walter Faria e o Governador da Bahia, Jaques Wagner, para o descerramento da placa inaugural da nova fábrica. A festa de inauguração também teve show da banda Babado Novo, que animou todos os convidados presentes. Em paralelo à cerimônia na fábrica, o Grupo Petrópolis promoveu um evento no estádio de Alagoinhas, com direito a cerveja Itaipava e trio elétrico, como uma forma de participar toda a população do evento.






Colisão grave entre um carro de passeio e um caminhão na BR 116 Km 54 Próximo á entrada de São José

Por volta das 13:30 um colisão grave entre um carro de passeio e um caminhão na BR 116 Km 54 Próximo á entrada de São José, o motorista do carro morador em Realengo RJ foi desencarcerado das ferragens pelas equipes da CRT e levado em estado grave para o HCT







Fonte : Paulo Vicente/ TV cidade/ canal 9

Festa para criançada nesse DOMINGÃO no

 bairro da Beira Linha,você não pode perder !!


O Dep. Federal Aureo visita o Instituto Federal Fluminense de Educação, Ciência e Tecnologia em Santo Antônio de Pádua

O Deputado Federal Aureo visitou junto com a vereadora Vanderléia Marques e o vereador Tenente Bastos, as obras do câmpus do Instituto Federal Fluminense de Santo Antônio de Pádua - Uma parceria com o Senador Lindbergh Farias. Construído em uma área de 31 mil m², o Instituto Federal Fluminense chega para preparar a população, através do ensino profissional e tecnológico, ajudando no desenvolvimento da região. 
O projeto foi elaborado com blocos administrativos e pedagógicos, aproximadamente 20 laboratórios, biblioteca, auditório, 12 salas de aula e ginásio esportivo.




Verão de improviso: Casas e radares não são entregues na Serra

Destruição causada pelas chuvas em Teresópolis em 2011. (Foto: Marcos Michael)
Destruição causada pelas chuvas em Teresópolis em 2011. (Foto: Marcos Michael)
Os moradores da Região Serrana do Rio que enfrentaram a maior tragédia natural da história do país, em janeiro de 2011, vão enfrentar o terceiro verão seguido em situação precária. A região onde morreram mais de 900 pessoas em deslizamentos e inundações, para a qual foram prometidas 8.000 casas populares para moradores de áreas de risco, até hoje só recebeu 500 delas. As medidas destinadas a dar precisão à previsão meteorológica vão pelo mesmo caminho – nada aconteceu. Um cronograma do governo do Estado solicitado pelo site de VEJA informa que grande parte das entregas de casas populares vai se concentrar no período de campanha eleitoral, com o vice-governador, Luiz Fernando Pezão (PMDB), à frente das inaugurações. Pezão corre o risco de, a caminho dos eventos festivos, ser cobrado por novas tragédias na região de Teresópolis, Petrópolis e Nova Friburgo.
O balanço dos três anos desde a calamidade que se abateu sobre a cadeia de montanhas que conecta as três cidades é de que, diante do sofrimento da população, as promessas foram despejadas como um forte analgésico para as famílias à míngua. Em 27 de janeiro de 2011, a presidente Dilma Rousseff anunciou, durante evento no Palácio Guanabara, sede do governo do estado do Rio de Janeiro, a construção de 6.000 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, destinadas aos moradores que viviam em áreas de risco naquela região. No encontro, foi anunciado que caberia ao governo do estado e aos municípios a cessão de áreas para a construção das residências. Outras 2.000 seriam construídas através de parceria com empreiteiros. No início deste ano, no entanto, a Secretaria Estadual de Obras anunciou uma redução drástica: em vez de mais de 8.000, o órgão entregaria 4.702 imóveis até o segundo semestre de 2013. O prazo já se esgotou há meses e, até agora, foram entregues apenas 506 imóveis – ou seja, só 6% dos que receberiam imóveis em áreas seguras foram contemplados.

O bairro da Posse foi um dos mais atingidos pelas chuvas em Teresópolis em 2011. (Foto: Marcos Michael)
O bairro da Posse foi um dos mais atingidos pelas chuvas em Teresópolis em 2011. (Foto: Marcos Michael)

As soluções provisórias – e caras – se perpetuaram. Enquanto não são contemplados com os imóveis prometidos, 6.589 famílias de oito municípios da Região Serrana (Nova Friburgo, Petrópolis, Teresópolis, Bom Jardim, Areal, Sapucaia, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto) recebem o aluguel social. O valor gasto desde janeiro de 2011 é superior a 109 milhões de reais, segundo a Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos.
A falta de fiscalização da aplicação do aluguel social e a resistência de alguns moradores em deixar as casas indicam que o pagamento do valor referente ao aluguel é solução precária, que nem sempre cumpre o papel de garantir a segurança das famílias, o que seria garantido pela entrega da casa própria. Relatório da Comissão de Acompanhamento da Recuperação da Região Serrana do Rio, elaborado pela Assembleia Legislativa do Rio e publicado em dezembro de 2012, aponta que moradores que deveriam ter deixado residências em áreas de risco estão utilizando o aluguel social para fazer obras e reformas nas residências das quais deveriam ter saído.

Rua Teresópolis, em Nova Friburgo, ficou coberta pela lama em 2011. (Foto: Pedro Kirilos)
Rua Teresópolis, em Nova Friburgo, ficou coberta pela lama em 2011. (Foto: Pedro Kirilos)

A Secretaria Estadual de Obras atribuiu o atraso a dificuldades de encontrar terrenos disponíveis para a construção dos imóveis. E informou que entregará pelo menos 2.520 unidades habitacionais até outubro de 2014, a tempo da eleição. De acordo com a secretaria, outros 1.388 imóveis serão disponibilizados entre janeiro e dezembro de 2014 – com grande parte inaugurada no período da campanha de Pezão para o Palácio Guanabara. Pezão, que foi o primeiro a chegar de helicóptero às áreas atingidas, comandou a Secretaria de Obras e hoje acumula o cargo de coordenador de Infraestrutura do Estado. De acordo com pesquisas do próprio PMDB, Pezão estaria em quarto lugar,  atrás do ministro da pesca, Marcelo Crivella, do deputado Anthony Garotinho e do senador Lindbergh Farias, nesta ordem.
“O sentimento dos moradores da Região Serrana em relação ao governo é de desalento devido à demora na entrega das casas e na conclusão das obras de reconstrução das regiões afetadas pelas chuvas de 2011. Se esse atraso tem fins eleitorais, não sei se terá algum efeito”, disse o deputado estadual Luiz Paulo Correa da Rocha (PSDB), que presidiu a CPI que investigou as causas da tragédia de 2011.
Outras obras, como a construção de pontes destruídas em 2011, também não foram concluídas. Das 85 pontes que estavam previstas, 27 ainda não foram feitas. A Secretaria de Obras afirma que entregou 18 e que outras duas estão sendo construídas. Vinte e cinco estão sendo licitadas pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER). Outras 40 teriam sido construídas pela Secretaria de Agricultura.
Radares – Em outro segmento de promessas, a capacidade de antever os problemas com a chuva pouco avançou. As áreas de risco contam com uma necessária – mas precária – forma de driblar a chuva: através da Secretaria de Defesa Civil, são instaladas sirenes em locais de risco. Quando há risco de deslizamento, o alarme enxota os moradores, que saem como podem para se abrigar em igrejas, ginásios, escolas. A providência, em resumo, segue a lógica de que o Estado aceita que há gente correndo risco de vida, e se limita a avisar quando esse perigo se torna ainda maior.
Em 2011, o secretário estadual de Ambiente, Carlos Minc, anunciou a aquisição de dois radares, necessários para dar precisão e permitir a antecipação das previsões meteorológicas no estado, que atualmente tem áreas de sombra. Procurado pelo site de VEJA, o Instituto Estadual de Ambiente (Inea), responsável pela compra, informou que os equipamentos não estarão instalados a tempo de antecipar tempestades e minimizar os transtornos deste verão.
Atualmente, o estado é orientado por dois radares que não pertencem ao governo do estado. Um deles é operado pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo do Comando da Aeronáutica. As informações desse radar têm função principal de auxiliar as aviações civil e militar, mas são repassadas a órgãos como o Inea e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, que monitoram as ocorrências climáticas. Outro radar é da prefeitura do Rio, mas não é capaz de cobrir todo o estado.
Segundo o Inea, os dois radares que existem hoje no Rio não cobrem toda a Região Serrana. Além disso, mesmo na área de atuação dos equipamentos não é possível precisar o volume de chuva e a localização precisa as tempestades. Se os novos radares estivessem instalados, a população da Região Serrana estaria mais segura porque seria possível detectar chuvas fortes com seis horas de antecedência, com precisão do volume de água e da localização. O instituto atribui o atraso na instalação dos equipamentos à demora dos trâmites da licitação internacional. Técnicos do Inea estão nos Estados Unidos aprendendo a operar os novos equipamentos.

Fonte: Revista VEJA

Um ano após inauguração do prédio, SAMU ainda não funciona

Praticamente um ano depois da inauguração do prédio da Central de Regulação do Serviço Móvel de Urgência (Samu), localizado na Avenida Barão do Rio Branco, o serviço continua sem prazo para começar. Um processo que selecionou 43 funcionários para o local também já aconteceu, mas, segundo a Secretaria de Saúde, não há prazo para a abertura. As intervenções no prédio tiveram início em maio do ano passado, mas, devido a mudanças no projeto, as obras atrasaram. O local foi inaugurado no final de 2012, mas até hoje permanece fechado.
A Central de Regulação do Serviço Móvel de Urgência funcionará em um prédio na Avenida Barão do Rio Branco, local que funcionava como depósito da Secretaria de Saúde. As obras no prédio tiveram início em maio do ano passado e foram concluídas em janeiro. Os recursos para a instalação do Samu vieram do governo federal e foram liberados por meio da portaria número 716, publicada no dia 14 de abril de 2012, no Diário Oficial (DO). Foram destinadas verbas para a reforma, aquisição de mobiliário e equipamentos de tecnologia de informática para a Central de Regulação. De acordo com a portaria, ao todo foram repassados R$ 290 mil para a implantação da central, sendo que R$ 190 para a reforma do imóvel.
A cidade também conta com quatro ambulâncias do Samu desde fevereiro de 2011, que chegaram a Petrópolis após a tragédia que atingiu o Vale do Cuiabá. Os veículos foram doados pelo Ministério da Saúde.
Além disso, após a conclusão, para que o sistema entrasse em operação, era necessário a contratação de pessoal especializado. As vagas abertas estavam divididas em 12 para motoristas, 10 para auxiliar de enfermagem, sete para enfermeiro e 14 para médico. Do total de médicos, sete ficaram nas ambulâncias e os demais no setor de atendimento à emergência, onde será determinada a gravidade do caso e o tipo de equipamento necessário para fazer o socorro. O contrato é de apenas seis meses e os salários chegam a R$ 5 mil.
No mês passado, a Secretaria de Saúde chegou a afirmar que o processo seletivo que contrataria os funcionários ainda estaria em andamento e que após conclusão da admissão os profissionais ainda passarão por uma capacitação, de acordo com as determinações do Ministério da Saúde, mas até hoje não há um prazo para que o serviço comece a funcionar.
Ainda de acordo com a prefeitura, já foram comprados equipamentos, remédios e uniformes para a realização do serviço. Outra ação foi a estruturação da central de telefônica. Com computadores, a sala foi totalmente equipada para receber as chamadas 192. Além disso a Secretaria de Saúde mantém um diálogo com os municípios da região para definir a questão do consórcio serrano de saúde.
As equipes vão atender a todo sistema que compõe o Consórcio Intermunicipal, presidido por Petrópolis, que é composto pelas seguintes cidades: Carmo, Bom Jardim, Cordeiro, Cantagalo, Trajano de Moraes, Santa Maria Madalena, Sumidouro, São José do Vale do Rio Preto, São Sebastião do Alto, Macuco, Cachoeiras de Macacu, Duas Barras, Guapimirim, Teresópolis e Nova Friburgo. Inicialmente, a central atenderá apenas Petrópolis.
A central será responsável pelo atendimento de todas as chamadas 192 efetuadas nos municípios do consórcio. O governo federal vai custear 50% das despesas e o restante será rateado entre o governo estadual e os municípios (25% para cada). O GSE, serviço prestado pelo Corpo de Bombeiros às vítimas de acidentes nas estradas, também será mantido.

Ariane Nascimento/ A Tribuna

Colisão na BARRA DO IMBUI

Colisão grave na Barra do Imbuí três pessoas gravemente feriadas são lavadas para o HCT








Final de semana de muitos acidentes

Colisão na RJ 130 próximo á Boa Fé, motorista da GM Montana perde o controle e causa a colisão, pista molhada pneus em péssimo estado de conservação além de velocidade podem ter causado este acidente, o motorista da caminhonete e a carona foram levados para o HCT, ela em estado grave já o motorista do GM Vectra e o carona tiveram apenas ferimentos leves





Emendas de R$ 210 milhões para Petrópolis







O deputado estadual Bernardo Rossi (PMDB) apresentou 154 emendas ao orçamento 
do estado para 2014, com o objetivo de contemplar Petrópolis com mais de R$ 210 milhões em obras e serviços. As emendas foram focadas em Habitação, Saúde, Educação e Defesa Civil, prioritariamente. O orçamento do estado está estimado em R$ 75,9 bilhões – 5,67% acima do desempenho do exercício deste ano. As emendas serão votadas pela Comissão de Orçamento e Finanças da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), na primeira semana de dezembro.

“A importância de apresentar e defender as emendas pode ser medida pelo que já conseguimos trazer para Petrópolis: 500 bolsas de ensino superior na UCP, Clínica da Família em Corrêas, UBS em Itaipava, Asfalto na Porta em 41 ruas de sete bairros, a reforma de quatro BNHs onde residem mais de 10 mil pessoas, a regularização fundiária para quatro mil famílias, a reforma de escolas estaduais e até mesmo o aluguel social para vítimas das chuvas. Os recursos foram garantidos por meio de emendas parlamentares que apresentei isoladamente e em conjunto com outros deputados", lista Bernardo Rossi. 
Na área de Saúde, Bernardo quer que o estado contemple Petrópolis com mais oito Clínicas da Família (Independência, Quitandinha, Posse, Pedro do Rio, Araras, Duarte da Silveira, Itaipava e Estrada da Saudade), investimento de R$ 30 milhões, além de uma UPA 24 horas em Itaipava e mais quatro ambulâncias. "Também estamos pleiteando uma Farmácia Popular em Itaipava e uma Clínica para Recuperação de Dependentes Químicos que, juntos, somariam mais R$ 3 milhões", enumera o deputado. 
A construção de quadras esportivas em 10 comunidades, a implantação do Centro Vocacional Tecnológico (CVT) e de mais duas unidades da Faetec, uma em Cascatinha e outra voltada para o setor de hotelaria, além da ampliação da já existente, somam emendas estimadas em mais de R$ 10 milhões para a área de Educação da cidade. Bernardo Rossi também apresentou emendas para a reforma de 16 escolas estaduais e do Centro de Ensino Superior (CES), além de mais 500 bolsas na UCP e a instalação de um campus da UERJ na cidade. 
“A área de Habitação recebeu atenção especial em duas frentes: a ampliação da regularização fundiária, que hoje está contemplando 40 mil pessoas, e que queremos que dobre no próximo ano com mais comunidades assistidas como Fazenda Inglesa, Duarte da Silveira e 24 de Maio, e também a preservação de conjuntos habitacionais, em que conseguimos a reforma de quatro deles, obras já realizadas e que consumiram R$ 15 milhões", apontou Bernardo Rossi. O deputado petropolitano estima mais R$ 15 milhões para a reforma dos BNHs Sargento Boening, Alto da Serra, São Sebastião, Bingen e Corrêas. 
Incentivos para a agricultura familiar em áreas como Bonfim, Brejal, Caxambu e Posse, também estão previstos em emendas parlamentares de Bernardo Rossi, assim como melhorias no trânsito como uma segunda ponte em Bonsucesso e outra na altura  do Aranha-Céu, em Itaipava, estruturas como a que será construída em Corrêas, já em fase de licitação, fruto de emenda do deputado ao orçamento do estado deste ano. 
“A instalação de uma Delegacia da Mulher, a revitalização urbana de Itaipava, o desenvolvimento sustentável de microbacias, a recuperação de estradas na área rural, todas esses setores estão contempladas nas 154 emendas e com elas pretendemos cobrir todas as áreas que os investimentos são essenciais para a cidade", estima Bernardo Rossi. 
R$ 20 milhões para Centro de Monitoramento: Defesa Civil
A área de Defesa Civil, além de contenção de encostas, prevê entre as emendas apresentadas por Bernardo Rossi a instalação de um Centro de Operações integrando, em um mesmo espaço físico, órgãos públicos e concessionárias para monitorar, 24 horas por dia, o funcionamento de toda a cidade. O objetivo é alertar os setores responsáveis sobre riscos e medidas urgentes que devem ser tomadas em casos de emergência.
“A exemplo do Rio, queremos também um radar meteorológico, acoplado ao próprio Centro de Operações, que possa prever chuvas fortes, o nosso principal problema em desastres naturais, com até 48 horas de antecedência", afirma.
 Asfalto na porta para mais 10 bairros e recuperação de estradas rurais
Em um ano e meio, 41 ruas em sete bairros de Petrópolis foram asfaltadas com recursos – cerca de R$ 10 milhões – do governo do estado por meio de indicações de Bernardo Rossi. Para o orçamento 2014, o deputado petropolitano quer mais R$ 12 milhões em investimentos em asfalto em mais 10 bairros (Alto da Serra, Cascatinha, Retiro, Corrêas, Independência, Nogueira, Mosela, Bingen, Itaipava e Quitandinha).
“Temos uma forte preocupação também com as localidades rurais que precisam escoar as suas produções e com as áreas de turismo ecológico, de aventura e de lazer. O governo do estado já tem feito este trabalho, mas estamos indicando mais áreas, não só as residenciais como as com potencial econômico, sejam agrícolas ou de turismo, para ser incluídas em reformas e melhorias", afirmou. 

Ação judicial ameaça atrasar estruturas temporárias para Copa-2014

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As estruturas temporárias para a Copa-2014 estão ameaçadas de atraso por conta de uma discussão sobre quem vai paga-las que ocorre na Justiça. Essas instalações -que incluem lugares para mídia, patrocinadores, televisão, entre outros itens – são consideradas essenciais pela Fifa para a realização do campeonato. Mas as cidades-sede paralisaram contratações por conta de ação do Ministério Público Federal.
Em setembro e outubro, procuradores entraram com duas ações exigindo que as estruturas temporárias para estádios e para transmissões de televisão não fossem pagas por municípios e governos do Estado. Alegaram que não haveria nenhum ganho para o público. Mas a Fifa e o COL (Comitê Organizador Local) têm contratos assinados com o compromisso das autoridades públicas de bancar esses custos.
No meio dessa disputa, faltam apenas quatro meses para o início das instalações das estruturas, previstas pelo COL para março, três meses antes do Mundial. Em reunião nesta sexta-feira, no comitê, as cidades-sedes acordaram que as contratações ficariam paralisadas até haver uma resolução para a ação judicial do MPF, que não tem decisão até agora.
“Vamos aguardar para ver o que vai acontecer. Se não precisarmos fazer esse investimento, seria melhor. Apesar do que, temos um compromisso de contratar”, afirmou o coordenador para Copa-2014 no Amazonas, Miguel Capobiango. O secretário extraordinário para Copa do Distrito Federal, Claudio Monteiro, explicou que também espera uma posição da Justiça.
As cidades-sede já começaram o trabalho de levantamento do que será necessário de estruturas provisórias com o COL e a Fifa, além de cotação de preços no mercado. Só que não prepararam o processo licitatório com esse objetivo.
“Continuamos com o processo para preparar a contratação. Se houver uma decisão judicial contrária, podemos paralisar ou reverter”, explicou a coordenador para Copa-2014 na Bahia, Lilian Pitanga.
A questão é que, para fazer a contratação, terá de ser iniciado um processo de licitação que demora dois meses, na visão dos administradores públicos. Ou seja, para que se inicie a instalação em março, isso teria de começar em janeiro de 2014.
“Não vai dar para esperar o tempo inteiro. Se não sair, vamos tocar o processo”, reconheceu Capobiango.
“A operação de montagem das estruturas complementares ocorre de forma gradativa e varia de estádio para estádio, podendo começar até três meses antes do primeiro jogo para recebimento de materiais e cabeamentos”, explicou a assessoria do COL, que, anteriormente, já reafirmou que espera o cumprimento dos acordos assinados pelos governos.
Em suas ações, o MPF alega que quer evitar um gasto de R$ 1 bilhão com estruturas provisórias na Copa-2014. E também pede o ressarcimento de cerca de R$ 229,7 milhões gastos com esse tipo de instalação na Copa das Confederações. Por conta dessa operação, cada jogo dessa competição saiu por R$ 16 milhões.