segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Prefeitura investe R$ 63 mil no Hospital Alcides Carneiro

Prefeitura investe R$ 63 mil no Hospital Alcides Carneiro
A prefeitura está investindo R$ 63 mil na reestruturação do atendimento de urologia do Hospital Alcides Carneiro (HAC). Os recursos estão sendo usados em equipamentos e na contratação de médicos; cinco profissionais foram chamados para realizar os procedimentos e os atendimentos ambulatoriais. Com a medida, o município conseguiu zerar a fila de cirurgias urológicas solicitadas por meio de mandados judiciais.
Desde agosto foram realizadas 76 cirurgias no HAC, sendo 36 só no mês de outubro. Entre janeiro e setembro deste ano, o ambulatório do HAC também fez 453 atendimentos de pré e pós-operatório. A meta da Prefeitura agora é zerar a fila de pacientes que não são de mandados judiciais. Atualmente, 105 pessoas aguardam por cirurgia.
A partir da segunda quinzena de novembro, começarão os atendimentos ambulatoriais de urologia, último passo para reestruturar o serviço na rede municipal de saúde. A previsão é que as consultas para pacientes referenciados pela secretaria de Saúde sejam realizadas às sextas-feiras, no Ambulatório do Hospital Alcides Carneiro. Atualmente 160 pessoas aguardam na fila por um atendimento.

NESTOR VIDAL DEFENDE REVITALIZAÇÃO DE LINHA FÉRREA EM GUIA DE PACOBAÍBA, BONGABA, GUAPIMIRIM


Na última sexta-feira, 8 de novembro, na Casa do Empreendedor, o prefeito Nestor Vidal defendeu a criação de um novo projeto para viabilizar a recuperação da linha férrea nos trechos entre a Estação Guia de Pacobaíba, Bongaba , e Guapimirim. O gestor explicou que promover a revitalização por etapas é mais viável e rápido do que reativar toda ferrovia até Petrópolis.
Houve um consenso entre autoridades e grupos da sociedade civil que a revitalização por trechos é de fato o melhor caminho, pois a estrutura de trilhos para ligar os pontos citados já existe, basta fazer adequações para reativá-los. Como a Guia de Pacobaíba é tombada, o Iphan aguardará a apresentação do projeto para dar o parecer final.
Para impulsionar todo entorno e atrair movimento turístico, Nestor propôs incluir no projeto um parque temático, o que criariam uma área de convivência para os moradores da região e visitantes.

Rio testa pagamento de ônibus com celular

Enquanto isso, passageiros fazem reclamações do Bilhete Único tradicional.

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No Rio, passageiros reclamam que o tempo de validade do Bilhete Único não é suficiente para fazer todo o trajeto de casa para o trabalho. Agora uma nova tecnologia está sendo testada para facilitar o pagamento de passagens.
Em vez do cartão, o passageiro vai passar o celular pela máquina. E ainda consultar o saldo pelo telefone.
Mas tem que ser um smartphone, com tecnologia NFC, que permite a troca, sem fios, de dados.
O sistema, que está sendo testado, tem previsão de começar a funcionar no ano que vem.
A forma de pagamento ainda não foi definida.
“Não tem que enfrentar fila nos postos para comprar o cartão, e o embarque é muito mais rápido”, diz a coordenadora da Riocard Patricia Araújo.
“Em qualquer lugar que você estiver você pode comprar sua carga, e não ter que ir a posto, nem nada”, afirma o diretor da Riocard, Homero Quintaes.
Taí uma reclamação recorrente de quem usa o Bilhete Único no Rio. “Encontro filas às vezes. Você está com pouco de pressa para chegar ao trabalho, a fila para recarregar é muito ruim”, reclama um passageiro.
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“Você tem que fazer uso do dinheiro, enquanto a recarga não é liberada, ou enfrentar uma fila imensa aqui no subsolo da Central para fazer a recarga na máquina”, diz o funcionário público Rodrigo Amorim.
“O problema do Bilhete Único hoje é recarregar mesmo”, afirma outro passageiro.
Mas esta não é a única reclamação.
O Bilhete Único surgiu para facilitar a vida do cidadão, não para complicar ainda mais. Só que muita gente que chega à Central do Brasil vem de longe, já pegou mais de uma condução e quando vem pegar o ônibus, o tempo do bilhete já expirou e tem que pagar outra passagem.
São duas horas para os trechos no Rio e meia hora a mais para os trechos intermunicipais.
O Clécio sai de casa às 5h30 da manhã em Sepetiba, na Zona Oeste. O trabalho dele fica a 48 quilômetros, na Pavuna, Zona Norte. Tem que fazer baldeação, o trajeto é demorado. Muito trânsito. “Duas horas e quarenta”, diz ele.
Keila mora a 70 quilômetros do Centro da cidade. Ela caminha para não pagar duas passagens. “Eu venho de muito longe, Santa Cruz, lá na Zona Oeste. De duas horas já passou, às vezes quero pegar ônibus e eu tenho que pagar mais. Aí, não uso. Vou a pé”, conta a estudante Keila Paiva.
A Secretaria Municipal de Transportes informou que, como não houve reajuste da tarifa em junho deste ano, não vai ser possível aumentar o intervalo do uso do bilhete eletrônico.
Sobre as filas e a dificuldade para fazer a recarga, a Riocard disse que o serviço pode ser feito pela internet e em mais de 1.600 postos.

Fonte:G1

Em audiência pública proposta pelo deputado Nilton Salomão, a Comissão de Saúde da ALERJ, autoridades e especialistas discutiram a “judicialização da Saúde em diabetes” no Estado do Rio de Janeiro

A luta pela vida não é doce para os diabéticos que dependem do SUS no Rio


“Nossa luta para aprovar o projeto de lei 1047/2011, que cria um fundo para bancar a aquisição de novos insumos e medicamentos para os diabéticos, foi um dos motivos dessa audiência pública”, declarou o deputado estadual Nilton Salomão, durante a audiência sobre a “Judicialização da Saúde em Diabetes”, realizada no Auditório Nelson Carneiro, da ALERJ, no dia 08 de novembro de 2013.
Ao lado de Salomão na mesa, o presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, deputado Márcio Panisset, abriu os trabalhos, que contaram com a presença de autoridades e especialistas no tema. “Parabenizo o meu colega Nilton Salomão que, mesmo não sendo da área da Saúde, luta há muitos anos pelo setor, em especial no que é relativo à prevenção e ao tratamento do diabetes”, comentou a deputada Cida Diogo, que também participou do evento. A deputada é médica, diabética e também membra da comissão.

Segundo a Professora Dra. Solange Travassos, diretora da UADERJ (União das Associações de Diabéticos do Estado do Rio de Janeiro), um dos problemas que devem ser atacados mais rapidamente é o do diabetes infantil. “Uma mãe de um diabético pode dar uma aula para nós. E a criança? Há escolas despreparadas, cuja merenda escolar, por exemplo, não prevê esse tipo de aluno. O acesso ao vale-transporte, para o tratamento em outras cidades, nos casos mais graves, além do atendimento multidisciplinar, são coisas que precisam ser discutidas e solucionadas”, exemplificou a Dra. Solange, que é diabética.

Representando a Sociedade Brasileira de Diabetes, o Dr. João Ivan Régis lembrou que 90% dos casos de diabetes são do tipo 2, menos grave. “O pior é nos casos mais complicados, do tipo 1, quando você sabe o que é o melhor para o paciente, ele não consegue o que precisa e tem que recorrer à Justiça. É ruim para ele e para nós, que não podemos fazer nada, além de esperar a solução jurídica”, comentou ele. Segundo o Dr. Régis, o Estado do Rio tem de 7% a 8% de diabéticos. “E o tratamento inicial, que é barato, acaba se transformando em gastos expressivos com insumos, internações, transplantes e até amputações”, completou.

Judicialização tem que ser a última instância: o fundamental é o diálogo, diz o procurador do estado

O representante da Procuradoria Geral do Estado, Dr. Bruno Terra de Morais, concordou que “a judicialização não é boa para ninguém, porque o Judiciário fica abarrotado de processos — no Rio, são 22 mil e, no Interior, 8 mil em geral; 1.248 apenas sobre medicamentos e insumos para diabéticos — e o Estado fica onerado em seus gastos. Além do paciente, que espera o desenrolar do processo judicial, que nunca termina”, comentou. Segundo o Dr. Bruno, “a judicialização tem quer ser a última instância, pois o fundamental é haver, antes, um diálogo institucional, das partes competentes. Para ele, a PGE fica malvista, porque parece estar litigando com pessoas doentes e sem recursos, mas ela tem que cumprir esse papel, exatamente para lutar pelo direito desses pacientes”, explicou.

Representaram a OAB-RJ os doutores Luís Felipe Conde e Daniele Bittencourt. Pela Defensoria Pública, a Dra. Samantha Monteiro frisou que os municípios também devem ser responsabilizados por esses casos que chegam ao Judiciário, “pois recebem verba suficiente para bancar os remédios e insumos e não repassam à população; e o fazem muitas vezes por incompetência, por não saberem gerir esses recursos”, completou. Segundo ela, o problema está nos insumos mais caros, as chamadas insulinas análogas, por exemplo, já que a insulina regular, NPH, é fornecida gratuitamente pelo SUS. “No caso das análogas, a negativa já vem do Ministério da Saúde, mas vários estados já fornecem estes medicamentos pelas demandas judiciais. O Rio de Janeiro ainda não”, esclareceu.

“Fiquei sabendo aqui que quem define os preços dos insumos e medicamentos análogos é a Câmara de Medicamentos dentro da ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. E que se baseia no preço em outros países, especialmente os europeus. Isso me lembra o futebol, que quer mudar de patamar, fixar o novo torcedor, o novo estádio, a nova forma de manifestação, ou seja, criar um padrão internacional. E, no caso do diabetes, as famílias de baixa renda não têm o padrão europeu de remuneração”, criticou o deputado Salomão, que lembrou ser autor, com o então deputado estadual Sérgio Cabral, da Lei 3885/2002, que “define diretrizes para uma política de prevenção e atenção integral à saúde da pessoa portadora de diabetes, no âmbito do Sistema Único de Saúde, e dá outras providências”.

O deputado afirmou que fará novo apelo ao Secretário Estadual de Saúde e até ao agora governador Cabral para apoiar a luta dos diabéticos e ajudar a aprovar sua lei 1047/2011. “Sou um homem de fé e estou crendo, pelo que discutimos aqui, que vamos avançar nessas questões e conseguir vitórias”, concluiu o presidente da comissão, Márcio Panisset, ante de encerrar a audiência pública.

Carro é abandonado no Alto após colisão


Honda Civic abandonado estava com a dianteira avariada após ter se envolvido em colisão no Alto
Honda Civic abandonado estava com a dianteira avariada após ter se envolvido em colisão no Alto

- Poste de iluminação foi derrubado e veículo ficou destruído


A Polícia Militar encontrou um automóvel abandonado na manhã desta sexta-feira no Bairro do Alto. O veículo estava com sinais de ter sofrido um acidente, mas não foi possível constatar o que exatamente aconteceu porque não foram encontrados envolvidos e nem testemunhas do fato.
Pouco antes das 6 da manhã, a PM recebeu informações de que um veículo estava abandonado na Avenida Alberto Torres, no sentido de descida em direção ao centro da cidade, próximo ao Hospital São José. A partir do acionamento feito pelo atendimento telefônico da sala de operações, uma viatura foi encaminhada para o local.
Os agentes chegaram rapidamente e constataram que se tratava de um Honda Civic de cor preta que estava com partes da lataria amassadas e o vidro pára-brisas rachado. No interior do veículo verificou-se que os dois air bags foram acionados, dando a entender que o caso se tratava de uma colisão ocorrida no local.


Carro derrubou um poste de luminária que tombou sobre ele e destruiu o pára-brisas
Carro derrubou um poste de luminária que tombou sobre ele e destruiu o pára-brisas

Marcas do carro


No entorno de onde o automóvel foi deixado havia marcas que provavelmente foram provocadas pelo carro. O motorista teria perdido o controle da direção, batendo em um poste de uma luminária do canteiro que divide as pistas. Algumas marcas de pneus que foram encontradas no asfalto, dão a entender que possivelmente esse condutor, além de ter colidido, ainda teria subido o canteiro invadindo a contramão e ainda voltou para o outro lado da avenida.
A polícia ainda investiga o caso para chegar ao responsável pelo veículo e ainda não tem informações do que aconteceu. A Guarda Municipal foi acionada e com o apoio de um guincho, removeu o automóvel da avenida, levando para o Depósito Municipal em Três Córregos.
A polícia averiguou a placa do veículo e não identificou nenhuma irregularidade e por isso o dono poderá reaver o bem diretamente no deposito levando documentos de comprovação de propriedade.


Fonte: José Carlos CACAU/ O Diario

Protesto fecha a Rodovia Rio-Teresópolis

A Rodovia Rio-Teresópolis ficou fechada entre as 16h e às 19h deste domingo devdo a um protesto feito por moradores de seu entorno. A manifestação ocupa o trecho que vai do Km 112 ao Km 111, em Citrolândia, localizado entre Magé e Guapimirim.
Os manifestantes, que atearam fogo em pneus e em pedaços de madeira, pedem a volta do retorno fechado pela Concessionária Rio-Teresópolis em 2010. A Polícia Militar e a Polícia Rodoviária Federal se encontram no local e tentam negociar a abertura parcial da via.
Através do WhatsApp do Extra (21-99644-1263), leitores enviaram fotos do protesto.- O clima está tenso, mas a manifestação ocorre de maneira pacífica. Queremos o nosso retorno de volta. Todo domingo vai ser assim até a concessionária nos dar uma posição - afirma Emerson Almeida Dias.

Protesto fecha a Rodovia Rio-Teresópolis
Protesto fecha a Rodovia Rio-Teresópolis Foto: Divulgação

Uma rota alternativa por Magé foi criada para os motoristas que seguem no sentido Teresópolis, e não foi verificada retenção. Já no sentido Rio, embora um outro caminho também tenha sido feito, há retenção de 1km.

Protesto fecha a Rodovia Rio-Teresópolis
Protesto fecha a Rodovia Rio-Teresópolis Foto: / Divulgação

Em nota, a Concessionária Rio-Teresópolis explica que o fechamento do Retorno de Parada Ideal foi motivado pelo volume de veículos envolvidos em acidentes em 2009. “A CRT foi notificada pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e pela PRF para realizar o fechamento do referido retorno (ocorrido em 2010), já que o mesmo tornou-se, com o aumento no fluxo de veículos na rodovia nos últimos anos, em um ponto crítico gerador de acidentes”.
A Concessionária ainda informa que “não existe previsão contratual para a construção de um viaduto no Km 111 assim como não será possível reabrir o retorno em nível de Parada Ideal por se tratar de um ponto gerador de acidentes graves”.


Fonte:O Extra

sábado, 9 de novembro de 2013

- EDIÇÃO DESTA SEMANA NÃO PERCA O JORNAL MAIS LIDO DA REGIÃO SERRANA,JORNAL NOTICIAS DA HORA















Petrópolis: Castelo de Itaipava prepara o seu primeiro réveillon

Faltam menos de dois meses para o fim do ano, mas os ingressos para a festa de réveillon do Castelo de Itaipava já estão quase no fim, de acordo com a organização do evento. Além da ceia caprichada e da música, estão programados uma grande queima de fogos e um café da manhã no primeiro dia do ano.
Réveillon terá queima de fogos e pacote inclui café da manhã do dia seguinte. (Foto: Divulgação)
Réveillon terá queima de fogos e pacote inclui café da manhã do dia seguinte. (Foto: Divulgação)

O “line-up” terá a banda carioca Seu Bando, que toca desde samba a rock’n’roll, e as performances dos DJs Mau (anos 90), Carlinhos Tardioli (anos 70 e 80), Vinícius Magalhaes (house) e do VJ Scali, que comandará as imagens nos telões.
Já o cardápio da festa será assinado pelo bufê Renato Fragoso e contará com opções como o tartelette com salada de salmão, musse de gorgonzola e tortilhas com berinjela, para a entrada; filé Whelinton com shiitake e legumes e peito de peru à califórnia, como prato principal; e musse de chocolate com nozes e strudel de maçã para a sobremesa.
Os ingressos custam a partir de R$ 450. Crianças de até 4 anos não pagam. Para as que têm entre 5 e 10 anos, o valor da entrada é de R$ 50; e de 11 a 17, R$ 100.
Além disso, hotéis da cidade, como o Resort Bomtempo e as pousadas Altenhaus e Arcádia Mall fizeram uma parceria com o Castelo de Itaipava e estão vendendo pacotes com hospedagem e ingressos incluídos. Mais detalhes sobre a festa estão na página castelodeitaipava.com.br e pelo telefone (24) 2222-0900.

Fonte: O Globo

Dragagem nos rios de Friburgo avançam, mas demolições não !!



Algumas casas aguardam desde 2011 para serem demolidas. (Foto: Divulgação)
Algumas casas aguardam desde 2011 para serem demolidas. (Foto: Divulgação)
Apesar de já ser mês de novembro, os friburguenses tiveram uma semana cinzenta, com chuva, vento e frio e ainda não conseguiram se livrar dos agasalhos. A chegada da temporada de chuvas deixa todos em alerta, temerosos e sem saber se as obras realizadas no município foram suficientes para dar um pouco mais de tranquilidade, principalmente para as populações ribeirinhas.
O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) informa que as obras em Nova Friburgo, com investimento de R$ 194 milhões, com recursos federais (PAC) foram iniciadas em março de 2013 e têm previsão de término em 38 meses. Portanto, continuam por mais dois anos e meio.
No Córrego Dantas o trabalho inclui dragagem, adequação de calha, proteção e contenção das margens, reflorestamento e implantação de parques fluviais, num trecho de três quilômetros. Também será feita a duplicação de uma ponte  e a substituição de outras oito. Já no Rio Bengalas a obra prevê dragagem, adequação da calha, proteção e contenção das margens num trecho de 3,5 quilômetros.
Se as obras nos rios avançam, o mesmo não se pode dizer das demolições. Vários imóveis, nos mais diferentes bairros, atingidos pela tragédia climática de janeiro de 2011, foram marcados para serem demolidos, o que ainda não ocorreu. Segundo o Inea, elas dependem da conclusão do processo de negociação com os proprietários.
Quanto às obras já realizadas no município, as ações emergenciais após as chuvas de 2011 consistiram principalmente em dragagem do Córrego Dantas e dos rios Bengalas e Grande. No Córrego Dantas foram retirados 20,3 mil metros cúbicos de sedimentos, numa extensão de 2.260 metros. No Rio Bengalas, o volume retirado foi de 15,7 mil metros cúbicos de sedimentos, em 3,5 quilômetros. O Rio Grande teve 615 metros de extensão dragados, num total de 5,5 mil metros cúbicos de sedimentos retirados.
Dragagem no Rio Bengalas, na altura do Prado, em Conselheiro Paulino. (Foto: Divulgação)
Dragagem no Rio Bengalas, na altura do Prado, em Conselheiro Paulino. (Foto: Divulgação)

O Inea também realizou estudos, baseados em levantamento aerofotogramétrico, que delimitaram as áreas com alto risco de inundação nas margens dos rios. Esta delimitação serviu de base para a demolição de imóveis situados nessas áreas, nas quais serão implantados parques fluviais para evitar novas ocupações.

Fonte: A Voz da Serra
Por Mário Rangel

Interdições na Serra para detonações de rochas continuam até o final do mês

Interdições na Serra para detonações de rochas continuam até o final do mês
Entre os dias 11 e 30 de novembro,  as obras da Nova Subida da Serra de Petrópolis terão continuidade, com a interdição de trechos da rodovia para detonação de rochas.
De acordo com a programação feita pela Concer, os trechos da rodovia BR-040 no Km 92,5 e Km 87,5 no sentido Rio de Janeiro, e na altura do Km 78 sentido Juiz de Fora e Km 80 sentido Rio de Janeiro, sofrerão interrupções para detonação de rochas, que contarão com o uso de material apropriado para minimizar o lançamento de resíduos.
A Concer confirmará cada detonação com um dia de antecedência, de acordo com questões operacionais, de segurança e climáticas do período, através do site www.novaserraconcer.com.br.
Para a próxima segunda-feira (11) já há confirmação de detonações. Elas ocorrerão somente no Km 80 sentido Rio de Janeiro e no Km 78 sentido Juiz de Fora, às 15h.
Fique atento aos demais horários das detonações em novembro e programe a sua viagem:
Km 92,5 no sentido Rio de Janeiro: detonações de segunda a sexta-feira, às 10h, com interdição total da pista por até 1 hora.
Km 87,5 no sentido Rio de Janeiro: detonações de segunda a sexta-feira, às 10h, com interdição total da pista por até 1 hora.
Km 80 no sentido Rio de Janeiro: detonações de segunda a sexta-feira, às 15h, com interdição total da pista por até 30 minutos.
Km 78 no sentido Juiz de Fora: detonações de segunda a sexta-feira, às 15h, com interdição total da pista por até 30 minutos.

Policial à paisana é morto a tiros no bairro Quinta Lebrão, em Teresópolis

Vítima estava dirigindo quando foi rendido por alguns homens.
Rafael Cordeiro do Castro morreu no local do crime.

Durante a madrugada deste sábado (9), um policial que estava à paisana foi morto a tiros no bairro Quinta Lebrão, em Teresópolis, Região Serrana do Rio. Rafael Cordeiro do Castro estava dirigindo seu carro quando foi parado por alguns homens, que o renderam e com a arma do policial efetuaram disparos na cabeça da vítima.


Rafael morreu no local do crime, na rua Álvaro Paná. Um homem, que não foi identificado, também estava no carro junto com o policial, mas ele não sofreu ferimentos. O corpo da vítima já foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML).



De acordo com a polícia, Rafael era de Teresópolis, mas trabalhava na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha, no Rio de Janeiro. O caso foi registrado da 110ª Delegacia de Polícia, no Alto. Segundo o delegado titular, Valter Barros, o crime foi um caso isolado e não teria qualquer relação pelo fato da vítima trabalhar em uma UPP. Ainda de acordo com o delegado adjunto, Paulo César, que está cuidando do caso, a polícia tem três suspeitos e já conseguiu identificar um deles.

fonte:g1

Fórum inaugurado em Teresópolis

Presidente do TJ-RJ, Desembagadora Leila Mariano, discursa observada
pelas demais autoridades presentes

Inaugurado na manhã desta sexta-feira, 8, o novo prédio do Fórum Juiz Ivo de Carvalho Werneck, da Comarca de Teresópolis, já estará atendendo a população na próxima segunda-feira. A solenidade de inauguração reuniu a presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), desembargadora Leila Mariano, o corregedor-geral de Justiça, desembargador Valmir de Oliveira Silva, o desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, presidente do TJRJ no período 2011-2013, além de juízes, advogados, servidores da Justiça e convidados. O prefeito Arlei Rosa, secretários municipais e os vereadores Maurício Lopes – presidente da Câmara Municipal, Dr. Antonio Francisco, Dr. Carlão, Dedê da Barra, Fábio Filé e Da Ponte representaram as autoridades do Executivo e do Legislativo. 
Questionada quando de seu início, o Fórum fica pronto com um investimento em torno de R$ 40 milhões
 e executada entre fevereiro de 2012 e novembro de 2013 pela empresa Delta, contratada através de licitação pelo Tribunal de Justiça, a obra tem área total de 12.059,90m² e conta com cinco andares. O prédio possui teto verde, água com sistema de aquecimento solar, automação predial, acessibilidade e sistema de reutilização de águas pluviais. E é previsto que reúna, em um só lugar, todos os órgãos da Justiça estadual, facilitando o acesso da população ao exercício de seus direitos fundamentais.


As novas instalações foram construídas em espaço da Praça Governador Portela que foi desafetado e cedido em junho de 2011, através de projeto de lei do Executivo Municipal, aprovado por unanimidade pela Câmara de Vereadores. Em contrapartida, de acordo com termo de cessão publicado no Diário de Justiça do Estado, os antigos prédios onde funcionava o Fórum, na Avenida Lúcio Meira, no Centro, será cedido à Prefeitura. De acordo com a Secretaria Municipal de Administração, até o fim de novembro o imóvel será disponibilizado pelo Tribunal de Justiça para a Prefeitura, quando será feito um levantamento de toda a área disponível. A ideia do Executivo Municipal é instalar no local, prioritariamente, algumas das secretarias municipais que funcionam em imóveis alugados, o que vai gerar grande economia para os cofres públicos.

Com informações da Ascom PMT  - Fotos: Marco Esteves

Comissão de Saúde da ALERJ, autoridades e especialistas discutiram a “judicialização da Saúde em diabetes” no Estado do Rio de Janeiro

Dr. Bruno; deputada Cida Diogo;
 deputado Márcio Panisset; deputado Nilton Salomão ; Dr. Régis
“Nossa luta para aprovar o projeto de lei 1047/2011, que cria um fundo para bancar a aquisição de novos insumos e medicamentos para os diabéticos, foi um dos motivos dessa audiência pública”, declarou o deputado estadual Nilton Salomão, durante a audiência sobre a “Judicialização da Saúde em Diabetes”, realizada no Auditório Nelson Carneiro, da ALERJ, no dia 08 de novembro de 2013.
Ao lado de Salomão na mesa, o presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, deputado Márcio Panisset, abriu os trabalhos, que contaram com a presença de autoridades e especialistas no tema. “Parabenizo o meu colega Nilton Salomão que, mesmo não sendo da área da Saúde, luta há muitos anos pelo setor, em especial no que é relativo à prevenção e ao tratamento do diabetes”, comentou a deputada Cida Diogo, que também participou do evento. A deputada é médica, diabética e também membra da comissão.
Segundo a Professora Dra. Solange Travassos, diretora da UADERJ (União das Associações de Diabéticos do Estado do Rio de Janeiro), um dos problemas que devem ser atacados mais rapidamente é o do diabetes infantil. “Uma mãe de um diabético pode dar uma aula para nós. E a criança? Há escolas despreparadas, cuja merenda escolar, por exemplo, não prevê esse tipo de aluno. O acesso ao vale-transporte, para o tratamento em outras cidades, nos casos mais graves, além do atendimento multidisciplinar, são coisas que precisam ser discutidas e solucionadas”, exemplificou a Dra. Solange, que é diabética.
Representando a Sociedade Brasileira de Diabetes, o Dr. João Ivan Régis lembrou que 90% dos casos de diabetes são do tipo 2, menos grave. “O pior é nos casos mais complicados, do tipo 1, quando você sabe o que é o melhor para o paciente, ele não consegue o que precisa e tem que recorrer à Justiça. É ruim para ele e para nós, que não podemos fazer nada, além de esperar a solução jurídica”, comentou ele. Segundo o Dr. Régis, o Estado do Rio tem de 7% a 8% de diabéticos. “E o tratamento inicial, que é barato, acaba se transformando em gastos expressivos com insumos, internações, transplantes e até amputações”, completou.
Judicialização tem que ser a última instância, diz o procurador do estado
O representante da Procuradoria Geral do Estado, Dr. Bruno Terra de Morais, concordou que “a judicialização não é boa para ninguém, porque o Judiciário fica abarrotado de processos — no Rio, são 22 mil e, no Interior, 8 mil em geral; 1.248 apenas sobre medicamentos e insumos para diabéticos — e o Estado fica onerado em seus gastos. Além do paciente, que espera o desenrolar do processo judicial, que nunca termina”, comentou. Segundo o Dr. Bruno, “a judicialização tem quer ser a última instância, pois o fundamental é haver, antes, um diálogo institucional, das partes competentes. Para ele, a PGE fica malvista, porque parece estar litigando com pessoas doentes e sem recursos, mas ela tem que cumprir esse papel, exatamente para lutar pelo direito desses pacientes”, explicou.
Representaram a OAB-RJ os doutores Luís Felipe Conde e Daniele Bittencourt. Pela Defensoria Pública, a Dra. Samantha Monteiro frisou que os municípios também devem ser responsabilizados por esses casos que chegam ao Judiciário, “pois recebem verba suficiente para bancar os remédios e insumos e não repassam à população; e o fazem muitas vezes por incompetência, por não saberem gerir esses recursos”, completou. Segundo ela, o problema está nos insumos mais caros, as chamadas insulinas análogas, por exemplo, já que a insulina regular, NPH, é fornecida gratuitamente pelo SUS. “No caso das análogas, a negativa já vem do Ministério da Saúde, mas vários estados já fornecem estes medicamentos pelas demandas judiciais. O Rio de Janeiro ainda não”, esclareceu.
“Fiquei sabendo aqui que quem define os preços dos insumos e medicamentos análogos é a Câmara de Medicamentos dentro da ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. E que se baseia no preço em outros países, especialmente os europeus. Isso me lembra o futebol, que quer mudar de patamar, fixar o novo torcedor, o novo estádio, a nova forma de manifestação, ou seja, criar um padrão internacional. E, no caso do diabetes, as famílias de baixa renda não têm o padrão europeu de remuneração”, criticou o deputado Salomão, que lembrou ser autor, com o então deputado estadual Sérgio Cabral, da Lei 3885/2002, que “define diretrizes para uma política de prevenção e atenção integral à saúde da pessoa portadora de diabetes, no âmbito do Sistema Único de Saúde, e dá outras providências”.
O deputado afirmou que fará novo apelo ao Secretário Estadual de Saúde e até ao agora governador Cabral para apoiar a luta dos diabéticos e ajudar a aprovar sua lei 1047/2011. “Sou um homem de fé e estou crendo, pelo que discutimos aqui, que vamos avançar nessas questões e conseguir vitórias”, concluiu o presidente da comissão, Márcio Panisset, ante de encerrar a audiência pública.

Texto: Ney Reis - Foto: Divulgação

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Novembro Azul: hora de cuidar da saúde do homem

Nada de preconceito, é hora de cuidar da saúde dos homens. Após o Outubro Rosa, que buscou conscientizar as mulheres no diagnóstico precoce do câncer de mama, é a vez do Novembro Azul. O evento é mundial, mas no Brasil é coordenado pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e o Instituto Lado a Lado Pela Vida. O objetivo é levar os homens a realizarem exames preventivos para o diagnóstico do câncer de próstata, que é o sexto mais comum no mundo e o segundo mais frequente no Brasil.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), em 2012 foram identificados mais de 60 mil novos casos da doença. O câncer de próstata é considerado um problema de saúde pública mundial. Cerca de 75% dos casos no mundo surgem a partir dos 65 anos.

O médico urologista Jamil Toufic orienta que os homens com histórico de câncer de próstata na família comecem a fazer exames a partir dos 40 anos. Os demais iniciem aos 45 anos.

"O diagnóstico do câncer de próstata é muito difícil, pois na maioria das vezes ele é assintomático. Quando o paciente chega a ter algum sintoma a doença já está na fase terminal, atingindo o pulmão, fígado ou algum outro órgão do corpo. A maior incidência da doença está concentrada em negros. Em pessoas com histórico familiar, as chances de desenvolver o câncer aumentam de três a dez vezes", disse Toufic. O médico acrescentou, ainda, que não é possível prevenir o câncer de próstata, mas diagnosticá-lo em seu estágio inicial, quando as chances de cura são de 80% a 90%.

A próstata é uma glândula que fica ao redor do canal da urina, debaixo da bexiga e anterior ao reto. Ela produz o líquido prostático que matura e nutre os espermatozoides até chegar ao ovário da mulher durante a relação sexual. Por isso, é muito importante no processo de fecundação. "Por causa da localização da próstata, o exame do toque é muito importante para um diagnóstico, não só do câncer, mas de qualquer outra doença na próstata, pois é possível palpá-la e verificar se há ou não algum nódulo. Existe um tabu muito grande em relação a esse exame. Ele é constrangedor e gera um certo incômodo, mas não chega a ser dor", disse o urologista.

Exames de toque e outros

Além do toque retal, outros exames também são muito importantes, como o PSA (sigla em inglês para Antígeno Prostático Especifico) - que detecta a presença de Glicoproteína, um componente que só existe dentro da célula prostática. Quando a célula é rompida, essa proteína cai na corrente sanguínea e detectada no exame de sangue. Esse exame é usado para fazer um rastreamento anual do câncer.

São feitos a ultrassonografia, que identifica as dimensões da próstata e o peso prostático, e a fluxometria fisiológica, onde é verificaca se há obstrução urinária. Mas, de todos os exames, o urologista Jamil Toufic enfatiza que o que dá certeza da presença do câncer é a biopsia.

"O paciente, anestesiado, é submetido à uma ultrassonografia que identifica se há ou não a presença do câncer" acrescentou. O câncer de próstata tem incidência grande e crescimento lento. O controle, se diagnosticado a tempo, é de 90%. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento. E o médico salienta que, ao sinal de qualquer sintoma, deve procurar atendimento médico.

"Se o paciente começar a levantar muitas vezes durante a noite para ir ao banheiro urinar; se, mesmo urinando, ele ainda sentir a bexiga cheia, o jato sai fraco ou sofre de incontinência urinária por urgência, pode ser um sinal de aumento de próstata, que ocorre tanto no câncer quanto em outras doenças da próstata", finalizou.

 

Prefeitura antecipa reajuste dos professores para janeiro: piso de R$ 925

O prefeito Rogério Cabral, junto ao vereador Marcelo Verly (e), ao secretário de Educação, Larry Busquet, e membros do Sepe, apresentou a proposta que resulta em aumento salarial de 25% para o magistério
O prefeito Rogério Cabral, junto ao vereador Marcelo Verly (e), ao secretário de Educação, Larry Busquet, e membros do Sepe, apresentou a proposta que resulta em aumento salarial de 25% para o magistério

Projeto do prefeito foi apresentado ao Sepe e encaminhado à Câmara , durante paralisação de advertência de parte da categoria

O prefeito Rogério Cabral apresentou ontem, 5, ao diretor do Sindicato dos Profissionais de Educação em Nova Friburgo (Sepe), Luiz Salarini, ao secretário municipal de Educação, Larry Busquet, e ao presidente da Comissão de Educação da Câmara de Vereadores, vereador Marcelo Verly, o projeto que incorpora a partir de 1º de janeiro de 2014 o abono de R$ 130 aos salários dos professores, elevando o piso-base dos atuais R$ 740 para R$ 870. O projeto também antecipa para janeiro o reajuste salarial da categoria em aproximadamente 25%. Ou seja, o magistério passa a ter o salário-base (professor com carga horária de 22 horas) de R$ 925 a partir do ano que vem. O reajuste beneficia também aposentados e pensionistas do magistério municipal.     

O projeto foi apresentado e assinado em ata com o Sepe em meio à paralisação parcial dos professores, que promoveram um ato pela manhã em frente à Prefeitura. Eles denunciaram que o prefeito não havia enviado as propostas de incorporação do abono, do plano de cargos, carreiras e salários do magistério e o reajuste salarial para votação na Câmara até o último dia 30 de outubro, como anteriormente prometido, mas, nesta ocasião, o prefeito estava em Brasília. Esta promessa, inclusive, culminou no encerramento da greve, que durou 14 dias no mês passado. O Sepe promoveu no fim da tarde de ontem assembleia para apresentar as propostas da Prefeitura à categoria.

A votação na Câmara de Vereadores, no entanto, não pôde ser realizada ontem, pois a sessão do Legislativo teve cunho solene para entrega da Medalha do Mérito Cultural Carlito Marchon. A próxima sessão — na quinta-feira, 7 — também será especial, portanto, o projeto que contempla benefícios para o magistério só deverá ser apreciado mesmo na semana que vem. Já o Plano de Cargos, Carreira se Salários do pessoal de apoio será encaminhado à Câmara até a última sessão deste ano do Legislativo — antes, contudo, haverá uma discussão com representantes do Sepe.    

O presidente da Comissão de Educação da Câmara, vereador Marcelo Verly, disse que o projeto apresentado ontem representa um avanço, pois contemplou também os aposentados. "Com esta proposta atualiza-se a tabela do magistério”, disse. 

No encontro, o prefeito Rogério Cabral destacou que 2013 tem sido um ano de avanços significativos graças à solução do impasse do concurso de 1999 e à garantia de reposição salarial para o magistério ainda no seu primeiro ano de gestão. "Nunca houve um diálogo tão franco e transparente com a categoria. Estamos avançando com responsabilidade. Temos uma preocupação muito grande com os profissionais da Educação, mas não estamos descuidando dos demais servidores. Meu compromisso é valorizar todos os servidores, que são o maior patrimônio da Prefeitura”, afirmou Rogério Cabral.

Fonte: A voz da serra

Mário Rangel

Produtos natalinos já estão em evidência no comércio

Símbolo máximo do Natal, o Papai Noel pode ser encontrado em diversos tamanhos e versões: cantando, dançando e até mesmo de para-quedas
Símbolo máximo do Natal, o Papai Noel pode ser encontrado em diversos tamanhos e versões: cantando, dançando e até mesmo de para-quedas

O clima de Natal já tomou conta das lojas especializadas e grandes redes de varejo de Nova Friburgo. Uma variedade de produtos típicos para a data vem colorindo vitrines e prateleiras desde meados de outubro e atraindo a atenção dos consumidores. Alguns têm se espantado com a oferta antecipada de artigos, que inclui até mesmo o tradicional panetone, que costumava ser vendido geralmente a partir do fim de novembro. 

Os itens de decoração são o carro-chefe dos produtos e estão dando um charme a mais ao comércio. Como já é de costume, um dos principais artigos é o Papai Noel, disponível em diversas formas, tamanhos e versões. Símbolo máximo do Natal, o bom velhinho pode ser encontrado cantando, dançando e até mesmo pulando de para-quedas. Seu rosto carismático também decora velas, enfeites de porta, copos, pratos e bandejas.

Outro artigo ainda mais em evidência este ano são os pisca-piscas e os enfeites iluminados. São anjos, guirlandas, árvores natalinas e papais noéis reluzentes que vêm encantando adultos e crianças. A julgar pelo bonito efeito, o produto deve ser sucesso de vendas entre quem quer decorar a casa ou dar um presente típico para as festas de fim de ano. 

O clima antecipado de Natal é uma tendência que vem crescendo a cada ano no comércio brasileiro, a exemplo do que é feito no exterior. Um dos objetivos por aqui é incentivar os consumidores a gastarem boa parte do 13º salário em compras de presentes e produtos típicos. A primeira parcela costuma ser paga no dia 20 de novembro e a expectativa é de que haja um aumento significativo no movimento do comércio a partir desta data. 

XIII PoÊterÊ acontece no dia 30 de novembro repleto de atrações



A 13ª edição do festival de poesia PoÊterÊ está marcada para o dia 30 de novembro, das 9h às 21h, com diversas atrações como estandes de venda e espaço para troca de livros, encontros com escritores, oficinas de ilustração, máscaras e bonecos de pano, saraus, contação de histórias, exposição de ilustradores (EXPO Cores e Formas da AEILIJ), apresentação teatral, música e poesia, mesa-redonda sobre Sylvia Orthof e espaço para discussões. No encerramento, além das homenagens e premiações programadas, serão comemorados os 15 anos do Centro Cultural FESO Pro Arte (CCFP) com apresentação de música clássica e coquetel. 
O tema do concurso de poesias do PoÊterÊ, nesta edição, será voltado para o imaginário infantil. O evento é promovido há 13 anos pelo Centro Cultural FESO Pro Arte (CCFP) como grande incentivo a poetas amadores e profissionais do município, de diferentes idades, trazendo renomados nomes da poesia e literatura nacionais para participar do evento. 


1ª FLI Serrana

A novidade para este ano é a 1ª FLI Serrana, a Festa Literária da Região Serrana que abre espaço para a poesia e a literatura infanto-juvenil. A grande homenageada do festival é a premiada escritora Sylvia Orthof. Autores infanto-juvenis e ilustradores irão dialogar, brincar e apresentar suas obras ao público, que contará com a presença de escolas de Teresópolis através de parceria com a Secretaria Municipal de Educação e da rede particular, oferecendo aos pequenos leitores a oportunidade de vivenciar e participar de diversas atividades literárias. 



Inscrições para o concurso

O concurso do PoÊterÊ é aberto ao público e as inscrições podem ser feitas até o dia 20 de novembro nas categorias Jovem Poeta (até 18 anos), Poeta (de 19 a 50 anos) e Poeta  da Maturidade (a partir de 51 anos). O autor pode inscrever até dois poemas inéditos em apenas uma categoria. O tema deve ser compatível com o do festival literário para o público infanto-juvenil: “Passarinhando, passeio, passarinho... cores, vôo, canto e liberdade!”. 

Na inscrição o participante entregará uma ficha impressa constando o nome do autor, o título do poema, telefone, endereço, e-mail, cópia de atestado de residência e CD contendo o arquivo de texto do poema digitado com espaçamento simples, corpo 12, fonte Times New Roman. Na parte externa do envelope informar o título do poema e a categoria de inscrição. Os trabalhos deverão ser enviados para o Centro Cultural (Rua Gonçalo de Castro, 85, Alto, Teresópolis, RJ - CEP 25.960-090). 

O regulamento completo do concurso está no edital disponível no site do UNIFESO (www.feso.br/pdf/concursos/poetere-2013-edital.pdf). Mais informações pelo telefone (21) 2644-5770.

UNIFESO realiza Dia das Profissões



O que você vai ser quando crescer? Esta pergunta deixa muitos jovens confusos e indecisos na hora de escolher a profissão e até assusta quando vai chegando a hora de dar um passo importante: prestar o vestibular. Com o objetivo de facilitar a escolha, o Centro Universitário Serra dos Órgãos (UNIFESO) vai promover no dia 14 de novembro a segunda edição do “Dia das Profissões”. Estudantes do Ensino Médio e interessados serão recebidos por profissionais e estudantes com palestras e amostras de profissões. Este ano mais uma vez acontece o sorteio de isenções de pagamento da taxa de inscrição para os treze cursos oferecidos no Vestibular Agendado: Administração, Ciência da Computação, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Direito, Enfermagem, Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia de Produção, Farmácia, Fisioterapia, Medicina Veterinária, Odontologia e Pedagogia. 

O Dia das Profissões nasceu no projeto UNIFESO Abre Portas, coordenado atualmente por prof. Antônio Henrique Vasconcelos da Rosa e Pablo Martins. “Através das ações do UNIFESO Abre Portas buscamos uma aproximação com os estudantes levando-os a conhecer a Instituição e divulgando as opções para que ele possa estudar conosco, proporcionadas pelo Plano FESO de Responsabilidade Social e pelo Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES)”, afirmou o prof. Antônio. O evento será aberto ao público e gratuito. Para participar basta comparecer ao Campus Sede (Avenida Alberto Torres, 111, Alto), entre 9h e 18h.

Câmara Municipal participa do Lidera Rio Esportes

O presidente da Câmara Municipal de Teresópolis, Maurício Lopes, participou do programa Lidera Rio Esportes, oferecido pelo Sebrae aos gestores públicos da Região Serrana. O objetivo é capacitar os gestores a desenvolver um Plano Municipal de Desportos e a captar recursos para o município, principalmente nesse momento em que o Rio de Janeiro sediará a Copa do Mundo e as Olimpíadas.

O curso foi ministrado pelo consultor do Sebrae e especialista em Gestão Esportiva Lúcio Macedo e pela consultora Luciana Malard, nos dias 29 e 30 de outubro, no Sebrae Petrópolis. O programa, lançado no final de agosto na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), com o apoio da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer, tem como objetivo contribuir para que os municípios fluminenses aproveitem as oportunidades de negócios geradas pelos megaeventos esportivos que estão na agenda fluminense, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas.

Muito além da Feirinha do Alto

Artesãs se reúnem na Praça Baltazar da Silveira, em Teresópolis, buscando reconhecimento do público local e de visitantes

- Entre as atrações de Teresópolis, a feira de artesanato do Alto é quase uma parada obrigatória. Porém, engana-se quem pensa que é a única feira por lá. A Praça Baltazar da Silveira, na Várzea, há quatro anos foi o local escolhido por artesãs que buscam espaço alternativo para mostrar os seus trabalhos a moradores e visitantes da Serra.
— A feira do Alto está superlotada, e pessoas talentosas não faltam por aqui. É essencial termos onde mostrar o que produzimos, mas muitos ainda não sabem que estamos por aqui, inclusive os teresopolitanos — afirma Ronei Cunha, há seis meses expondo no local.
Ronei, que produz bolsas e mobília com material reciclado, destaca que os requisitos que todas as artesãs tiveram de cumprir para integrar o time da feira são apenas dois:
— Comprometimento e ser mulher. A feira é exclusivamente feminina e é preciso assumir a responsabilidade de estar aqui nos dias e horário propostos com a sua produção, integralmente artesanal, é claro — explica Ronei, destacando que o evento é uma inciativa da Secretaria municipal dos Direitos da Mulher.
Maria Medeiros, uma das integrantes mais antigas da feira, conta como tudo começou:
— O início foi em uma feira anual da secretaria, na Praça Olímpica. Mas, lá, quando chovia, as atividades tinham que ser canceladas. Então, nos mudamos para cá e vem dando certo — afirma Maria, que acredita ser ainda necessário mais divulgação para a feira “estourar”.

Fonte: AMANDA MOURA/ O globo