
Silva trabalhou infiltrado na Rocinha por quatro meses, enquanto a UPP era comandada pelo major Edson Santos, e o PM Douglas Vital, vulgo Cara de Macaco, trabalhava no local. Ele é um dos principais suspeitos de envolvimento no caso. O depoimento de Silva mostra que a prática de tortura que vitimou Amarildo de Souza já era frequente antes de seu desaparecimento, em 14 de julho do ano passado.
A primeira audiência do Caso Amarildo será hoje, às 14h, na 35ª Vara Criminal da Capital. Vinte e cinco PMs foram denunciados, destes 13 já estão presos e respondem por tortura mediante sequestro com resultado de morte e ocultação de cadáver. Os outros 12 policiais que estão em liberdade são acusados de omissão e formação de quadrilha. 19 testemunhas foram arroladas pela acusação e 20 indicadas pela defesa dos réus.
Favela 247 –
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