A Polícia Militar apresentou cinco pés de maconha que estava sendo cultivados na residência que foi alvo de denúncias
- PM chegou até o acusado de tráfico depois de receber denúncias
Um homem foi preso na noite da última segunda-feira após a Polícia Militar encontrar cinco pés de maconha no terreno da casa onde ele mora no Vale dos Cedrinhos. Além das plantas, ainda foram encontrados tabletes prensados da erva e uma balança. Ele tinha ainda a quantia de R$ 322,00 em seu poder que foi apreendida junto com o material entorpecente.
A operação ocorreu após a Polícia Militar receber denúncias de que estaria ocorrendo tráfico de drogas na localidade que fica entre Albuquerque e o Vale Feliz. Os agentes da Patamo então se deslocaram pela Estrada Teresópolis-Friburgo para checar a situação e depois ficaram observando nas proximidades a movimentação na residência.
Os agentes então notaram a situação suspeita e resolveram fazer a abordagem. Na ação, eles encontraram um homem que já seria conhecido dos policiais militares por envolvimento com o comércio de entorpecentes. O próprio Sargento Roberto Carlos que comandou a operação contou que prendeu o acusado em 2009. Ele ficou preso por um ano e oito meses. Na delegacia, os policiais militares apresentaram o material apreendido. Confira a matéria completa em nossa edição impressa.
Acusado de envolvimento com a morte do policial militar foi preso na Fonte Santa
- Comandante do 30º BPM pede apoio da população para chegar até suspeitos foragidos
Dois suspeitos de terem participado do assassinato do policial militar Rafael Cordeiro do Canto no mês passado foram presos ontem em mais uma operação para tentar chegar aos responsáveis pelo crime. A ação teve início logo nas primeiras horas da manhã para cumprir mandados de prisão expedidos pela Justiça. Um dos envolvidos foi encontrado no Bairro da Fonte Santa e o outro estava no município de Guapimirim.
Os agentes do setor reservado da Polícia Militar receberam ao todo quatro mandados relativos à investigação do crime brutal ocorrido na madrugada do dia 9 de novembro, porém somente dois acusados foram encontrados. “Nós obtivemos mandados de prisão para quatro elementos que estiveram envolvidos na morte do policial Canto. Nós então, diante dos levantamentos que foram feitos pelo nosso serviço de inteligência, prendemos mais dois elementos que estiveram naquela chacina. É certo que dois deles estão foragidos, mas é questão de tempo a prisão deles”, explicou o Comandante Lima, do 30º BPM.
O Tenente Coronel Lima destacou que a população tem o papel fundamental no apoio com denúncias para encontrar os foragidos
Continua a busca
No Bairro da Fonte Santa foi encontrado o primeiro procurado. O morador da Rua Álvaro Paná foi detido e encaminhado em uma viatura para o DPO de Ermitage onde conversou com o repórter José Carlos Cacau e alegou que não teria nenhum envolvimento com o crime, negando ainda que estivesse no local na hora do ocorrido.
Após conseguir êxito nesta ação, os policiais se dirigiram até o município de Guapimirim, para o local onde tinham informações que um dos suspeitos estaria e então efetuaram a prisão. Este segundo preso foi encontrado em Parada Modelo, onde estaria realizando um serviço. Os dois foram levados para a 110ª Delegacia de Polícia para prestar depoimento.
A Polícia Militar ainda continua em busca dos outros dois sujeitos que foram apontados pela investigação com ajuda de denúncias e agora são considerados foragidos pelas autoridades. Confira a matéria completa em nossa edição impressa.
O Dep. Estadual Nilton Salomão esteve presente
na manhã última terça-feira (10/12) no lançamento do Programa de
capacitação e legalização para motocicletas e condutores de bicicleta elétrica,
promovido pelo Detran, em parceria com a Polícia Militar.
A
diretoriado departamento de trânsito do
estado esteve presente na cerimônia que aconteceu em Teresópolis, contando
inclusive com a presença do Presidente, Fernando Avelino.
O programa tem por objetivo não só educar e
capacitar os motociclistas, mas também legalizar seus respectivos veículos,
conforme prevê o Conselho Nacional de Trânsito.
Os policiais do 30º batalhão - Teresópolis - serão
os responsáveis pelo programa na Região Serrana.
Depois de uma longa e delicada negociação, Unimed e São José confirmaram a manutenção do atendimento aos conveniados
Hospital das Clínicas e Hospital São José confirmam acordo, mantém convênio e normaliza atendimentos
Os dias de apreensão dos usuários dos planos de saúde da Unimed chegaram ao fim. A cooperativa anunciou oficialmente nesta terça-feira, dia 10 de dezembro, que fechou a negociação para manter o convênio com o Hospital São José. A situação com o Hospital das Clínicas também havia sido normalizada nos últimos dias. Com isso, as duas maiores instituições de saúde da cidade seguem atendendo normalmente os usuários.
Em um e-mail encaminhado à redação de O DIÁRIO, a Unimed Serra dos Órgãos confirmou a renovação dos contratos. “Na semana passada, a Cooperativa Médica depois de uma difícil negociação confirmou o acordo com Hospital das Clínicas de Teresópolis. Agora no final da segunda-feira [9] a Unimed informou que concluiu a renovação com o Hospital São José garantindo aos seus clientes os serviços médicos hospitalares dos dois principais hospitais da cidade”.
A correspondência eletrônica detalha ainda as dificuldades e desafios que tem encontrado a cada ano na renovação dos contratos com a rede hospitalar, justificando a regulação imposta pela Agência Nacional de Saúde Suplementar que pôs um teto de 9,04% para o reajuste das mensalidades dos conveniados. “Na verdade quando chega o momento da negociação entre planos de saúde e hospitais as contas não fecham. Os custos de serviços hospitalares são bem maiores e as negociações são desafiadoras”, revela a nota. Confira a matéria completa em nossa edição impressa
O caos que as chuvas têm causada no Rio de Janeiro fez com que o prefeito Eduardo Paes pedisse para que a população evite sair de casa ao longo desta quarta-feira. Os temporais provocaram alagamentos, diversos picos de congestionamento, vias bloqueadas e ruas alagadas.
"Quando chove forte em uma cidade grande como o Rio de Janeiro há esse tipo de transtorno. Nosso pedido para a população é que se não tiver que se deslocar que não se desloque. A cidade está funcionando normalmente, mas é sempre bom que quem não tiver que sair que evite o deslocamento", disse Eduardo Paes (PMDB) em entrevista ao programa 'Bom Dia Rio', da TV Globo.
Abaixo, reportagem da Agência Brasil sobre o caos na capital:
Bolsões d'água fecham vias importantes de chegada ao centro do Rio
Vinícius Lisboa
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A Avenida Brasil, principal via da cidade foi fechada nos dois sentidos na altura do Trevo das Margaridas, onde encontra a Rodovia Presidente Dutra por causa dos alagamentos. A interdição bloqueia o principal acesso a metade da zona oeste da cidade e parte da Baixada Fluminense ao centro. A capital segue em estado de alera.
Agentes de trânsito orientam motoristas no local, mas muitos já tentam retornar para casa ou seguir por caminhos alternativos. Mesmo passageiros de ônibus estão descendo ao longo da via e tentando voltar a pé. O advogado José Carlos Vieira, de 77 anos, conta que saiu de casa de van às 6h30, do bairro de Bangu, e quase três horas depois, só conseguiu chegar a Realengo, bairro vizinho.
"Tinha uma audiência as 9h10, mas com certeza será adiada. O percurso até o centro dura normalmente 50 minutos. Hoje, em quase três horas, fizemos um caminho que costuma durar só 10 minutos", conta Vieira, que decidiu voltar para casa.
Outra via importante da cidade, a Radial Oeste principal ligação das regiões do Méier e de Madureira ao centro, também foi bloqueada nos dois sentidos por um bolsão d'água, próximo ao Estádio Maracanã. As Linhas Amarela e Vermelha têm retenções no tráfego em diversos pontos.
O prefeito do Rio, Eduardo Paes, recomendou que as pessoas evitem sair de casa se não for necessário: "É obvio que a gente sempre pede às pessoas que não têm a necessidade e a obrigação de sair [para não saírem], porque em dia de chuva sempre tem mais transtorno, mais problemas".
Recém-construída na reforma da zona portuária, a Via Binário do Porto também alagou com a chuva desta manhã, prejudicando a chegada ao centro do Rio para quem antes usava o Viaduto da Perimetral. Sobre este problema, o prefeito afirmou que é preciso descobrir onde está a obstrução no sistema de drenagem: "A gente tem que identificar qual é o problema na região portuária. A drenagem não é só na via".
Sirenes de 43 comunidades da cidade foram acionadas desde as 4h55 da manhã, na zona norte e na região de Jacarepaguá. Moradores foram encaminhados a pontos de apoio nas próprias favelas.
Na Rodovia Presidente Dutra, o tráfego foi interrompido na pista expressa em Belford Roxo, do km 173 ao 164, por causa de um alagamento. Os trens metropolitanos não estão operando nos ramais Belford Roxo e Saracuruna, e trafegam com intervalos irregulares nos ramais Santa Cruz e Deodoro. No Japeri as composições só seguem até Austin, em Nova Iguaçu, onda há mais alagamentos. No metrô, o trecho entre as estações Pavuna e Colégio, na Linha 2, está fechado.
Em Teresópolis, a Viação Teresópolis e Turismo Ltda. Informou que os ônibus que estão saindo de Teresópolis estão enfrentando grandes dificuldades para chegarem ao Terminal no Rio. Mesmo assim os horários estão sendo mantidos e os passageiros estão sendo avisados antes do embarque das dificuldades a serem enfrentadas, deixando a opção de embarque exclusivamente por conta dos passageiros.
As vendas de passagem para o Rio de Janeiro foram suspensas por tempo indeterminado em Petrópolis por causa das chuvas que se abateram sobre a região. Três mil pessoas deixaram de embarcar. Segundo informações da Agência Brasil, a Avenida Brasil está fechada nos dois sentidos na altura do Trevo das Margaridas, onde se encontra a Rodovia Presidente Dutra.
A interdição bloqueia o principal acesso a Zona Oeste da cidade e parte da Baixado Fluminense ao Centro. A capital segue em estado de alerta.
Ônibus que seguiram para o Rio estão retornando com os passageiros para Petrópolis. Quem comprou passagens para o dia de hoje pode trocar por outra data até esta sexta-feira (13).
A empresa responsável, informou que até o final da tarde eles irão retornar às viagens em caráter de emergência. No momento, há uma retenção de 10km na altura no km 115 em Duque de Caxias, sentido Rio de Janeiro.
Como a Câmara de Vereadores ainda não foi citada pelo TCE/RJ da decisão que reprova as contas do Prefeito Arlei por 14 IMPROBIDADES e 13 milhões de reais gastos irregularmente, a votação ficará provavelmente para 2014. As conversas nos bastidores da Câmara dão conta que o prefeito Arlei possui dois fiéis escudeiros que estão tentando convencer os outros vereadores a votarem pela aprovação das contas irregulares.Em breve saberemos quem votará contra a imoralidade e quem votará a favor dos 13 MILHÕES DE REAIS gastos de maneira irregulares e as 14 IMPROBIDADES do governo Arlei no ano de 2012.
O prazo de execução desta intervenção é de aproximadamente dois anos.
Uma verba de mais de R$ 16 milhões foi recuperada pela gestão do prefeito Nestor Vidal. Os recursos foram recuperados em outubro deste ano, já que o município estava no Cadastro Único de Convênios (Cauc), o “SPC dos municípios”, após 12 anos de inadimplência.
Os recursos estão sendo utilizado nas obras de infraestrutura do bairro Barbuda, primeiro distrito. O prazo de execução desta intervenção é de aproximadamente dois anos.
O projeto engloba a aquisição de unidades habitacionais e reforma dos mesmos, regularização fundiária, infraestrutura interna e externa do empreendimento. Também estão sendo promovidas obras de saneamento, drenagem pluvial, abastecimento de água, pavimentação e construção de equipamentos comunitários (praças e parques). Outro importante viés é a recuperação ambiental de diversas áreas com minucioso estudo técnico.
As ruas beneficiadas são: Rua Adelino dos Santos, Rua Antônio J. P. Silva; Rua Demétrio Francisco da Silva; Rua Dona Joaninha; Rua Dona Maria Eugênia; Rua Eduardo Portela; Rua Manoel Botelho; Rua Projetada; Rua Projetada A e Rua Nhanha Ferraz.
A execução do projeto foi possível pela atuação da equipe da Secretaria de Planejamento, comandada pelo secretário Aldecir Ribeiro e o gestor municipal de convênios, Claudio Sargentelli. Após uma força tarefa, a secretaria conseguiu retirar o nome de Magé do Cauc. Foram liberados mais de 10 contratos que estavam parados, que somam mais de R$ 28 milhões em verbas, e que poderiam ser perdidas, incluindo as obras da Barbuda.
A Secretaria de Habitação e Urbanismo, por intermédio do secretário Gustavo Morgado, e a Caixa Econômica também foram essenciais para a realização do empreendimento, com o trabalho técnico realizado para a recuperação dos projetos.
“A equipe de governo trabalhou muito para recuperar esse importante projeto, que vai permitir uma mudança na vida de milhares de moradores do primeiro distrito. Essa é a linha de atuação da nossa gestão, sempre com o olhar voltado para a melhoria da qualidade de vida. Nosso objetivo é oferecer dignidade para os mageenses”, disse o prefeito Nestor Vidal.
Forte chuva na manhã desta quarta-feira, 11 de dezembro, posiciona município de Magé em estado de alerta.
A Defesa Civil de Magé começou o dia desta quarta-feira, 11 de dezembro, com atenção voltada para as áreas de risco e preocupados com o forte volume de chuva que atinge a cidade.
O coordenador da Defesa Civil do município, Gilber Câmara, em entrevista agora pela manhã ao Web Jornal Magé Online.com, declarou que está de plantão desde ontem a noite monitorando a cidade com sua equipe e que até o momento nenhum incidente fora registrado e demonstrou estar preocupado com o forte volume de chuvas, 53 mm em duas horas ininterrupta. Para as próximas 48h a previsão é que a chuvas continuem intensas em todo o Estado, a Defesa Civil fará o monitoramento constante até que seja regularizada a situação de alerta.
Em todos os distritos já foram instalados mais de 200 pluviômetros feitos de garrafas pet, distribuídos pela Defesa Civil de Magé que são monitorados pelo órgão municipal quando há ocorrências de chuva nas regiões. Segundo o coordenador, nas localidades onde os dispositivos estão instalados existem agentes na comunidade que são contatados para informar o volume de chuva na região para que com essas informações se possam definir as ações de remoção de famílias e previsão ocorrências nas localidades.
Dois telefones de contato com a Defesa Civil estão disponibilizados para a população da cidade, 2 739-4512 e199, qualquer ocorrência entre em contato com os agentes. Neste momento equipes se deslocam para os distritos de Mauá e Magé, no primeiro distrito, para atendimento de alagamentos.
A equipe do Web Jornal Magé Online, em parceria com a Defesa Civil de Magé disponibiliza o telefone, 2635-3525 para auxiliar aos moradores da cidade em atendimento a ocorrências ocasionadas pelas chuvas. Motoristas devem ter atenção redobrada para áreas de alagamentos por toda a cidade.
A partir de hoje, com a aprovação no Senado uruguaio do projeto que descriminaliza a produção de cannabis e a coloca sob controle do Estado, abre-se não só um novo capítulo da guerra contra o narcotráfico, como também um novo nicho de negócios que, no país sul-americano, já estão em andamento e só esperam o último sinal verde parlamentar para começar oficialmente. O Uruguai será o primeiro país do mundo a ter plantio, colheita, armazenamento, distribuição e venda de maconha geridos pelo Estado.
O governo uruguaio calcula que, com a lei, poderá retirar do narcotráfico entre US$ 30 milhões e US$ 40 milhões anuais, valor obtido com o consumo da droga no mercado ilegal e correspondente a cerca de 25 toneladas anuais. O principal consumidor de maconha do país tem entre 19 e 30 anos. De acordo com cálculos estatais, 25 mil uruguaios usam a droga diariamente e entre 120 mil e 150 mil pessoas a consomem em alguma vez durante o período de um ano. O preço de referência utilizado é de um dólar por grama.O negócio mais óbvio que tem início com a sanção presidencial de José “Pepe” Mujica será o da pura produção de cannabis. De acordo com Julio Calzada, secretário geral da Junta Nacional de Drogas (órgão responsável pela coordenação das políticas vinculadas à implantação da lei neste momento), “pelo menos dez empresas” da América do Norte e da Europa se mostraram interessadas no fornecimento de sementes e no trabalho de plantio para o Estado. O critério de seleção das companhias produtoras, diz o secretário, é a experiência que cada um dos candidatos tem no assunto, e a escolha final está em processo.Outro negócio que se ativará imediatamente é o da formação de clubes de cultivo. Segundo a lei, estes clubes terão licença para vender maconha em uma rede de 800 farmácias credenciadas, numa espécie de regime alternativo ao estatal. Os sistemas são excludentes entre si: quem fizer parte de um clube de cultivo não poderá ter acesso à droga oferecida em farmácias, e vice-versa. O mesmo acontece com quem se registrar como autocultivador: não poderá constar como usuário dos dois outros sistemas.
Calzada anunciou que o autocultivo será a primeira forma de consumir maconha a ser liberada no Uruguai. Assim, dez dias depois da aprovação da lei - ou seja, antes do Natal -, plantar cannabis em casa já não será crime. O máximo permitido é de seis plantas por residência. Os dispositivos gerais da lei, que permitem o cultivo em casa, a compra de maconha em clubes de cultivo ou sua aquisição em farmácias, não se aplicam a menores de 18 anos e estrangeiros.
Estima-se que no país existam 2,5 mil autocultivadores, mas os usuários calculam que o número seja muito maior. “Nem sequer há uma pesquisa séria e a maioria das pessoas que tem cannabis em casa não iria dizer que tem”, afirma ao Terra Alvaro Calistro, cultivador há 20 anos e que tem 60 plantas de cannabis no quintal da sua casa, na periferia de Montevidéu. “Para mim, a cannabis é uma planta medicinal a mais, nada além disso”, diz ele, que também tem uma goiabeira e plantas de tília, arruda, sálvia e bambu.
Julio Rey, líder da Movida Cannabica de Florida, o primeiro coletivo de defesa do uso da droga fora da capital uruguaiaFoto: Denise Mota / Especial para Terra
Investimento médio: US$ 200 mil
Ainda que a maioria dos usuários não veja o clube de cultivo como um negócio, já há uma tabela de preços em circulação sobre quanto custaria ser integrante de algum deles. Um dos usuários que darão início a seu próprio clube é Julio Rey, um dos mais ativos militantes pela regularização da maconha e líder do movimento Movida Cannábica de Florida (cidade a 87 km da capital). Trata-se do primeiro coletivo de defesa da droga organizado fora de Montevidéu, criado há quatro anos. Outros oito grupos semelhantes estão espalhados pelo interior do país.
Rey tem um terreno de 25m x 30m reservado ao lado de sua casa. Em abril, começará a plantar cannabis para instalar um clube de cultivo. Para consumo próprio, possui plantas há três anos. “Há visões bem diferentes. Há agrupações que já estão pensando nisso como um clube de vinhos, com inscrições caras. Também há ameaças quanto à produção intensiva. Em conversas sobre a implantação da lei, já começamos a combater a instalação de monopólios quanto ao fornecimento da maconha para venda nas farmácias. Nós queremos uma implantação que não se contamine pela voracidade capitalista e que seja feita por coletivos vulneráveis ou pequenos grupos familiares”, diz ao Terra.
Segundo ele, em média, a inscrição em um clube de cultivo rondará os 2 mil pesos uruguaios (cerca de R$ 200), com uma mensalidade equivalente a R$ 150. O consumo mensal individual não poderá exceder 40 gramas. Rey começará a plantar em sistema de cooperativa com outros 15 interessados e pensa oferecer ao público em geral um sistema de adesão que custará entre 500 e 1.000 pesos (de R$ 50 a R$ 100, aproximadamente). A nova lei estabelece que os clubes de cultivo possam ter entre 15 e 45 sócios, com um máximo de 99 plantas.
O Uruguai será o primeiro país do mundo a ter plantio, colheita, armazenamento, distribuição e venda de maconha geridos pelo EstadoFoto: Denise Mota / Especial para Terra
O preço de uma semente de cannabis pode variar entre R$ 10 e R$ 80, dependendo da variedade. Em sua maioria, vêm de bancos de semente europeus. Mas, entre cultivadores, existe a prática do intercâmbio de sementes - onde é comum presentear-se com variedades locais - e também a plantação por meio do uso de “plantas-mãe”, que possibilitam o aumento da plantação sem o uso de sementes compradas. Rey lançará mão dos dois métodos e também começará um sistema de cruzamento de variedades sul-americanas.
Para produção em escala, o governo planeja conceder 15 licenças, com um investimento médio de 200 mil dólares por instalação. “Ou seja, isso está concebido para empresários de poder aquisitivo médio e alto, e é a principal crítica que tenho sobre a lei”, diz Rey, que é um pequeno comerciante de alimentos. “Independentemente de qualquer coisa, é uma vitória. E, para mim, a principal vitória é ver minha mãe hoje em dia regando minhas plantas de cannabis”, diz, com bom humor.
Fabrizio Giamberini, empresário fundador da The Latin America Hemp Trading, que começará a plantar cânhamo em escala industrial no UruguaiFoto: Denise Mota / Especial para Terra
Roupas, óleo, creme
Apesar de não consumir maconha e de não estar de acordo com o formato final da lei - que une em uma só normativa cannabis de uso recreativo e outras espécies para outras finalidades -, o empresário uruguaio Fabrizio Giamberini também está entre os que comemoram a aprovação do projeto. Ele é fundador da The Latin America Hemp Trading, empresa criada em 2006 e especializada em assessoria de governos e empresas, pesquisa e promoção da agroindústria do cânhamo industrial.
“O cânhamo é da mesma família da cannabis, mas a diferença é que o cânhamo não produz princípio ativo”, afirma. O cânhamo possui baixos teores de THC, o principal psicoativo da maconha. “Nos EUA, no Canadá, na China, na Austrália, existe a indústria do cânhamo, de onde podem ser extraídos óleos, fibras e grãos. Na Europa, no Canadá, são feitas casas ecológicas a partir do que se chama de 'hempcrete', uma espécie de concreto formado pela parte lenhosa do cânhamo e cal.”
Rico em ômega 3 e 6, o óleo de cânhamo é apto para consumo humano. Da parte fibrosa da planta, explica Giamberini, podem ser produzidos papéis especiais, além de fibras têxteis e industriais, como as que compõem painéis automotores.
O negócio mais óbvio que tem início com a sanção presidencial de José Pepe Mujica será o da pura produção de cannabis; outro negócio que se ativará imediatamente é o da formação de clubes de cultivoFoto: Denise Mota / Especial para Terra
Desde 2010, a empresa faz experimentos com cânhamo no Uruguai em parceria com o Instituto Nacional de Investigação Agropecuária. A legislação do continente, explica o empresário, reconhece a diferença entre cânhamo industrial e cannabis para pesquisa científica e aplicação médica, mas não para uso industrial. Eis porque a lei em votação hoje é tão importante também para os empresários desse ramo.
Já no ano que vem, Giamberini começará a plantar cânhamo em escala comercial com o objetivo de oferecer a países onde essa indústria é permitida produtos como óleos, compostos alimentares para atletas, sementes (que podem ser consumidas cruas, por exemplo em saladas) e farinha com os grãos, utilizados para a recuperação de massa muscular. Também no ano que vem, a empresa lança uma coleção de roupas feitas em fibra de cânhamo. A marca Cañamama venderá de vestimentas desenhadas por estilistas uruguaios a alimentos e cremes para o corpo: o cânhamo possui propriedades cicatrizantes e antiinflamatórias.
O governo uruguaio calcula que, com a lei, poderá retirar do narcotráfico entre US$ 30 milhões e US$ 40 milhões anuais, valor obtido com o consumo da droga no mercado ilegal e correspondente a cerca de 25 toneladas anuaisFoto: Denise Mota / Especial para Terra
A empresa possui sócios norte-americanos e canadenses. Giamberini não fala em números para o seu negócio, mas considera que este “é um mercado crescente” e dá como um exemplo as cifras registradas pelo mercado de cânhamo nos Estados Unidos, que movimenta US$ 500 milhões anuais. “Com a lei aprovada, aumenta a possibilidade de negócios estratégicos com empresas do Hemisfério Norte. Além disso, será possível produzir em contraste com elas”, comenta, sobre o fato de poder colher na América do Sul quando parceiros como norte-americanos e europeus estão na entressafra.
Sobre a lei de regulação estatal, diz: "Estou do outro lado da calçada. O cânhamo industrial não tem nada a ver com isso. Precisaremos ensinar ao mercado que esse é um produto voltado para a alimentação saudável, um cultivo como o do milho, ou da soja, ou do girassol. Não fumo maconha".
O deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, foi escolhido pela revista Época como um dos 100 brasileiros mais influentes em 2013. Paulinho está na categoria “Líderes”, que agrega 28 personalidades, dentre as quais a presidenta Dilma Rousseff, o senador Aécio Neves e o ex-presidente Lula.
O texto registra Paulinho como “a voz mais ativa no Congresso Nacional em defesa das causas e reivindicações dos trabalhadores brasileiros”.
Confira, abaixo, a íntegra do texto:
Paulinho da Força: ao organizar o partido Solidariedade, ele preencheu um vazio antes dominado por sindicatos e ONGs governistas
Paulo Pereira da Silva é uma das mais importantes lideranças sindicais do país e a voz mais ativa no Congresso Nacional em defesa das causas e da pauta de reivindicações dos trabalhadores brasileiros. Trata-se de uma emblemática exceção ao sindicalismo radical chapa-branca. É nesse cenário, emoldurado por um silêncio constrangedor, que floresceu a proposta do Solidariedade. A legenda nasceu grande para preencher o vazio de organizações políticas e não governamentais naufragadas no governismo. Como líder político à frente do Solidariedade, dá contribuição crucial para o debate nacional. Precisamos de vozes independentes em favor da construção de uma nova agenda para o Brasil, comprometida com a educação e a qualificação de nossos trabalhadores, com a valorização de nossa mão de obra e a criação de oportunidades para as gerações de brasileiros.
A secretária Tânia Mara explicou ainda que Magé receberá o projeto de Economia Solidária.
Com o objetivo de facilitar a intermediação de mão de obra, a Secretaria de Trabalho, Emprego e Geração de Renda (SMTERG) conquistou para o município de Magé a gestão do Sistema Nacional de Emprego (Sine), em parceria como governo estadual. Além das vagas, será ofertado o acesso ao seguro-desemprego, entre outros benefícios.
A Central de Captação de Vagas (posto avançado do Sine) permitirá que as empresas encontrem os profissionais sem perder tempo, sem filas de candidatos e sem gastos com agências de emprego, consultoria e anúncios. Para isso, as empresas devem estar cadastradas na Secretaria de Trabalho, Emprego e Geração de Renda e podem solicitar um perfil que esteja em consonância com a vaga disponível.
De acordo com a secretária Tânia Mara Gouvêa, houve uma mobilização intensa para que Magé contasse com mais esse avanço.
“Trabalhamos muito para que o município conquistasse esse espaço. O sistema vai impulsionar e aumentar o número de vagas de emprego para os mageenses, uma das prioridades do prefeito Nestor Vidal. Acredito no sucesso dessa parceria entre o município e o Estado”, afirmou.
Novas ações para fomentar o mercado de trabalho
A secretária Tânia Mara explicou ainda que Magé receberá o projeto de Economia Solidária, que permitirá o município pleitear uma unidade móvel para atendimento dentro de comunidades dos seis distritos em parceria com a Secretaria Estadual de Trabalho e Renda (Setrab). A ideia é trazer uma unidade para a realização de atendimentos, oficinas e ações direcionadas às mulheres.
Secretária participa de encontro do governo estadual
A secretária Tânia Mara Gouvêa, titular da pasta de Trabalho, Emprego e Geração de Renda, participou do Encontro de Secretários Municipais de Trabalho na cidade do Rio de Janeiro.
O tema do encontro foi “Construindo um Plano Nacional da Economia Solidária para Promover o Direito de Produzir e Viver de Forma Associativa e Sustentável”.
A secretária Tânia Mara teve a oportunidade de apresentar o plano de políticas públicas desenvolvidas pela Prefeitura de Magé com o secretário de Estado de Trabalho e Renda, Sergio Romay, e com o subsecretário, Alessandro Campos.
O Ministério do Trabalho e Emprego informou que José Valter Joaquim, operador do guindaste que tombou no último dia 27 no estádio do Corinthians, trabalhava há 18 dias seguidos, tendo cumprido horas extras diariamente nesse período. Na avaliação do superintendente do ministério em São Paulo, Luiz Antonio Medeiros, embora seja legal o cumprimento de duas horas a mais de trabalho por dia, é necessário limitá-las especialmente nos casos em que o estresse do trabalhador possa representar risco à segurança. O acidente provocou a morte de dois operários.
“Devido à rapidez da obra, todo o dia aqui tem duas horas extras por dia. Estava conversando com a Odebrecht [construtora responsável pela obra] no sentido de dar uma limitada nisso”, declarou Medeiros, após fazer uma vistoria no estádio na manhã de hoje. Ele esclareceu ainda que o trabalho por um período ininterrupto é legal. “Não sei o que a empresa combinou com eles [funcionários], se esses 18 dias eram compensados, banco de horas, não sei, mas achamos que há exaustão para uma pessoa que opera um mecanismo tão delicado”, disse.
O operador de guindaste é funcionário da Locar, empresa contratada pela Odebrecht para operar esse tipo de equipamento. A reportagem telefonou para a assessoria de imprensa externa da terceirizada por meio do número informado pela própria empresa, mas não conseguiu retorno até o momento.
Em nota, a Odebrecht informou que, no período relatado pelo ministério, o operador do guindaste ficou, na maior parte do tempo, em área designada aguardando a liberação da peça para o içamento. A construtora destacou que o equipamento foi contratado para manobrar as peças da estrutura metálica de cobertura da arena e que esses trabalhos nunca são contínuos.
Durante a vistoria, a superintendência iniciou a inspeção dos nove guindastes que foram interditados pelo órgão um dia depois do acidente. Os testes incluem, por exemplo, a verificação do peso suportado pelo equipamento. “A máquina levantou 10 toneladas, então queremos ver se os relógios estão marcando exatamente esse valor”, explicou. A equipe do ministério chegou ao local por volta das 9h30 e, até as 14h30, quatro guindastes haviam sido vistoriados. O balanço da inspeção será divulgado ao final do dia.
A expectativa é que até o dia 16 todas as máquinas estejam liberadas, inclusive a grua quebrada, que ainda está no local. Medeiros informou que, além da liberação dos equipamentos, a Odebrecht deverá firmar uma acordo com o ministério sobre horas extras, condições de trabalho e segurança. “Para nós termos a garantia de que nada vai ocorrer no futuro. A empresa vai ter que assinar um compromisso conosco”, disse o superintendente.
A construtora prepara o plano que indicará como será retirada a peça da cobertura que tombou no dia do acidente e destruiu cerca de 10% do estádio. “Nós temos especialistas fazendo estudos para a remoção daquela peça de 420 toneladas. É um processo que envolve uma técnica apurada. É um documento que está em elaboração e assim que concluirmos vamos apresentar aos órgãos competentes”, explicou o gerente comercial da Odebrecht, Ricardo Carragio.
O mesmo documento foi solicitado pela Defesa Civil, que interditou a área do acidente, para autorização de obras emergenciais no local. Enquanto isso, a empresa não pode dar continuidade às obras. As atividades nas demais áreas foram retomadas no dia 2. “Trata-se de um plano que traga segurança para a mão de obra, porque desmontar uma máquina dessa não é fácil. Pode ter acidente ou alguma coisa. Temos que ter um plano aprovado também pelos técnicos do MTE”, explicou Medeiros. O plano de remoção do guindaste, por sua vez, já foi entregue e aguarda avaliação dos técnicos do MTE.
O Itaquerão, como é conhecido, sediará a abertura da Copa do Mundo de 2014 e mais cinco jogos da competição, em junho do próximo ano. Antes do acidente, a previsão para finalização do estádio era dezembro deste ano. A entrega ficou para abril de 2014.
O fim de semana foi
de muitas cilindradas e adrenalina na pista de motocross Swian Zanoni, em
Conquista, onde os melhores pilotos do estado competiram pela oitava etapa do
Carioca. O evento foi uma realização da Prefeitura Municipal de Nova Friburgo,
com organização da empresa CabriTeam Stam e supervisão da Femerj – Federação de
Motociclismo do Estado do Rio de Janeiro.
Os treinos livres
aconteceram no sábado, 7 de dezembro. A largada foi no domingo, 8, às 13h. Os
pilotos das oito categorias realizaram manobras radicais durante toda tarde. O
prefeito Rogério Cabral assistiu tudo de camarote, próximo à rampa de largada.
Um público expressivo se dividiu entre arquibancada, pista e boxes.
O Motódromo Swian
Zanoni já recebeu finais do brasileiro de motocross, do brasileiro júnior e do
primeiro motocross feminino já realizado no país. Segundo Cabrita, que realiza
competições desde 1982, a pista é referência por seu nível técnico.
O prefeito Rogério
gostou muito da estrutura que foi montada e a participação do público, com mais
de dez mil pessoas presentes. Ele disse que em 2014 pretende fazer mais cedo a
etapa do carioca de MotoCross e “quem sabe trazer uma etapa do brasileiro”.
Philipe de Pinho foi um dos
destaques da 8ª etapa do Campeonato Carioca de motocross. O piloto conquistou a
bateria da Intermediária e o título do campeonato na categoria. Hugo Erthal
também se destacou na categoria Pró e o jovem Peterson Filho arrepiou na
categoria infantil (65cc). Fonte: A Gazeta Fluminense
Ministro anuncia municípios selecionados para os Centros de Iniciação ao Esporte do PAC 2
Os municípios selecionados para receber unidades do Centro de Iniciação ao Esporte (CIE), maior projeto de legado de infraestrutura esportiva dos Jogos Olímpicos e dos Jogos Paraolímpicos de 2016 e que compõe o PAC 2, foram anunciados nesta terça-feira (10.12) pelo ministro do Esporte, Aldo Rebelo. “As cidades recebem um equipamento planejado, com medidas oficiais e o melhor material para a construção e espaço para a prática de 13 modalidades. Eles estão destinados a treinar o atleta de alto rendimento e também a fornecer a prática de atividade física de lazer, ou educacional ou de entretenimento”, afirmou o ministro. Serão 285 centros, distribuídos em 263 municípios, com foco em 13 modalidades olímpicas, seis paraolímpicas e uma não-olímpica.
Aldo Rebelo cumprimentou prefeitos e prefeitas por terem encontrado dentro do prazo um terreno livre de qualquer impedimento jurídico para o pleno uso na construção do Centro de Iniciação ao Esporte. “O Ministério do Esporte vai oferecer toda a assistência e acompanhar passo a passo para ajudar as prefeituras a superar as dificuldades e as adversidades na construção desse equipamento para que sejam entregues à população antes das Olimpíadas”, completou.
O secretário nacional de Esporte de Alto Rendimento, Ricardo Leyser, lembrou que a realização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos no Rio em 2016 permitiu sensibilizar a todos, principalmente o governo, sobre a importância de infraestrutura esportiva. “É um equipamento multiuso, voltado para a identificação de talentos e a formação de atletas na base, a ampliação da oferta dessas instalações públicas com requisitos oficiais. É um equipamento esportivo que atende a todas as regras para uma prática formal do esporte”, ressaltou o secretário.
Segundo Leyser, a localização dos equipamentos em áreas de alta vulnerabilidade social foi um dos critérios de seleção. “Há um diálogo com comunidades que necessitam desse esporte como base, como desenvolvimento social e também uma interligação com outros programas do próprio ministério, a exemplo do Segundo Tempo”, frisou.
Para o prefeito de Jundiaí (SP), Paulo Bigardi, o CIE é uma obra importante. “A ideia é que esse centro possa integrar a comunidade, contribuir para a formação dos jovens. O conjunto de municípios que estão sendo contemplados hoje terá um legado depois das Olimpíadas”, acentuou.
“Hoje, a maioria das cidades brasileiras não tem condições de preparação para os futuros atletas do Brasil. Este projeto vem ao encontro das necessidades do município e, quem sabe, no futuro, teremos alguém participando dos Jogos Olímpicos”, completou o prefeito de Cáceres (MT), Francis Maris Cruz.
De acordo com o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, Andrew Parsons, esse é um passo muito grande na direção de se trabalhar melhor o esporte paraolímpico. “O governo federal contempla sem diferenciação os esportes olímpicos e paraolímpicos, dando as mesmas oportunidades aos dois”, apontou.
Também estiveram presentes à cerimônia do anúncio o secretário do PAC, Mauricio Muniz, ministra da Cultura, Marta Suplicy, presidente da Embratur, Flávio Dino, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, José Elito Carvalho Siqueira, diretor executivo de Esportes e Integração Paralímpica, Agberto Guimarães, prefeitos, senadores e deputados federais, entre outras autoridades.
O que é o CIE
O CIE é um dos maiores projetos de legado dos Jogos Olímpicos e dos Jogos Paraolímpicos de 2016, que serão realizados no Rio de Janeiro e beneficiarão todo o Brasil. Com ginásios poliesportivos e outras estruturas que podem receber até 13 modalidades olímpicas, seis paraolímpicas e uma não-olímpica, o CIE é parte do objetivo de disseminar a prática do esporte em todo o país, oferecendo espaço para o desenvolvimento da base do esporte de alto rendimento.
O processo de seleção para as cidades interessadas foi aberto em 4 de fevereiro, e o prazo de cadastramento encerrou-se em abril. O Ministério do Esporte recebeu as propostas e selecionou as que se enquadravam nos critérios estabelecidos. Os municípios puderam escolher entre três modelos de CIE, conforme o tamanho do terreno disponível.
Rerivaldo Coerdeiro dos Santos o motorista que causou acidente no
domingo 08/12, ao contrário das especulações de que estaria já em liberdade,
foi transferido hoje 10/12 para o Rio de Janeiro maiores informações amanhã
11/12 no programa CIDADE URGENTE ao vivo a partir das 17:30 no canal 09 TV
CIDADE com Paulo Vicente.