quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Governo do Rio intensifica Operação Lei Seca

lei-seca-ab-br-001-1024x682
Lançada em março de 2009, a Operação Lei Seca – que objetiva coibir o uso de bebida alcoólica por parte dos motoristas – já acarretou o recolhimento de 102.505 carteiras nacionais de Habilitação (CNHs) de motoristas flagrados no estado do Rio de Janeiro dirigindo alcoolizados.
A intensificação da Operação Lei Seca começará hoje (24) e se estenderá até o dia 1º de janeiro de 2014, período em que todo o efetivo estará mobilizado nas ruas para ações de fiscalização e conscientização.
Serão 250 agentes, fazendo um total de 56 operações na festa de Ano-Novo. A equipe de conscientização da Operação Lei Seca, formada por 33 cadeirantes, também vai distribuir material alertando a população sobre o perigo da mistura de álcool e direção.
lei-seca IISegundo o major Marco Andrade, coordenador da Operação Lei Seca, como nos anos anteriores, “o objetivo é que as pessoas possam comemorar as festas de fim de ano com mais segurança”.
A Operação Lei Seca é uma campanha educativa e de fiscalização, de caráter permanente. Os números divulgados pelo governo do Rio indicam que, além das mais de 102 mil CNHs apreendidas desde 2009 até a madrugada desta terça-feira (24), 1.354.953 motoristas foram abordados, o que resultou, ainda, na aplicação de 258.667 multas e na apreensão de 52.994 veículos.
Um total de 105.082 motoristas sofreram sanções administrativas e 3.355, criminais. Foram feitos, no período, 1.183.249 testes com etilômetro – aparelho para medir o teor de álcool no sangue, conhecido como bafômetro.

Homem é morto a facadas na Beira Linha



- Polícia está no encalço de um suspeito de ter cometido o crime


Um crime brutal chocou os moradores da Beira Linha na madrugada do último domingo quando um homem morreu após sofrer várias facadas de um sujeito que fugiu logo em seguida a cometer o crime e ainda não foi localizado. O motivo do crime também ainda não foi esclarecido e as autoridades estão em busca de um suspeito que foi apontado por testemunhas.
O crime ocorreu na madrugada de sábado para domingo, quando Richelle dos Santos Santos, que tinha 22 anos, foi esfaqueado em uma das vielas da Beira Linha. De acordo com o que foi apurado no local, o autor das facadas já está na mira das autoridades que estariam de posse de sua identificação e assim estão à procura dele. A viela onde ocorreu o assassinato é utilizada para acesso entre as ruas Paraná e Beira Linha.
A Polícia Militar foi acionada por moradores do bairro e rapidamente chegou ao local do crime

Colaborador: José Carlos ( Cacau)

Extra fechado pela Vigilância acende alerta



Como auxilio, os consumidores possuem as instituições de controle como os Procons, as Vigilâncias Sanitárias e a própria Anvisa, que regula todo o setor. Isso sem contar no principal instrumento de auxílio cidadão, que é o Código de Defesa do Consumidor
Como auxilio, os consumidores possuem
as instituições de controle como os
Procons, as Vigilâncias Sanitárias e
 a própria Anvisa, que regula todo o setor

CONSUMIDOR ATENTO EM TERESÓPOLIS


- Entidades de controle dão dicas para compras conscientes e livres de riscos para a saúde


O fechamento do maior supermercado da cidade por uma determinação da Vigilância Sanitária acendeu o alerta nos consumidores teresopolitanos. O que estamos comprando? Os produtos são mesmo de procedência confiável? Como se defender de possíveis abusos dos empresários que querem lucrar a qualquer custo? Todos esses questionamentos estão inseridos nos princípios de atuação de algumas importantes instituições de controle como os Procons, as Vigilâncias Sanitárias e a própria Anvisa, que regula todo o setor. Isso sem contar no principal instrumento de auxílio cidadão, que é o Código de Defesa do Consumidor. Hoje, O DIÁRIO traz uma série de dicas para uma compra segura e saudável, como regulam nossas Leis.


Desrespeito ao consumidor

Não é difícil encontrar os supermercados que desrespeitam direitos básicos do consumidor como o acesso à informação adequada e clara sobre os produtos e serviços colocados a venda, especialmente os que adotam o sistema de código de barras. Não é incomum encontrar discrepância entre o preço afixado na prateleira e o preço no caixa. Mas é obrigação do estabelecimento manter o seu sistema de cadastro de produtos e preços diariamente atualizado, a fim de evitar transtornos ao consumidor.
Esse é apenas um dos exemplos de desrespeito ao cliente, mas a principal dica é conferir sempre os valores cobrados no caixa. Caso isso não seja possível confira o cupom fiscal ainda no supermercado. Havendo algum problema peça a regularização ao próprio caixa ou, se for o caso, a um supervisor ou gerente. Caso o problema não seja resolvido, denuncie a situação ao Procon e aos órgãos de defesa dos direitos do consumidor.


Data de validade

Mas e quando o assunto é alimento vencido, ou com data de validade adulterada? Nesses casos, os cuidados devem ser redobrados. Segundo o Procon RJ, alguns estabelecimentos costumam reduzir os preços de mercadorias que estão com o prazo de validade próximo do vencimento. Não é uma prática ilegal, mas o consumidor deve ficar atento ao vencimento e avaliar a quantidade a ser adquirida de acordo com o seu de consumo. Ao levar para casa mais unidades, pensando em estocá-las e aproveitando o bom preço, corre-se o risco de perder o produto e o dinheiro nele empregado, se não for consumido dentro do prazo de validade.
As promoções devem informar o período de duração da oferta, bem como a quantidade de produtos disponibilizados para aquela promoção e, se for o caso, o número de unidades por pessoa. Boas ofertas terminam rapidamente. Caso esteja dentro do período promocional e não tenha sido divulgada previamente a quantidade reservada do produto, o comerciante é obrigado a oferecer outro equivalente em seu lugar.
Produtos que já vêm do fabricante em embalagens padronizadas (cartela de iogurte com seis unidades, pacote de papel higiênico com quatro unidades etc.) não podem ser vendidos pelo supermercadista de forma fracionada. Isso porque as informações obrigatórias que devem constar na embalagem são disponibilizadas considerando as unidades como um todo.

Fonte: O Diario

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

-Moradores do Bairro Santa Cecilia, no Alto, 

convivem com acúmulo de lixo em plena 

PRAÇA.




VIOLÊNCIA ATINGE PICO NO ESTADO DO RIO EM 2013


:
O número de baleados atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no estado do Rio de Janeiro cresceu 27% nos dez primeiros meses de 2013, na comparação com o mesmo período de 2012. Segundo dados do Ministério da Saúde, de janeiro a outubro de 2013, foram feitas 1.131 internações de pessoas baleadas no estado, 242 a mais do que no mesmo período de 2012 (889 internações).

Esse é o número mais alto desde 2007, primeiro ano do governo de Sérgio Cabral, quando foram feitas 1.465 internações entre janeiro e outubro. De 2008 a 2012, as internações oscilaram entre 757 (em 2008) e 933 (em 2010).
O aumento da procura por hospitais devido a ferimentos causados por armas de fogo é apenas um dos indicadores que ilustram o crescimento da violência no estado do Rio neste ano. Segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), o estado voltou a registrar aumento do número de homicídios em 2013, depois de três anos de queda nos assassinatos.
De janeiro a setembro de 2013, ocorreram 3.501 assassinatos no estado, 454 a mais do que no mesmo período de 2012, ou seja, um aumento de 15%. O crescimento de 2013 reverte a tendência, observada desde 2010, de queda nos registros de homicídios do ISP, que é o órgão estatístico oficial, subordinado à Secretaria Estadual de Segurança.
O resultado também praticamente anula os avanços obtidos nos anos de 2011 (com 3.277 homicídios registrados de janeiro a setembro) e 2012 (com 3.047 assassinatos no mesmo período), já que o Rio de Janeiro voltou a ter um nível de violência próximo ao observado em 2010, que registrou 3.580 homicídios nos nove primeiros meses do ano.
A tendência de aumento da violência nos últimos meses no Rio de Janeiro também pode ser observada nos dados mensais do ISP. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, os homicídios estão em alta há sete meses consecutivos, portanto desde março deste ano.
Também houve aumentos expressivos, de janeiro a setembro de 2013 (na comparação com o mesmo período de 2012), de tentativas de homicídio (7%), roubos a estabelecimentos comerciais (29%), assaltos a residências (9%), roubos de carros (19%), assaltos a transeuntes (17%) e os roubos nos ônibus (21%).
O pesquisador do Laboratório de Análise da Violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), João Trajano, diz que foi surpreendido com o aumento da criminalidade no estado. “Eu esperava que os indicadores continuassem a melhorar. Fico um pouco surpreso e decepcionado. Talvez o que isso esteja acenando é que os esforços do governo estadual têm sido tímidos”, disse.
Trajano diz ainda que é preciso fazer levar as unidades de Polícia Pacificadora (UPP), muito concentradas nas zonas sul, norte e centro, para outras áreas violentas do estado, como a zona oeste e a Baixada Fluminense. Dos 454 casos de assassinatos extras de 2013, a Baixada responde por 287 (ou seja 63% do total). Ainda segundo ele, também é preciso fazer ajustes na política de UPPs, que tem apresentado problemas em algumas comunidades.
Em diversas favelas, como a Rocinha, na zona sul, o complexo do Fallet/Fogueteiro, na região central, e o Complexo do Alemão, na zona norte, criminosos continuam mantendo o controle territorial de determinados pontos das favelas, o que gera tiroteios entre policiais e bandidos.
“Também talvez tenhamos que reconhecer que o governo, que criou a UPP e ganhou politicamente com isso, ficou apenas nisso. Acho que é preciso fazer um balanço e dizer: 'olha, isso é pouco para colocar o estado em patamares minimamente aceitáveis de homicídios e outros crimes'. É necessário adicionar outras iniciativas, associá-las às UPPs”, acrescenta.
Entre os crimes violentos, apenas os sequestros, roubos de cargas, agressões e estupros caíram no período. A polícia fluminense também matou menos: foram 304 casos de janeiro a setembro de 2013, ante 324 nos nove primeiros meses de 2012.
Em nota, a Secretaria de Segurança informou que espera reduzir os índices de criminalidade com medidas como a inauguração, a partir de janeiro de 2014, de dez companhias destacadas da Polícia Militar em comunidades da Baixada, de Niterói e das zonas norte e sul do Rio. Essas companhias terão 600 policiais.
Ainda de acordo com a secretaria, a Polícia Civil formou mais de mil inspetores e 135 delegados que trabalharão nas delegacias de Homicídios da Baixada Fluminense e de Niterói e em delegacias distritais. A secretaria não fez, no entanto, uma avaliação sobre os motivos do aumento da violência.

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

LIXO RETIRADO DE RIOS AUMENTA 45% NA CAPITAL

:

Rio de Janeiro - A quantidade de lixo retirada de 24 rios e canais da capital aumentou 6 mil de metros cúbicos (m3) em 2013, informa estudo da Secretaria Municipal do Meio Ambiente sobre o trabalho do Programa Guardiões dos Rios. O crescimento equivale a cerca de 45% de um ano para outro.
Do Rio Papa Couve, que faz parte da Bacia de Guanabara, foram retirados 2.709 m3 de lixo, 124% a mais do que no ano passado.
Ainda na Bacia de Guanabara, o Rio Jacaré teve aumento de 181% no número de resíduos, com 592 m3 de lixo retirados em 2013, seguido pelo Tubiacanga, com 81% a mais, elevando seu total para 926 m3 de resíduos retirados. Como um todo, a bacia cresceu de 6,3 mil m3 para 9,3 mil m3, uma alta de 48% no volume de resíduos.
Na Bacia Oceânica, majoritariamente da zona oeste, foi registrado um aumento ainda maior, de 71%, com 9,03 mil m3 de resíduos recolhidos em 2013. Nessa bacia está o Rio das Pedras, que teve o maior crescimento no volume de lixo: 303%, com salto de 116,62 m3 recolhidos para 469,88 m3. O Canal das Taxas subiu 257,16% e se tornou campeão da bacia, com o maior aumento absoluto de lixo: de 710 para 2,5 mil m3.
Somente cinco dos 22 rios e canais nas duas bacias registraram queda no volume de lixo recolhido, mas nenhuma acima de 20%. A terceira bacia da capital fluminense, a de Sepetiba, teve redução nos dois rios que fazem parte do programa. No Rio Guarajuba, o volume de lixo recolhido caiu 49%, e, no Piraquê, a queda foi de 38%.
O Programa Guardião dos Rios usa mão de obra de comunidades do entorno dos rios, pessoas capacitadas e empregadas no projeto. De acordo com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, não houve modificações no número de pessoas envolvidas no recolhimento do lixo.

Vinícius Lisboa
Repórter da Agência Brasil

Denúncia liga deputado à corrupção no Detran

ScreenShot001
A teia do crime. A Justiça do Rio de Janeiro tem em mãos evidências do gerenciamento político de um dos maiores esquemas de corrupção descobertos no Detran. Gravações telefônicas e depoimentos à 1ª Vara Criminal de Santa Cruz ligam o deputado estadual Coronel Jairo (PMDB) à quadrilha que movimentava R$ 2 milhões por mês na legalização de carros irregulares. O grupo tinha 181 pessoas — funcionários do departamento de trânsito, despachantes e policiais.
Presa na Operação Cruzamento, há dois meses, uma ex-funcionária, com 13 anos de serviço no Posto do Detran de Campo Grande, contou à juíza Regina Célia Moraes de Freitas como a quadrilha agia e qual era o papel de cada um no esquema. O grupo, segundo a testemunha, foi indicado pelo deputado Coronel Jairo — chamado de “o dono do Detran de Campo Grande” — para trabalhar na empresa Facility — responsável pelo recrutamento dos funcionários tercerizados do posto.
Entre os 22 empregados do Detran de Campo Grande que, segundo a testemunha, “indicados” pelo deputado, quatro são parentes de Hélio Oliveira, genro do parlamentar: os irmãos Sandro e Alexandre Afonso, a cunhada Glauciele Paes e o “compadre” Fagner Gomes.
ScreenShot002
 O quarteto era encarregado por cobrar as propinas. Sandro e Fagner coordenavam os turnos da manhã e da tarde e exigiam diária de R$ 50 de cada vistoriador. A caixinha era uma espécie de pedágio para trabalhar nos guichês onde passavam táxis, vans e carros alugados — classificados como os mais fáceis de ter irregularidades e candidatos a pagar boas propinas pela vista grossa. Os funcionários que se recusavam a arrecadar dinheiro — para não atrapalhar a quadrilha — iam para guichês de emplacamento, com baixa possibilidade de irregularidade.
O esquema era suprevisionado pelo chefe do posto, Flávio Tomelin, outra indicação do Coronel Jairo. De acordo com a testemunha, o deputado passou a “controlar” o Detran de Campo Grande em 2008, após a prisão dos irmãos Jerominho e Natalino Guimarães, por ligações com a milícia.
Propina usada em campanha
Parte do dinheiro arrecadado com as propinas era destinada à campanha política. Em depoimento na 1ª Vara Criminal de Santa Cruz, a ex-funcionária do Detran garante que é comum em todos os postos do Detran do Rio recolher dinheiro para ajudar políticos encarregados da nomeação. Sustentou, inclusive, que em 2012 a candidatura do vereador Jairinho (filho do Coronel Jairo) recebeu ajuda financeira e apoio logístico dos envolvidos no esquema.
A testemunha descreve as reuniões organizadas às vésperas da eleição pelo diretor do posto, Flávio Tomelin, para, segundo ela, obrigar os funcionários a conseguir votos de parentes e amigos para o candidato Jairinho. Sem contar a entrega de fichas com dados pessoais e idas a comitês de campanha de Jairinho em Campo Grande e Bangu. O elo entre o deputado e Jairinho com o posto do Detran era feito por Hélio Oliveira. Segundo a testemunha, era ele quem comandava os comitês eleitorais.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

sábado, 21 de dezembro de 2013

Morre-se mais em acidentes de trânsito do que por câncer

Novas estatísticas mostram que a violência no trânsito é a segunda maior causa de morte no país, à frente até de homicídios, um efeito do desrespeito às leis e da má qualidade dos motoristas


Acidente em estrada
O mundo avança, o Brasil retrocede. Na Alemanha, as mortes em acidentes de trânsito caíram 81% nos últimos quarenta anos, e o governo tem como meta fechar um ano inteiro sem nenhuma vítima fatal. A Austrália reduziu a mortandade nas ruas e estradas em 40% ao longo de duas décadas. A China precisou de apenas dez anos para reverter uma situação calamitosa em que os acidentes de trânsito haviam se tornado a principal causa de morte entre os cidadãos de até 45 anos de idade. Entre 2002 e 2011, o desperdício de vidas chinesas por colisões, quedas de moto ou bicicleta e atropelamentos diminuiu 43%. O assombroso sucesso desses e de muitos outros países, ricos e emergentes, em combater a violência no trânsito deveria ser uma inspiração para o Brasil. Por enquanto, o êxito deles só amplifica o absurdo desta que é a maior tragédia nacional. Um levantamento feito pelo Observatório Nacional de Segurança Viária para VEJA, com base nos pedidos de indenização ao DPVAT, o seguro obrigatório de veículos, revela que o número de vítimas no trânsito é muito superior ao que fazem crer as estatísticas oficiais (veja o quadro abaixo). Em 2012, foram registrados mais de 60 000 mortos, um aumento de 4% em relação a 2011, e 352 000 casos de invalidez permanente. Morre-se mais em acidentes de trânsito do que por homicídio ou câncer. Ou seja, nós, brasileiros, temos mais motivos para temer um cidadão qualquer sentado ao volante ou sobre uma moto do que a possibilidade de deparar com um assaltante ou de enfrentar um tumor maligno.
Costumam-se apontar a precariedade das estradas, a infraestrutura deficiente, a falta de ciclovias e as falhas na sinalização como as causas para as tragédias no asfalto. Também se afirma que os carros vendidos por aqui, que não passam nos padrões de segurança europeus, são verdadeiras armadilhas letais sobre rodas. Todos esses fatores aumentam os riscos, mas a maior razão para o massacre no trânsito é que nós, brasileiros, dirigimos muito mal. Mais de 95% dos desastres viários no país são o resultado de uma combinação de irresponsabilidade e imperícia. O primeiro problema está relacionado à ineficiência do poder público na aplicação das leis e à nossa inclinação cultural para burlar regras. O segundo tem sua origem no foco excessivo em soluções arrecadatórias para o trânsito - multas, essencialmente - e quase nenhuma atenção à formação de motoristas e pedestres.
Um estudo recente do Centro de Pesquisa Jurídica Aplicada da Fundação Getulio Vargas revelou que 82% dos brasileiros acham fácil desobedecer às leis no país. E o fazem mesmo quando os maiores prejudicados são eles próprios. Uma fiscalização eficiente e constante teria o poder de fazer os cidadãos abandonar as condutas de risco até que a postura responsável se tornasse automática. Foi o que ocorreu, em certa medida, com o uso do cinto de segurança. E é o que se tem tentado, até agora com pouco sucesso, com a embriaguez ao volante. Em 2008, quando entrou em vigor a Lei Seca, o impacto positivo foi imediato. Com medo de serem pegos no bafômetro, muitos motoristas deixaram de conduzir depois de beber. Como consequência, no ano seguinte houve uma redução de quase 4 000 pedidos de indenização por morte ao DPVAT. Bastou os motoristas descobrirem que não eram obrigados a soprar o bafômetro e que as blitze eram previsíveis para a curva de mortes retomar a trajetória ascendente.
A nova versão da Lei Seca, aprovada no fim do ano passado, permite a punição dos condutores embriagados mesmo sem o bafômetro. Em muitas capitais, porém, só são realizadas operações policiais durante a noite ou nos fins de semana. Em cidades pequenas, por sua vez, as autoridades frequentemente fazem vista grossa para as infrações de trânsito porque puni-las é considerado uma medida impopular - apesar de benéfica para a população. Esse paradoxo explica o aumento no número de vítimas envolvendo motos. A situação é mais grave no Nordeste, de onde vieram, em 2012, 27% dos pedidos de indenização por morte no trânsito, metade dos quais envolvendo motos. Para os cidadãos que deixaram de ser pobres recentemente, a estreia no mundo dos veículos motorizados se dá sobre duas rodas. Raros são os que se inscrevem em uma autoescola para tirar a carteira de habilitação. Os prefeitos são coniventes com essa irregularidade nas cidades pequenas ou nas periferias das metrópoles. “O resultado é que há muita gente conduzindo as motos como se fossem bicicletas ou jegues”, diz o economista Carlos Henrique Carvalho, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Uma cena comum é a da família inteira - pai, mãe e filhos pequenos - espremida sobre uma moto, sem capacetes. Não por acaso, o Nordeste é campeão nacional em número de vítimas com menos de 7 anos sobre motocicletas. A maior unidade de emergência médica da região, o Hospital da Restauração, no Recife, chegou a ter neste ano 80% dos leitos ocupados por acidentados. “O perfil das cirurgias de urgência mudou. Nos anos 80 e 90, atendíamos principalmente feridos por peixeiras e tiros. Agora, as motos são o maior vetor. Trata-se de uma epidemia”, diz Miguel Arcanjo, diretor do hospital.
Um estudo coordenado por Carvalho, do Ipea, estimou em 40 bilhões de reais o prejuízo anual causado pelos acidentes. Esse valor é composto de despesas hospitalares, danos ao patrimônio, benefícios previdenciários pagos às vítimas ou a seus dependentes e perda do potencial econômico de cidadãos no auge de sua produtividade - nada menos que 58% dos mortos, segundo os dados do DPVAT, têm entre 18 e 44 anos. O foco nas campanhas publicitárias de “conscientização”, como faz o governo federal, não é suficiente para frear a perda de vidas. É preciso treinar melhor os motoristas e forçá-los a respeitar as regras de trânsito, como demonstram as experiências bem-sucedidas mundo afora. A Austrália, por exemplo, tem um dos melhores sistemas de habilitação do mundo. Para tirarem carta, os australianos devem frequentar 120 horas de aulas práticas. No Brasil, são menos de vinte horas. Os australianos, depois de passar no teste, enfrentam inúmeras restrições até que se provem totalmente aptos a dirigir. Eles têm direito à habilitação a partir dos 16 anos, mas até os 18 só lhes é permitido dirigir de dia e acompanhados de um adulto, além de não poderem levar nenhum outro passageiro. Dos 18 aos 22 anos, os australianos não podem jamais ser flagrados bêbados ao volante. Se isso acontecer, eles perdem a carteira e só podem obter outra depois de um ano. Assim, formam-se motoristas hábeis e prudentes. No Brasil, a primeira habilitação tem status de provisória durante um ano, mas as regras são frouxas. Mesmo que o motorista cometa uma infração grave ou duas médias nesse período, sua única punição é ter de voltar para a autoescola.
Se a Austrália se destaca na educação dos motoristas, do exemplo francês aprende-se a importância de tratar com rigor os crimes de trânsito. Quatro em cada dez condenações na Justiça francesa são relacionadas a crimes de trânsito - lá, negligência que resulta em acidente com morte dá cadeia. No Brasil, raros são condenados e presos por isso. Uma das exceções é o psicólogo Eduardo Paredes, da Paraíba, condenado a doze anos de prisão em março passado por homicídio doloso (com intenção de matar). Em 2010, Paredes, embriagado, matou a defensora pública Fátima Lopes ao avançar um sinal vermelho. O motorista chegou a ser preso, mas, por ser réu primário, foi solto. Cinco meses depois, atropelou e matou mais uma pedestre. Paredes cumpre pena em regime fechado e não poderá recorrer em liberdade. Sua condenação é um sinal de que a sociedade brasileira e, por extensão, a Justiça começam a avaliar que dirigir bêbado em alta velocidade não é muito diferente de dar tiros a esmo com um revólver em uma praça. Muitos amigos e familiares de vítimas não aceitam mais que a perda de seus entes queridos seja considerada uma fatalidade, um simples azar do destino. Essa nova noção está sintetizada no nome da ONG Não Foi Acidente, criada em homenagem ao jovem administrador Vitor Gurman, que morreu atropelado numa calçada de São Paulo, em 2011. “Meu sobrinho nem sequer entrou nas estatísticas oficiais de vítimas do trânsito porque não faleceu na hora, mas cinco dias depois, no hospital”, diz Nilton Gurman, tio de Vitor, cujo atestado de óbito contém apenas a informação de que morreu de falência de múltiplos órgãos. Esse exemplo ajuda a entender por que os dados do governo não dão a real dimensão da tragédia no trânsito brasileiro. “O governo tem consciência dessa falha na base de dados e tentará corrigi-la”, diz o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, cuja pasta cuida das políticas de trânsito. O número de acidentados ou seus familiares que a cada ano pedem indenização ao DPVAT é uma fonte de dados mais precisa, e põe o trânsito como a segunda maior causa de morte no país, atrás de doenças circulatórias. Em dezesseis anos, a Guerra do Vietnã foi menos letal para as fileiras dos Estados Unidos do que o vai e vem de veículos e pedestres consegue ser em um ano para o Brasil. O trânsito é o nosso Vietnã.
Com reportagem de André Eler, Kalleo Coura e Tamara Fisch

O JORNAL MAIS LIDO DA REGIÃO SERRANA DO RIO



CRT espera passagem de 50 mil veículos pela RJ 116

CRT-
A Concessionária Rio-Teresópolis (CRT) manterá esquema especial de plantão para o Natal na BR-116/RJ (Rodovia Santos Dumont) entre a manhã de terça-feira (24/12) e a meia-noite de quarta-feira (25/12). Neste período, espera-se a passagem de cerca de 50 mil veículos pela via. A rodovia terá apenas um trecho com divisão de pista, no Km-90 (Soberbo) onde está sendo realizada obra de contenção de encosta.
Para agilizar a passagem dos veículos pela Praça de Pedágio Engenheiro Pierre Berman (Bongaba/Magé), a concessionária disponibilizará papas-filas no local. Serão mantidos de prontidão na Rio-Teresópolis-Além Paraíba, sete (07) guinchos sendo quatro leves e três pesados, uma (01) UTI-Móvel, dois (02) carros-resgate, uma (01) ambulância e seis (06) viaturas de inspeção. Equipes extras estarão disponíveis no horário de maior fluxo.
A concessionária disponibiliza também os números 0800-0210278 e 0800-0210279 (deficientes auditivos e de fala) para atendimentos de emergência, solicitação de serviço ou apoio, reclamações e informações em ligações gratuitas, além do celular (21) 9939-8899, que funciona em plantão 24h. No Centro de Atendimento aos Usuários (CAU), em Piabetá (km-133,5), e na BOP (Base Operacional), em Águas Quentes (km-41) podem ser usados telefones e sanitários.
PEDÁGIO – A tarifa para carros de passeio na praça principal em Bongaba (km-133,5) é de R$ 12,20 e R$ 8,50 nas auxiliares de Santo Aleixo (km-144) e Santa Guilhermina (km-122). Veículos pesados têm o valor da tarifa multiplicado pelo número de eixos. Motocicletas pagam R$ 6,10 na praça principal e R$ 4,25, nas auxiliares.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Colisão grave na rodovia, aconteceu no KM 77 Fonte Santa


Colisão grave na rodovia, aconteceu no KM 77 Fonte Santa, segundo informações o motorista da Rural teria invadido a contramão colidindo frontalmente com a VW Combe, o passageiro da perua ficou preso ás ferragens...
Maiores detalhes no programa CIDADE URGENTE ao vivo a partir das 17:30
na TV CIDADE CANAL 09 -Apresentação: Paulo Vicente







Tradicionais jardins de hortênsias em Petrópolis, RJ, são resgatados



Hortências no Parque Natural do Ipiranga em Petrópolis (Foto: Divulgação/Prefeitura de Petrópolis)Hortências embelezam a entrada do Parque Natural do Ipiranga (Foto: Divulgação/Prefeitura de Petrópolis)
Uma marca registrada de Petrópolis, Região Serrana do Rio, as hortências estão de volta aos canteiros do município. Quem passa pelos jardins do Centro Histórico e arredores se surpreende com a beleza da flor plantada recentemente. Canteiros como os localizados no Quitandinha, Bingen, Praça dos Expedicionários e Praça Dom Pedro têm passado por manutenção e já mostram um novo vigor, revelado por um florescimento que encanta os petropolitanos.
  •  
Canteiros de Petrópolis passam por manutenção (Foto: Divulgação/Prefeitura de Petrópolis)
Novos canteiros no Centro vão revelar a capacidade
das hortências de adaptação
(Foto: Divulgação/Prefeitura de Petrópolis)
Desde o início do ano, a prefeitura tem desenvolvido estudos sobre o comportamento da espécie na Cidade Imperial para resgatar a presença da flor que é símbolo da cidade. Novos jardins estão sendo plantados pela Companhia de Desenvolvimento de Petrópolis (Comdep) como forma de restituir ao município a marca de “Cidade das Hortênsias”.

“Estamos desde o início do ano estudando o comportamento dessa flor cujo plantio não estava mais dando certo. Então, buscamos orientação junto aos produtores do município e descobrimos detalhes sobre características das mudas, do solo e das podas que garantem uma boa saúde das plantas e um florescimento vigoroso”, esclareceu o presidente da Comdep, Hélio Dias.

Ele já realizou uma licitação para a compra de 60 mil mudas para garantir um florescimento ainda mais marcante nos próximos anos.De acordo com Hélio Dias, um dos principais critérios, ao criar um novo jardim ou replantar um dos diversos canteiros que permaneceram sem manutenção nos últimos anos, deve ser a seleção de mudas bem enraizadas, o que só ocorre com aquelas que possuem entre quatro e seis meses de idade. Além disso, o ideal é que sejam plantadas diretamente na terra, sem adubo, pois este mantém o solo aquecido e acaba prejudicando o desenvolvimento das hortênsias.

“O cuidado com essas plantas também envolve uma atenção à poda, que só deve ser feita depois dos dois primeiros anos de plantio. A segunda poda, apenas três anos depois da primeira”, orientou. Mas a tarefa envolve testes, como os novos canteiros de hortênsias no Centro Histórico, na Rua do Imperador. Eles se caracterizam por pouca quantidade de terra e as mudas, plantadas já com flor no início desta semana, revelarão a capacidade das hortênsias se adaptarem a esse tipo de terreno
.

Lei define destino de 400 toneladas de lixo hospitalar em Petrópolis, no RJ

Descarte de lixo hospitalar (Foto: Divulgação/Ascom Alerj)
Descarte de lixo hospitalar é regulamentado.
(Foto: Divulgação/Ascom Alerj)
Novas normas para o descarte de lixo hospitalar terão que ser seguidas no estado do Rio a partir deste mês. A Lei 6.635/2013, publicada nesta quinta-feira (19) no Diário Oficial do Poder Executivo, define as formas de coleta, transferências e os processos de desinfecção e tratamento desses resíduos. Cidades como Petrópolis, que produz 400 toneladas deste tipo de lixo, Teresópolis eNova Friburgo, na Região Serrana, terão que se adequar.
O município de Petrópolis tem aproximadamente 300 mil habitantes e 1,5 mil estabelecimentos de saúde públicos e privados. Apenas na capital existem 3.568 estabelecimentos que produzem, por ano, 25 mil toneladas de lixo hospitalar. O objetivo da lei, segundo um dos autores, o deputado petropolitano Bernardo Rossi (PMDB), é minimizar a produção de lixo e dar um encaminhamento seguro. “Dessa forma, garantimos a proteção dos trabalhadores, preservação da saúde pública e dos recursos naturais e do meio ambiente”, afirmou.

O projeto adapta a legislação estadual ao que determina o Conselho Nacional do Meio Ambiente. Segundo o deputado, além de definir as responsabilidades sobre o descarte do lixo hospitalar, a Resolução 358 de abril de 2005 lista uma série de formas para sua destinação final. “Com a nova legislação, o lixo poderá passar, além do tratamento de vapor à alta temperatura, atualmente em vigor, também por incineração e fornos de produção de cimento", apontou Bernardo Rossi.
Os hospitais, clínicas e laboratórios são responsáveis por uma grande variedade de tipos de resíduos, o que evidencia a importância dos métodos de coleta, embalagem, transporte e destino adequados de acordo com a periculosidade de cada tipo de material. Assinam ainda o projeto Samuel Malafaia (PSD), Jânio Mendes (PDT), Átila Nunes (PSL), Bruno Correia (PDT) e o ex-deputado Alessandro Calazans.
Fonte:g1

Famílias de Nova Friburgo, RJ, recebem 460 imóveis no Bairro Novo

Famílias já podem se mudar para o apartamento novo.Unidades foram entregues pelo governador do estado.


Novos apartamento foram construídos na estada que liga Conselheiro à Riograndina (Foto: Daniel Marcus)Novos apartamento foram construídos na estada que liga Conselheiro à Riograndina (Foto: Daniel Marcus)
Nesta sexta-feira (20), 460 famílias que perderam suas casas na tragédia em janeiro de 2011 receberam apartamentos no Condomínio Residencial Bairro Novo, estrada que liga Conselheiro Paulino à Riograndina em Nova Friburgo, Região Serrana do Rio. A entrega foi feita pelo governador Sérgio Cabral e pelo vice Luiz Fernando Pezão. O prefeito de Nova Friburgo, Rogério Cabral, representantes da Caixa Econômica Federal, Aguinaldo Ribeiro, ministro das Cidades, também participaram da inauguração.
Os novos apartamentos possuem dois quartos, sala, cozinha e banheiro e estão sendo entregues quase três anos depois da tragédia climática que atingiu a Região Serrana. Com a entrega desta sexta, ao todo 946 famílias que perderam seus imóveis já possuem casa nova. Foram construídos 776 apartamentos no Bairro Novo, 96 apartamentos pelo programa “Minha Casa, Minha Vida” em Conselheiro Paulino e 50 casas no bairro Parque das Flores.
Nova Friburgo foi a primeira das sete cidades atingidas pelas chuvas de 2011 a receber unidades habitacionais. A previsão é que sejam entregues mais 1.360 unidades em 2014, que já estão sendo construídas no Bairro Novo.
Aluguel Social
Nova Friburgo possui 2.500 famílias cadastradas no aluguel social. Desse total, 1.000 famílias ainda não se recadastraram para continuar recebendo o benefício e têm 60 dias para regularizar o cadastro na secretaria de Assistência Social do município


Fonte: g1

Protesto fecha duas pistas da BR-116 em Teresópolis, RJ, nesta sexta-feira

As duas pistas da BR-116, que liga o Rio de Janeiro a Teresópolis, Região Serrana do Rio, estão fechadas nesta sexta-feira (20) no km 74, altura do bairro Três Córregos, por conta de um protesto que acontece desde a manhã. A manifestação, que acontece próxima ao Viaduto do Fischer, é feita por cerca de 80 funcionários de uma empresa terceirizada que realiza obras para a CRT, concessionária da rodovia.

Segundo a CRT, o grupo reclama da falta de pagamentos e más condições de trabalho. Ainda de acordo com a concessionária, o protesto teve início às 9h24, chegou a ser encerrado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), mas os funcionários voltaram a fechar a rodovia, nos dois sentidos, por volta das 11h30. Uma equipe da CRT está no local.

A nossa equipe de Reportagem não conseguiu contato com a empresa responsável pelos funcionários.







quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

RIOSOLIDARIO e Loterj realizam doação de vans e recursos para instituições do estado.A Casa dos Pobres de Nova Friburgo e Associação Pestalozzi de Petrópolis foram beneficiados pelo programa.


Para fechar o ano de 2013 com chave de ouro, a parceria entre o RIOSOLIDARIO e a Loterj realizou mais uma ação que vai beneficiar diversas pessoas em todo o estado do Rio de Janeiro. Dia 19/12 , foi realizado no Palácio Guanabara, cerimônia com a presença do Governador Sergio Cabral, para a entrega de mais 35 vans para entidades filantrópicas e prefeituras do estado, através do programa Mobilidade com Qualidade e a doação de recursos para os três Espaços de Educação Infantil do RIOSOLIDARIO e para o Hemorio, referente à humanização da ala de quimioterapia e transfusão de sangue de adultos.O programa Mobilidade com Qualidade consiste na distribuição de vans, adaptadas ou não para atender instituições sociais, Secretarias Municipais de saúde e de Assistência Social que tenham como foco os portadores de necessidades especiais e pacientes em tratamento garantindo assim o transporte daqueles que necessitam realizar exames específicos.
A primeira-dama e presidente de honra do RIOSOLIDARIO, Adriana Ancelmo Cabral falou sobre a importância do trabalho feito pela Obra Social.
- O trabalho RIOSOLIDARIO é apoiar efetivamente e fortalecer projetos sociais já existentes. Essas instituições merecem nosso apoio incondicional e vamos continuar trabalhando firmes para contemplar mais instituições que precisem de auxílio– afirmou.
De acordo com a diretora presidente do RIOSOLIDARIO, Daniela Pedras, a parceria com Loterj conseguiu atender aos 92 municípios do estado.
- Conseguimos atingir nossa meta de chegar aos 92 municípios. Além disso, realizamos a doação de 200 veículos. Esses números só comprovam que nosso trabalho é feito com muita seriedade e qualidade – disse.
Estiveram presentes o vice- governador Luiz Fernando Pezão, o presidente da Loterj Sergio Ricardo, entre outras autoridades.
As instituições contempladas com veículos foram: Associação Casa Maria Magdala de Niterói, Instituto Maria de Lourdes de Guapimirim, Associação Santa Rita de Cassia de São Gonçalo, Associação Santo Antônio do Pobres de Itaperuna, , CIACA de Nova Iguaçu, Centro Espírita José de Castro de São Fidelis, a Associação Pestalozzi de Petrópolis, Associação Carioca de Assistência a Mucoviscidose - Fibrose Cística, Casa dos velhinhos Luiz Laurentino , Obra Social do Engenho pequeno de São Gonçalo, Mitra Diocesana de Barra do Piraí, Casa dos Pobres de Nova Friburgo, prefeituras de Rio Claro, Sapucaia, São Sebastião do Alto, Paraty, Quissamã, Mesquita, entre outras.

Fonte:riosolidario

Negócios Imobiliários em Magé começam a dar bons frutos

comperj
O sucesso dos negócios realizados pelo setor imobiliário ficaram bem acima das expectativas. Além disso, a proximidade com o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), que está sendo erguido em Itaboraí, e o inicio da exploração de petróleo da camada do pré-sal, fizeram com acontecessem o lançamento de vários empreendimentos para suprir o déficit habitacional da região. Algumas empresas anunciaram a construção de casas populares, apartamentos, shoppings, que deve ser erguido na região.
As linhas de crédito pessoal
Marcos PeçanhaA Caixa Econômica Federal apresentou várias linhas de crédito, entre elas o cartão Construcard e o consórcio imobiliário, que libera recursos para reforma e ampliação de imóveis, sendo os produtos mais procurados pelo público. O corretor imobiliário, Marcos Sávio de Almeida Peçanha de Magé, que há 26 anos atua no município, disse que a ocasião é oportuna para investidores no setor imobiliário e aos que procuram a região para instalar seus negócios em Magé, encontrarão aqui excelentes ofertas, preços competitivos além de estar no centro do maior investimento privado da America do Sul dos últimos anos.

ScreenShot003
‘Nunca imaginamos que iriam construir um pólo petroquímico aqui perto ou estaríamos dentro da exploração do pré-sal. O município vai ser obrigado a crescer de qualquer forma. A rodada de negócios e a rodada de corretores começa a movimentar muitos negócios na cidade.’ afirmou Marcos Peçanha.
Magé ganhou neste Natal uma nova sede da Imobiliária Marcos Peçanha Imóveis, com modernas instalações e ainda conta com parceria com cinquenta e duas imobiliárias pelo Brasil e duas no exterior. Quem procura seriedade e eficiência na aquisição de um imóvel residencial ou áreas industriais já tem endereço certo na região, Marcos Peçanha Negócios Imobiliário. Os telefones para contato são, 21 26330667 / 78551653 ou  faça contato pelo E-mail: marcospecanha@pecanhaimoveis.com.br. Acesse o site: http://pecanhaimoveis.com.br/nós estaremos a sua disposição para garantir o seu melhor negócio.