quinta-feira, 14 de novembro de 2013

UPA: Uma Realidade em Magé

Nas localidades que contam com as UPAs, 97% dos casos são solucionados na própria unidade. 

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A estrutura da Unidade Pronto Atendimento – UPA 24h de Magé – está com 90% da obra realizada e deve ser inaugurada até o final do ano no bairro de Piabetá, Localizada no sexto distrito, os pacientes poderão contar com estrutura completa de atendimento de urgência e emergência. Segundo o Ministério da Saúde, o diferencial das UPAs é a estrutura simplificada que oferece exames como raios-X, eletrocardiografia, pediatria, laboratório de exames e leitos de observação.
Nas localidades que contam com as UPAs, 97% dos casos são solucionados na própria unidade. Quando o paciente chega às unidades, os médicos prestam socorro, controlam o problema e detalham o diagnóstico. Eles analisam se é necessário encaminhar o paciente a um hospital ou mantê-lo em observação por 24h.
O projeto das UPA 24h tem três clique aqui diferentes portes. Magé, pelo grande número de habitantes, vai receber uma UPA o tipo III, com capacidade para realizar cerca de 500 atendimentos diários, incluindo o atendimento odontológico e unidade ortopédica, que só está disponível nas estruturas de porte máximo. A UPA de Piabetá será construída com módulos metálicos, semelhante à estrutura do Centro Vocacional Tecnológico, o que reduz consideravelmente o tempo da obra. “Nós temos o prazo de 120 dias para entregar o prédio completo com energia e hidráulica, isso será em janeiro.
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Depois entra outra empresa que vai realizar as instalações hospitalares”, explicou Ronaldo de Paula, responsável técnico pela obra. Na área com mais 2,6 mil metros quadrados, localizada no Parque Santana, atrás da 66ª DP, além da unidade hospitalar, o espaço vai contar com o projeto de urbanismo e arborização com estacionamento para as ambulâncias e infraestrutura adaptada para atender com conforto deficientes físicos e cadeirantes.

Caminhão Tomba na BR116 no Distrito de Suruí-Magé

Longo engarrafamento foi a maior consequência do acidente que tombou na curva próximo ao posto da PRF no município de Magé.
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Um acidente envolvendo caminhão na Br 116, na curva fechada de Suruí deixou o motorista levemente ferido nesta manhã de quinta-feira, véspera de feriadão de comemoração da Proclamação da República. O acidente aconteceu por volta das 10h3 e deixou longo rastro de óleo pela pista de rolagem.
O veículo que transportava livros didáticos tombou de forma violenta, espalhando o material pela pista e causando longo engarrafamento pela rodovia. A Concessionária Rio-Teresópolis, responsável pela manutenção da rodovia, prestou os primeiros socorros ao motorista que saiu com leves arranhões e rapidamente isolou a área, que ficou totalmente lavada de óleo diesel, funcionários da CRT, espalharam pó de serra com objetivo de evitar novos acidente.

Fonte:mageonline

Nova lei favorece turismo ecológico e beneficia Petrópolis e Teresópolis, RJ

Turismo ecológico ganha reforço com nova lei e favorece cidades serranas. (Foto: Divulgação/CEP)
A preservação do turismo ecológico e de aventura no Estado do Rio ganhou respaldo na Lei 1857/2013. Ela foi aprovada nesta quarta-feira (13) e prevê o trânsito de pessoas em propriedades privadas quando essa for a única forma de acessar locais como montanhas, praias, rios e outras áreas de interesse para a visitação pública. O setor movimenta US$ 10 bilhões por ano no país e é um dos pilares do turismo em Petrópolis, Região Serrana do Rio. A atividade também tem grande procura em Teresópolis.


A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) derrubou nesta quarta-feira (13) o veto total do Executivo ao projeto, garantido a aplicação da lei, de autoria do deputado petropolitano Bernardo Rossi (PMDB). “Trata-se de um tipo de turista diferenciado que preserva o meio ambiente. A lei foi construída de forma a que essa preservação seja obrigatória", defendeu Bernardo Rossi.



O projeto foi inspirado em relatório do Centro Excursionista Petropolitano (CEP), que identificou 23 cumes de montanhas cujo acesso é dificultado ou impedido em função da constituição de condomínios nos vales de Petrópolis. O site da Federação de Montanhismo do Estado do Rio de Janeiro também apresenta uma lista com mais 23 sítios com problemas de acesso no Estado do Rio de Janeiro.



A autorização prevista na lei se aplica apenas aos locais já tradicionalmente utilizados como rota de acesso. A delimitação de novos caminhos deverá ser estabelecida pelo órgão ambiental do município ou do estado.  Atualmente estima-se que existam mais de 2.000 empresas ligadas ao turismo de aventura e ecoturismo no Brasil, que empregam 11.600 funcionários, segundo o Ministério do Turismo.



Bernardo Rossi defende que intenção é resguardar a prática de montanhismo e turismo de aventura ou ecológico no estado. “O intenso processo de apropriação privada de áreas naturais vem dificultando e, muitas vezes, impedindo, o acesso dos cidadãos às montanhas e a outros sítios naturais de grande interesse público”, salientou. Ele acrescenta que além de garantir o acesso e cessar conflitos, a lei vai contribuir para a preservação ambiental.

Por que tanto descaso e atraso nas obras da Região Serrana?



Onde estão as casas, as pontes e as obras em várias encostas após dois anos e meio?


Audiência pública na ALERJ questiona os atrasos nas obras de reconstrução da Região Serrana após a tragédia das chuvas de 12 de janeiro de 2011



“Falta mobilização popular. Todo mundo manda, menos a população, que precisa ser ouvida. É preciso estabelecer critérios de atuação que não atendam a outros interesses que não os do povo atingido pela tragédia”, afirmou a Dra. Francine, do Conselho de Direito Humanos de Petrópolis, durante audiência pública da Comissão de Política Urbana, Habitação e Assuntos Fundiários da ALERJ, presidida pelo deputado Nilton Salomão. Realizada na manhã de 12 de novembro de 2013, a audiência tratou dos atrasos nas obras de reconstrução da Região Serrana após a tragédia que matou cerca de mil pessoas e deixou milhares de desabrigados há quase três anos.



“Alguns municípios também não se organizam para receber e aplicar os recursos. Prefeitos cruzaram os braços e deixaram o trabalho sob a responsabilidade do estado”, afirmou Salomão. O deputado e presidente da comissão voltou a cobrar do governo estadual a criação de uma secretaria específica para o trabalho de reconstrução, ligada à Secretaria de Habitação. “Por que encarregar a Secretaria de Obras, no caso da construção das casas para os desabrigados, se existe a Secretaria de Habitação? É preciso uma estrutura específica, para dar resposta às demandas, preparada, com força política, administrativa e operacional, mas o governo optou por uma subsecretaria. Respeito o Dr. José Beraldo, que é um homem íntegro e trabalhador, mas esta não é a melhor solução”, declarou Salomão, que cobrou do estado mais sensibilidade e respeito com as vítimas da tragédia.




A audiência pública contou com a presença das autoridades envolvidas nas obras, como o Dr. José Beraldo Fortuna Soares, Subsecretário Extraordinário para a Reconstrução da Região Serrana, que esteve numa verdadeira “berlinda”. Também participaram membros do Ministério Público; os vereadores Silmar Fortes (Petrópolis), Lucas Rabello e Dárcio Andriolo Machado (São José do Vale do Rio Preto); o pastor Roberto Pereira, do Conselho de Pastores de Teresópolis e do Conselho da Cidade; o assessor público da Concessionária Rio—Teresópolis, Pedro Lancastre; a Dra. Zilda Januzzi, promotora pública estadual em Petrópolis; a Dra. Norma Parente, procuradora do estado; o Dr. Haílton Pinheiro, do Conselho de Direitos Humanos de Petrópolis; e um grupo de desabrigados da tragédia em Teresópolis, tendo entre eles o diretor da Associação das Vítimas (AVIT), Joel Caldeira.



Faltou planejamento do Estado sobre as pontes do Madruga e Cruzeiro, em Teresópolis



“São obras delicadas, demoradas e caras”, justificou o Dr. Beraldo, que citou o exemplo de Petrópolis como o ideal. “A Prefeitura optou por ser o executor. Foi ao Ministério das Cidades e se capacitou”, comentou. Beraldo citou alguns exemplos de obras concluídas e em andamento. “Em Teresópolis, há obras de encostas concluídas na Rua Canário (Caleme), Fischer e Frades. E obras a iniciar no Jardim Féo, Espanhol, Salaco, Rosário e Pimentel”, exemplificou. Segundo ele, entre o Jardim Féo e o Espanhol, um túnel de três metros de diâmetro passará por baixo de várias casas e está orçado em R$ 50 milhões.
Outro exemplo citado pelo Dr. Beraldo é a obra do Córrego Dantas, em Friburgo, “uma escarpa rochosa de 450 metros de altura, com um bairro em baixo”. Para Beraldo, “essa é uma obra emblemática, com 57 pontos críticos. Só o acesso custou R$ 12 milhões”, revelou.



Os moradores de Teresópolis presentes à audiência queixaram-se da interrupção da obra da Ponte do Madruga, no Segundo Distrito, e da falta de previsão do início da construção da nova Ponte do Cruzeiro, no mesmo distrito. “Por nós, já estariam prontas, mas nem começaram”, comentou Consuelo Pfister, da Associação de Moradores do Cruzeiro. O subsecretário Beraldo justificou o problema dizendo que o responsável pela interrupção da Ponte do Madruga foi o INEA, Instituto Estadual do Ambiente. “Isso ocorreu porque faltou planejamento correto na execução do projeto”, comentou o deputado Salomão.



Para Joel Caldeira, falta olhar o lado humano, ouvir a comunidade. “Só não sofremos mais porque houve ação da sociedade civil organizada, que nos socorreu, chegando primeiro que o poder público, que o estado”, afirmou Joel.
Único município onde não se concluiu nenhuma casa, Teresópolis concentrou todas as 1.600 prometidas na Fazenda Ermitage, à beira da BR-116, conhecida como Rio—Bahia, o que foi criticado pelo deputado Salomão desde que a ideia surgiu, na gestão do ex-prefeito cassado. “O terreno fica abaixo do nível da rua e ali passa um córrego. Há enchentes e será preciso realizar obras complexas e caras para resolver o problema, sem falar no viaduto sobre a estrada, imprescindível, pois poderá haver mortes frequentes, inclusive de crianças. O ideal era dividir as casas em vários terrenos perto de onde as pessoas moravam antes da tragédia. O da Posse é emblemático, porque ali foi o ‘epicentro’ da catástrofe”, afirmou Salomão. O Dr. Beraldo explicou que o terreno da Posse foi descartado porque um dos donos se negou a negociá-lo, ameaçando acionar a Justiça. Mas deu uma boa notícia: “O viaduto está previsto no nosso contrato para as obras da Fazenda Ermitage. Vamos fazê-lo”, garantiu o subsecretário.



Ao final da audiência, o presidente, deputado Salomão, enumerou as demandas a serem encaminhadas pela comissão: “cobrar a ausência do representante do DER na audiência, para falar das 26 pontes que ficaram a seu cargo; cobrar o acompanhamento psicológico das vítimas, como foi feito em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, com os sobreviventes e parentes dos jovens mortos na Boate Kiss; saber os critérios para a quantidade de demolições de casas condenadas; receber do Ministério Público a proposta de alteração do decreto de indenizações; cobrar do INEA as explicações sobre as obras no Vale do Cuiabá; oficiar aos municípios e ao estado para que informem os números de quem recebe aluguel social; oficiar à ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) para obter os detalhes sobre o viaduto que será construído na Fazenda Ermitage; solicitar ao Estado informações sobre as obras de contenção na estrada de Santa Rita, 2º Distrito de Teresópolis.

Região Serrana ganha mapa com rotas de fuga e planos de emergência


Pouca coisa mudou em Nova Friburgo um ano após a tragédia das chuvas (Foto: Thamine Leta/G1)
Objetivo é salvar vidas em caso de nova tragédia na

serra (Foto: Thamine Leta/G1)
A Secretaria de Estado de Ambiente (Seam) apresentou nesta quinta-feira (14), em Itaipava, Petropolis, Região Serrana do Rio, um mapeamento com rotas de fuga e plano de emergência para a Região Serrrana. O documento inclui mapas com detalhes de rotas de fuga, pontos de apoio, levantamento de pessoas que necessitam de cuidados especiais em momentos de alerta, mapeamento dos recursos materiais e humanos da comunidade (onde mora e quem tem corda, motosserra, barco; se existem médicos, enfermeiros, bombeiros, entre outros profissionais que possam fazer a diferença em momentos mais críticos etc).Kits contendo ímãs de geladeira com orientações para desocupação imediata (lembrar, por exemplo, de desligar o gás para evitar o risco de explosões) e uma pasta plástica, com vedação impermeável, para que os moradores possam guardar seus documentos pessoais e carregá-los facilmente em uma situação de emergência também fazem parte do mapeamento.Estes são alguns dos resultados concretos da ação desenvolvida em áreas de risco da Região Serrana do Rio, com recursos do Fecam, pela Superintendência de Educação Ambiental da Secretaria de Estado do Ambiente (SEAM/SEA), que serão divulgados nesta quinta-feira (14), às 14h30, pelo secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, na Estrada Philúbio Cerqueira Rodrigues, 1916-A , em Itaipava (antiga fábrica da Semente Sid), Petrópolis.
Casa ficou destruída após deslizamento de terra (Foto: Isabela Marinho/G1)
O mapeamento foi elaborado e executado pelo Mãos à Obra, programa de educação ambiental com foco em Defesa Civil Comunitária da Superintendência de Educação Ambiental da SEA. Os Planos de Ação Comunitários de Prevenção e Enfrentamento de Acidentes e Desastres Naturais trazem como principais diferenciais a indetificação de dois tipos de risco: o hidrológico (risco de enchentes) e o geológico (escorregamento de massa). Além disso, todo o estudo foi construído de forma participativa, com os próprios moradores, maiores conhecedores dos territórios em questão.Ao longo de 18 meses, a mobilização da comunidade incluiu a capacitação de 60 monitores socioambientais através de um curso de 200 horas dado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), executora do Mãos à Obra. Esses monitores assumiram o protagonismo na instalação de Núcleos de Proteção e Defesa Civis (NUPDECs), também comunitários, que receberam da Seam/SEA kits com capas de chuvas, lanternas e apitos (materiais básicos para a desocupação), além de treinamentos específicos com noções em emergências pré-hospitalares, sistema de alerta e alarme e procedimentos de evacuação.Além do curso, a mobilização incluiu o convite a lideranças de Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo para participarem dos Ateliês do Pensamento (jantares comunitários, onde se discutiam os temas e encaminhamentos do processo de construção dos Planos) e de um encontro chamado Feijão Amigo (compartilhamento dos conteúdos aprendidos no curso de capacitação e de mobilização para as ações de prevenção e enfrentamento de acidentes e desastres naturais, realizado aos sábados).
Fonte:G1

Petrópolis, RJ, vai realizar concurso público para a área de saúde

Anúncio foi feito pelo prefeito Rubens Bomtempo. Seleção será feita no primeiro semestre de 2014.



Será realizado no primeiro semestre de 2014 em Petrópolis, Região Serrana do Rio, um concurso público para a área da saúde. O anúncio foi feito prefeito Rubens Bomtempo ao lado do secretário de Saúde, André Pombo. A seleção visa a contratação de médicos e outros profissionais para toda a rede, em especial para o Hospital Alcides Carneiro (HAC).

Com a medida, a prefeitura estará atendendo a decisão judicial de extinção do Serviço Social Autônomo do Hospital Alcides Carneiro (Sehac). “Uma comissão de transição foi criada com o intuito de monitorar, organizar e inspecionar toda a mudança de modelo do HAC para outra modalidade. Tudo está sendo feito com muita responsabilidade sem gerar prejuízo à população e garantindo que não haja descontinuidade nos serviços”, ressaltou o prefeito.

Além disso, será criada, ainda neste ano, uma comissão que ficará responsável pela elaboração do concurso. O grupo vai definir a quantidade de profissionais que deverão ser incluídos no edital. “Hoje eu não tenho mais médicos de saúde da família para chamar, já convocamos todos do último concurso realizado. Essa seleção vai garantir que todas as vagas sejam preenchidas”, informou o secretário de saúde.

Outro ponto citado pelo prefeito é a criação da comissão permanente de análise do setor de Recursos Humanos da saúde, que estuda os pisos salariais que serão oferecidos no concurso levando em consideração a realidade do mercado. “Outras ações de valorização dos profissionais da saúde também estão sendo feitas, como a incorporação dos dois abonos, no valor de R$ 100 cada, ao salário base de todos os servidores. A primeira incorporação vale para os rendimentos do mês de outubro e a segunda acontecerá em janeiro de 2014. No próximo ano também vamos iniciar a atualização do pagamento do PCCS que já existe e está desatualizado”, concluiu o prefeito.



Fonte:G1

Trono de d. Pedro II é restaurado no Museu Imperial em Petrópolis, RJ

Peça histórica apresentava problemas na estrutura de madeira.Processo pode ser visto pelo públcio e deverá ser concluído em janeiro.

Trono de d. Pedro II é restaurado no Museu Imperial (Foto: Divulgação/Museu Imperial)Especialistas trabalham diante do públlico.
(Foto: Divulgação/Museu Imperial)
O trono de dom Pedro II receberá os cuidados do laboratório de restauração do Museu Imperial em Petrópolis, Região Serrana do Rio. O processo foi iniciado este mês e deverá ser concluído até janeiro de 2014, período em que a instituição recebe um grande número de visitantes. O item faz parte do circuito de exposição permanente do museu e a peça foi escolhida para receber os reparos devido a problemas estruturais.
Com 1,75 m de altura, 1,04 m de comprimento e 0,66 m de largura, o trono pertenceu ao Paço da Imperial Quinta de São Cristóvão e foi transferido do Museu Histórico Nacional para o Museu Imperial na década de 1940. A intervenção está sendo realizada com recursos da própria instituição. “O trono apresenta uma alteração cromática muito grande na parte têxtil, que já não é original. Isso está prejudicando os bordados a fio de prata do espaldar”, explicou Eliane Zanatta, responsável pelo setor de Conservação e Restauração.
Ambiente onde o trono é instalado também receberá avaliação de microorganismos. (Foto: Divulgação/Museu Imperial)Ambiente onde o trono é instalado também receberá avaliação. (Foto: Divulgação/Museu Imperial)











A restauração do trono de d. Pedro II está sendo realizada às vistas do público na Galeria de Restauro, sala anexa ao Pavilhão das Viaturas criada para permitir que os interessados possam acompanhar o trabalho dos técnicos. A equipe do Instituto Nacional de Tecnologia (MCTI) e do Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) já estiveram no Museu Imperial para coleta de amostras de micro-organismos. O objetivo é realizar pesquisas da biodeterioração, controle e detecção de espécies microbianas em áreas selecionadas do trono de d. Pedro II e do ambiente no qual ele está exposto.
O trono é feito em talha dourada com estofo de veludo verde no assento, nos braços e no encosto em medalhão oval guarnecido de estrita moldura. No centro, com uma estrela acima, a sigla P II I. (Pedro II Imperador) está entre duas palmas atadas por um laço. Tudo é bordado a fios de prata.

Teresópolis e Nova Friburgo, RJ, ampliam unidades de pesquisa

Iniciativa estimula adoção de tecnologias de manejo sustentável.Três novas Unidades de Pesquisa Participativa (UPPs) foram implantadas.



Nesta propriedade, produção beneficia 22 famílias (Foto: Secom Agricultura/Divulgação)Nesta propriedade, produção beneficia 22 famílias
(Foto: Secom Agricultura/Divulgação)
A Pesagro-Rio (Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro) e o programa Rio Rural, da secretaria estadual de Agricultura, implantaram mais três Unidades de Pesquisa Participativa (UPPs) na Serra Fluminense. A iniciativa é um dos resultados da Rede de Pesquisa, Inovação, Tecnologia e Serviços Sustentáveis em Microbacias Hidrográficas da Região Serrana, fórum que reúne instituições públicas de pesquisa e extensão rural, universidades e associações de produtores. A ideia é criar um espaço favorável às interações, parcerias e experimentações no setor agropecuário.
Em Teresópolis, por exemplo,  a microbacia do Rio Vieira foi contemplada com uma unidade sobre o biofertilizante Agrobio, um defensivo agrícola alternativo, preparado a partir de substâncias não prejudiciais à saúde humana e ao meio ambiente, destinado ao controle fitossanitário.
Instalado na propriedade de João Nilton Gallo, que produz hortaliças folhosas, o experimento vai beneficiar diretamente 22 famílias associadas à Cooperativa Agrícola de Capacitação e Geração de Renda da Microbacia do Rio Vieira (CoopVieira).
“Nossa proposta é oferecer um alimento mais saudável aos nossos clientes. Acredito que os resultados desta unidade de pesquisa vão estimular outros agricultores a adotarem práticas agroecológicas”, disse João que produz, em média, 1,2 mil caixas de alface mensalmente.
A microbacia Rio das Bengalas, também em Teresópolis, recebeu uma UPP de caldas de preparo caseiro. Em Nova Friburgo, a microbacia Salinas/Santa Cruz ganhou uma sede de pesquisa sobre indicadores de produção e comercialização na agricultura orgânica. Instalada na localidade Três Picos, a unidade vai acompanhar o desempenho de três famílias de agricultores.
Fonte:G1

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Título de Utilidade Pública é concedido a Associação de Moradores e Amigos da Granja Guarani

Por unanimidade, a Câmara Municipal de Teresópolis aprovou na sessão da última segunda-feira o Projeto de Lei assinado pelo presidente do Legislativo, Maurício Lopes, que concede o título de UTILIDADE PÚBLICA à AMAGG – Associação de Moradores e Amigos da Granja Guarani. 

A entidade havia elaborado a minuta do projeto e entregue ao presidente da Câmara que, prontamente, atendeu o pedido da comunidade, colocando o projeto em votação na Casa de Leis.

Na condição de entidade de Utilidade Pública, a AMAGG pode pleitear recursos municipais para a ampliação dos seus projetos sociais que atendem moradores carentes da Granja Guarani, Pedreira e bairros vizinhos. 

O projeto vai agora à sanção do prefeito Arlei Rosa antes de ser publicado no Diário Oficial do Município".

Chuva deixa Região Serrana do RJ e Baixada em estágio de atenção


e agora
Em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, chovia forte às 17h30 desta terça-feira (12) (Foto: Glenda Almeida / G1)
A Região Serrana do Rio e a Baixada Fluminense estavam em estágio de atenção nesta terça-feira (12), por volta das 20h, devido às chuvas que atigiram diversos pontos do Estado do Rio de Janeiro, de acordo com o Instituto Estadual do Meio Ambiente (Inea). Às 20h15, Niterói se encontrava em estado de alerta, segundo o Instituto. 
A capital viveu o dia mais quente do ano, mas também teve um fim de tarde de chuva forte, com direito a granizo em alguns bairros, deixando a bacia da Baía de Guanabara em estágio de atenção. A temperatura máxima registrada na cidade foi de 41,8°C, em Guaratiba, na Zona Oeste, com a sensação térmica chegando a 50°C, de acordo com o Alerta Rio, sistema de monitoramento da Prefeitura.
Fonte:G1

Prefeitos do Conleste se reúnem em Teresópolis

Deputado André Correa também falou de assuntos relacionados ao Conleste. (Foto: Jeferson Hermida)
Foi realizada em Teresópolis  assembléia geral extraordinária do Conleste (Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento do Leste Fluminense). Em pauta, a apresentação do convênio Petrobras/AD-Rio/Conleste para o fortalecimento institucional do consórcio na gestão de projetos estratégicos.

“O Conleste hoje é formado por 15 municípios, o que nos dá mais força para buscar recursos e apresentar projetos junto aos governos Federal e Estadual, assim como à Petrobrás, como aconteceu hoje. Hoje é muito importante para Teresópolis fazer parte do Conleste e conquistar esses recursos, gerando mais crescimento para o município”, afirmou Arlei Rosa, prefeito de Teresópolis e vice-presidente do Conleste.

O encontro se deu para tratar de um acordo de cooperação em que a AD-Rio (Agência de Desenvolvimento Econômico e Social do Estado do Rio de Janeiro) se compromete a auxiliar os municípios da área de influência do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro) a elaborar projetos estruturantes com vistas à captação de recursos, junto ao Governo Federal, para a sua execução.
“Nós tratamos hoje de um assunto estrutural para o Conleste. Para esses 15 municípios que sofrem uma influencia direta do Comperj há uma necessidade de uma carteira de projetos grandes pra estruturar transporte, saúde, educação e diversos itens além do ambiental. E pra isso precisamos de um consorcio dos municípios fortes capazes de produzir projetos, acompanhar e implementá-los, e é sobre isso que tratamos aqui: um convenio onde a Petrobrás vai estar portando recursos para que esse consórcio se fortaleça .” explicou Luiz Firmino, subsecretário estadual de Ambiente.
Durante a reunião, o acordo de cooperação apresentado pelos representantes da Petrobrás foi aprovado por todos os presentes.
“Foi feito um convênio com a Petrobrás visando o fortalecimento do Conleste, dando toda uma estrutura ao Consórcio para gerar um núcleo de qualificação de pessoal  para elaboração de projetos, visando levar esses projetos à Brasília, para que possamos receber todos os benefícios que a União tem para nos oferecer”, ressaltou Helil Cardozo, prefeito de Itaboraí e presidente do Conleste.
A reunião de trabalho foi coordenada pelo presidente do Conleste e prefeito de Itaboraí, Helil Cardozo, acompanhado pelo prefeito Arlei, de Teresópolis, que é vice-presidente do Consórcio Intermunicipal. Também participaram da assembléia o diretor geral Álvaro Adolpho e os prefeitos de Guapimirim, Tanguá, Nova Friburgo e Rio Bonito, bem como os representantes dos municípios de Magé e Araruama.
“O comperj é o maior investimento em curso no Brasil. Ele é fundamental para o país, do ponto de vista da nossa auto-suficiência, na área de combustíveis, refinaria e petroquímica. E investimentos desse porte fazem crescer muito as cidades. A importância do Conlest é justamente coordenar esses esforços, na área de meio ambiente, saneamento, qualificação profissional. A cada dia que passa o Conlest se torna mais forte”, disse o deputado estadual André Correa.
“Traz força para Teresópolis participar do Conleste. Hoje eles se reuniram em Teresópolis, juntos com representantes da secretaria estadual de Ambiente e representantes da Petrobrás, discutindo projetos futuros de implementação do comperj, que trará muitos recursos para o município”, comentou o vereador Maurício Lopes, presidente da Câmara.
A assembléia geral extraordinária do Conleste contou também com a presença do secretário municipal do Meio Ambiente, Tentente-coronel André de Mello, do subsecretario municipal do Meio Ambiente, Leandro Coutinho, e dos vereadores Luciano Ferreira, Da Ponte e Dr. Carlão.
O consórcio
O Conleste – Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento do Leste Fluminense – é uma associação de municípios criada para obter contrapartidas da Petrobras para a região, por conta da implantação do Comperj – Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro.
Reúne os municípios de Itaboraí, Araruama, Cachoeiras de Macacu, Casimiro de Abreu, Guapimirim, Magé, Maricá, Niterói, Nova Friburgo, Rio Bonito, São Gonçalo, Saquarema, Silva Jardim, Tanguá e Teresópolis.
Em articulação, os municípios definem as principais demandas da região, priorizando as áreas de saneamento básico, habitação, saúde, transporte, mobilidade urbana, meio ambiente, segurança, educação, turismo e recursos hídricos. As reivindicações são listadas por especialistas nos grupos de trabalho de cada município.

Deputado Aureo apresenta PEC que prevê a inclusão do policiamento marítimo entre as atribuições das Polícias Militares

O deputado federal do Solidariedade, Aureo, apresentou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC 337/2013) cujo mérito prevê a inclusão do policiamento marítimo entre as atribuições das Polícias Militares.
Assim, o Art. 1º, § 5º do art. 144 da Constituição Federal passará a vigorar com o seguinte texto: às polícias militares cabem a polícia ostensiva, a preservação da ordem pública e, ressalvada a competência da União, exercer as funções de polícia marítima nos limites do Estado traçados no mar; aos corpos de bombeiros militares, além das atribuições definidas em lei, incumbe a execução de atividades de defesa civil.
As condições de que se reveste a segurança pública em nosso País, a cada dia, vêm se tornando mais críticas.
Acresça-se, ainda, que em termos constitucionais, cabe à Polícia Militar a execução do policiamento ostensivo, não havendo semelhante atribuição expressa para a Polícia Federal, além da insuficiência de meios desta para executar tal atribuição.
Há crimes cometidos no mar, assim como em terra firme, que se caracterizam por serem típicos da esfera estadual, dando lugar à atuação dos órgãos de segurança pública dos Estados.
- Por isso peço tenho certeza que meus Pares, deputados e senadores, apoiarão a Proposta para que tramite com celeridade a fim de valorizar as Polícias Militares, além de contribuir com a aumento da segurança pública em nosso País. Agradeço a orientação e ajuda para a elaboração da Proposta que recebi de muitos militares, como o Coronel Bramili, Major Maxell, Tenente Hermes, Capitão Bárbara e o Sargento Lozer, membros da Unidade de Polícia Ambiental, Marítima e Fluvial do Estado do Rio de Janeiro – finaliza Aureo.

13 de novembro é o Dia do Mau Humor; saiba se você é ou se só está mau humorado

13 de novembro é o Dia do Mau Humor; saiba se você é ou se só está mau humorado
Não se sabe quando a data foi estipulada, mas boatos dizem que o Dia do Mau Humor foi criado para ironizar o Dia Internacional da Gentileza ou “World Kindness Movement”que foi estabelecida durante uma conferência entre profissionais de diversos países, em 1996, em Tóquio, com o objetivo de despertar a atenção das pessoas para a importância de atitudes gentis na construção de um mundo mais amável e justo. Atitudes como desejar que as pessoas tenham um bom dia, oferecer água ou café, abrir a porta para alguém passar ou até mesmo pegar algum objeto caído no chão são demonstrações de gentilezaPorém,verdade ou não, o fato é que mau humor não tem dia nem hora para aparecer.
De acordo com a psicóloga Cristina Volker, que faz parte do corpo clínico do CTO – Centro de Terapia Oncológica, o mau humor se torna um problema quando começa a afetar a vida das pessoas no trabalho, nas relações pessoais, podendo gerar afastamento dos colegas, como também interferindo na produtividade. “Quando o mau humor é ocasional e o indivíduo não tem essa característica como forma de ser na sua vida, dizemos que ele está ‘mau humorado’, e não que ele não é mau humorado. Portanto, essa situação não é caracterizada como um transtorno ou doença, e sim um estado momentâneo do indivíduo”, afirma.
Fatores externos e temporários, como uma noite de insônia, um congestionamento ou desentendimento com alguém são considerados um mau humor “normal”, que pode durar pouco tempo, minutos, horas, mas raramente dias, e não traz maiores prejuízo à pessoa. Quando passa a ser patológico, é classificado comodistimia, reconhecido pela medicina desde os anos 80. “É uma forma crônica de depressão com sintomas mais leves. A diferença é que a depressão grave torna a pessoa apática, e a distimia faz com que o doente só veja o lado negativo de tudo. Nas mulheres, as chances de distimia dobram por causa da variação hormonal do organismo feminino”, explica a psicóloga.
O distímico não sente prazer e nem alegria. Mesmo diante de um momento de felicidade, ele consegue achar pontos negativos de futuras consequências. A diferença entre o mau humor grave e o resto dos mau humorados é que os últimos reclamam de um problema, mas param diante da solução. Quando se fala em saúde física, o estresse é capaz de influenciar o sistema imunológico do ser humano. Pesquisas vêm se dedicando em uma parte bastante nova da medicina que é a psiconeuroimunologia, o estudo da maneira pela qual as emoções influem no sistema imunológico das pessoas.
Para ter um organismo equilibrado é necessário que os sistemas nervoso, imune e endócrino estejam em perfeita harmonia com a mente. A comunicação entre esses três sistemas é feita através das substâncias químicas geradas por eles, como os hormônios, os neurotransmissores e as citoquinas. Segundo as descobertas, as situações estressantes do dia-a-dia podem gerar sentimentos negativos de cóleraraiva,depressão, tristeza e falta de esperança.
Para Cristina Volker, apesar de existirem diversos estudos demonstrando que determinados traços de personalidades são mais suscetíveis a determinadas patologias, ainda é muito perigoso afirmar que um sentimento leva a determinada doença. “Acontecimentos significativos em nossos dia-a-dia, agradáveis ou desagradáveis, podem nos tornar vulneráveis ou mais predispostos a contrair certos tipos de doenças. Há pessoas ditas resilientes que enfrentam com maior facilidade as adversidades da vida, outras necessitam de mais suporte. As condições que interferem nos estados de saúde e doença dependem de inúmeros fatores como a hereditariedade, a constituição física e emocional, o tipo de personalidade, as condições ambientais e o estilo de vida adotado por cada um”, esclarece.
Pesquisas sobre origem, desenvolvimento e evolução clínica das enfermidades físicas, emocionais e/ou psicossomáticas têm descrito tipos de personalidades que predispõe candidatos a contraírem certas enfermidades como, por exemplo, cardiopatias e certos tipos de câncer. As primeiras são chamadas de personalidade – Tipo A, e para as segundas, Tipo C. Isto não significa, necessariamente, que todas as pessoas que se enquadrarem nestes tipos de personalidade irão desenvolver os respectivos sintomas, mas vão estar mais propensas a contrair tais doenças.
A psicóloga destaca ainda, que podem existir pessoas enquadradas num terceiro grupo de personalidade como sendo do Tipo B. “Nestas se enquadrariam pessoas mais resistentes ao estresse, menos ansiosas, mais otimistas, que se relacionam bem consigo próprias e com os outros, controladas, pouco exigentes e que sabem conciliar trabalho e lazer”.
É possível reduzir o mau humor através da alimentação com o aumento do consumo de alimentos ricos em serotonina, que é um neurotransmissor que atua no cérebro regulando o humor, sono, apetite, ritmo cardíaco, temperatura corporal, sensibilidade a dor, movimentos e as funções intelectuais. Em baixa concentração, pode intensificar o mau humor, aumentando as dificuldades para dormir e vontade de comer o tempo todo, por exemplo. “Uma das formas de aumentar a concentração de serotonina na corrente sanguínea é consumindo alimentos ricos em triptofano, como chocolate preto, leite e seus derivados, carnes magras, banana, entre outros alimentos”, indica Cristina.
O mau humor patológico não precisa ser eterno. “Poucos sabem que a distimia pode ser tratada com a ajuda de medicamentos antidepressivos associados à terapia, cuja base é a psicologia cognitiva”, conclui a psicóloga.
10 doenças que podem causar raiva e mau humor:
1. Hipertiroidismo 
A presença do excesso de hormônio pelo sangue afeta as atividades do cérebro e, além da irritabilidade, outros sintomas podem ser também a perda de peso, tremores e excesso de suor.  O tratamento é feito com medicações que combatem a superprodução do hormônio.
2. Colesterol alto 
Muitas pessoas tomam remédios para reduzir os níveis de colesterol no sangue e evitar doenças cardíacas. No entanto, uma das reações deste tratamento pode ser o mau humor. Um estudo feito na University of California, nos Estados Unidos, avaliou que seis pacientes que sofriam de irritabilidade excessiva melhoraram após largar estes medicamentos. Baixos níveis de serotonina no corpo são associados também à depressão e ao aumento do risco de suicídio. Como o uso dos medicamentos é inevitável, a melhor maneira é abaixar os níveis de colesterol devagar, revendo com o médico as dosagens dos remédios pode ajudar a controlar a raiva.
3. Diabetes
O baixo nível de açúcar no sangue pode causar súbitas explosões de raiva. A hipoglicemia, estado determinado por níveis de glicose inferiores ao normal, pode acontecer em pessoas que apresentam diabetes tipos 1 e 2. Quando acontece, ela afeta o cérebro e todo o corpo, causando um desbalanceamento dos componentes químicos, incluindo a serotonina. Em minutos, pode provocar agressividade, raiva, confusão, inquietação e ataques de pânico. O melhor tratamento indicado é comer ou beber alguma coisa que contenha glicose assim que possível.
4. Depressão
A depressão não é expressada apenas pela tristeza, mas também, pela irritabilidade. Estas características são apontadas particularmente nos homens, pois eles experimentam menos os sentimentos de falta de esperança e descontentamento com si mesmos do que as mulheres. Como a depressão também é relacionada aos níveis de serotonina no corpo, o tratamento envolve antidepressivos ou terapias alternativas, para tentar afastar os pensamentos negativos.
5. Alzheimer
De acordo com que a doença vai avançando, novos distúrbios de comportamento e situações psicológicas aparecem em 90% dos pacientes. Entre estes sintomas, está a agressividade. Esta doença afeta, entre outros locais do cérebro, o lobo frontal, área responsável pela personalidade.
6. Inflamações no fígado
Desde a medicina antiga, o fígado foi relacionado às emoções e ao excesso de raiva. Doenças que afetam o órgão, como a cirrose e a hepatite, podem se agravar e desencadear um distúrbio chamado encefalopatia hepática. Esta condição pode gerar distúrbios de personalidade, incluindo comportamento rude e agressividade.
7. Epilepsia
Alguns pacientes têm picos de raiva após convulsões, sintoma que pode durar de poucos minutos até dias. Nestes casos, usar medicamentos específicos é a melhor solução.
8. Tensão Pré-Menstrual (TPM)
As mulheres sempre passam por “aqueles dias do mês” em que as emoções ficam, muitas vezes, incontroláveis, com picos de raiva e depressão, mas há uma explicação para isso. A síndrome pré-menstrual acontece quando os níveis dos hormônios, como estrógeno e progesterona, caem no fim do ciclo menstrual, geralmente na semana antes da menstruação. O mesmo processo pode acontecer também na menopausa, também devido à queda do estrógeno.
9. Insônia
Dormir mal é uma das causas gerais de distúrbios de comportamento, mas alguns remédios usados para tratamento de insônia podem ativar uma agressividade excessiva.  As benzodiazepinas, que às vezes são prescritas também para controle de ansiedade, trabalham na desaceleração das funções cerebrais e, mesmo afetando 1% dos usuários, pode transformar personalidades já com características de irritabilidade ainda mais agressivas. Trocar o medicamento é a melhor solução.
10. Acidente Vascular Cerebral
Perder a cabeça pode ser comum após ter um acidente vascular cerebral. O derrame acontece quando o fornecimento de sangue é interrompido causando a morte das células cerebrais.
Salomão na luta por remédios e insumos de última geração, que proporcionam eficácia no tratamento e qualidade de vida ao Diabético! O P.L. 1047/11, de autoria do dep. Nilton Salomão, prevê o oferecimento dos chamados “remédios inteligentes” aos que mais necessitam, via rede pública de saúde. Esses medicamentos têm ação seletiva sobre os mecanismos de regulação de insulina e níveis de glicose no sangue e evitam transtornos que vão desde o número excessivo de “agulhdas” a desmaios e até mesmo o coma.

Confira a programação do aniversário da Cidade de Tanguá.


Criança de 7 anos morre em acidente na descida da Serra de Petrópolis

Um acidente no meio da tarde de ontem ,terça-feira (12) provocou a morte de uma criança de 7 anos e deixou mais três pessoas gravemente feridas. O acidente aconteceu na altura do km 98 da pista de descida da BR-040.  De acordo com a Concer, concessionária que administra a rodovia, um Fiesta Branco, placa de Petrópolid, Região Serrana do Rio, colidiu contra a traseira de um caminhão que estava estacionado no acostamento.
A criança, segundo a Concer, morreu na hora. Duas mulheres e um homem que estavam no veículo ficaram gravemente feridos e foram levados por ambulâncias da concessionária para o Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, na Baixada Fluminense. Ainda não há mais informações sobre o estado de saúde das vítimas. O tráfego no local continua em meia pista.

Encontro vai definir roteiro de turismo para região serrana de Macaé, RJ

Aconteceu  nesta segunda-feira (11) a primeira oficina para elaboração do roteiro turístico de Macaé, no interior do Rio, com foco na região serrana da cidade, principalmente no distrito do Sana. O encontro promovido pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) e pela Prefeitura de Macaé faz parte do projeto Rio Serra Mar.
O projeto é voltado para microempresas, empresas de pequeno porte e empreendedores individuais da cadeia produtiva do turismo e tem como objetivo promover a geração de novas oportunidades de trabalho e renda de forma sustentável inovadora. Para a gerente do Departamento de Turismo da Fesporur, Vania Hatab, este primeiro encontro foi uma oportunidade de discutir e compreender o potencial turístico da região serrana macaense visando criar um roteiro de uma das áreas de maior visitação do município, o distrito do Sana.
"O Sana já é destino de muitos turistas de vários lugares do Estado do Rio e até mesmo do país. Este evento visa exatamente uma discussão com pessoas envolvidas diretamente com a região para traçarmos um roteiro turístico completo daquela localidade. Além da primeira oficina, as seguintes serão com visita ao distrito, conhecimento in loco dos maiores atrativos, tudo isso buscando uma análise mais aprofundada de como trabalharmos o turismo desta região", destacou Hatab.
Segundo Silvia Carvalho, gestora do projeto Rio Serra Mar, do SEBRAE, já foi realizada uma pesquisa em empreendimentos turísticos e agências de viagens através de um questionário buscando identificar as necessidades que nortearão os trabalhos na oficina. Para Carvalho, com a chegada da Copa do Mundo e Olimpíadas no Rio de Janeiro, é necessário uma maior capacitação do setor para atender a demanda, promovendo os estabelecimentos envolvidos diretamente com a atividade turística.
"Através desse trabalho, buscamos aumentar o fluxo e a permanência de turistas nas regiões envolvidas, aumentar a competitividade e a lucratividade, diversificar a oferta turística, criar e consolidar sistemas de informações turísticas e criar roteiros integrando as regiões da serra e do mar com a Região Metropolitana, oferecendo opções diversificadas com foco no mercado. Este projeto estimulará ações, consultorias e o principal, criar um roteiro integrado entre os municípios", explicou Silvia Carvalho.
Além de Macaé, são mais nove municípios envolvidos no Projeto Rio Serra Mar, sendo: Niterói,Casimiro de AbreuCabo Frio,  Armação dos BúziosArraial do CaboRio das Ostras,PetrópolisTeresópolis e Nova Friburgo.

Estado afirma que investirá R$ 209 milhões em Friburgo e Teresópolis

Já foram investidos R$ 99 milhões na Região Serrana do RJ.
Alguns bairros de Nova Friburgo já tiveram obras concluídas.



Bairro Floresta já recebeu obras de contenção (Foto: Erica Ramalho)Bairro Floresta já recebeu obras de contenção
(Foto: Erica Ramalho)
As obras de contenção de encostas para prevenir deslizamentos estão avançando em Nova Friburgo, Região Serrana do Rio. Na Alameda Eduardo Guinle e no bairro Jardim Ouro Preto as obras já estão concluídas. Nos morros dos bairros Floresta, Jardinlândia e São Jorge, as intervenções ainda estão em andamento e a previsão é de que sejam entregues ainda este ano.Este mês, o Estado anunciou que serão iniciadas contenções em mais duas localidades da cidade: no bairro Granja do Céu, com entrega prevista para maio de 2014, e no Córrego Dantas, que deve ficar pronta em outubro de 2015.De acordo com o Governo do Estado, em parceria com a União, serão investidos mais de R$ 209 milhões em contenções de encostas em Friburgo e Teresópolis, cujas obras estão em processo de licitação. Em Nova Friburgo, serão beneficiados os bairros Vila Nova, Duas Pedras/Lazareto, Jardim Califórnia, Jardinlândia/Subida Belmonte, Village, São Jorge, Parque das Flores, Praça do Suspiro (anfiteatro) e Chácara Paraíso.
Na primeira etapa, o governo estadual afirmou que já investiu R$ 99 milhões em contenção de encostas em Friburgo, totalizando 28 intervenções, todas já concluídas.